Presidente do PT goiano vê avanço do partido em território “difícil” e fala em comparar governos de Lula e Bolsonaro no 2º turno admin
Apesar da expressiva vitória do PL nas eleições legislativas, o PT goiano conseguiu avançar. No estado, o partido reelegeu Adriana Accorsi e Rubens Otoni e ampliou a votação na comparação com 2022....

Apesar da expressiva vitória do PL nas eleições legislativas, o PT goiano conseguiu avançar. No estado, o partido reelegeu Adriana Accorsi e Rubens Otoni e ampliou a votação na comparação com 2022. Na Alego, passou de três para quatro cadeiras e teve Fabrício Rosa como o segundo mais votado da história.
Outro resultado comemorado pelo partido no estado foi o fato de Luis Cesar Bueno ter terminado a corrida para o governo à frente de Marconi Perillo (PSDB).
“Goiás não é fácil para o PT. É um estado que tem uma tradição de direita.
A gente luta muito. É um bom resultado.
Muitos votos. Os dois eleitos tiveram votos muito expressivos.
Elegemos quatro para Alego. É expressiva a votação.
Representa também que o povo de Goiás tem uma parcela que é progressista, vota na esquerda”, avaliou a presidente da legenda no estado, Adriana Accorsi.
Para ela, a melhora na votação está atrelada às políticas públicas do governo federal no terceiro mandato de Lula, embora o presidente tenha tido menos votos no estado que em 2022.
“A expressão do governo petista, do governo federal, demonstrando políticas públicas que trazem dignidade para o povo. Sem dúvida tem relação com as políticas públicas do governo do presidente Lula. Tudo isso se relaciona com os candidatos do PT em Goiás”, disse.
Segundo turno
Accorsi ainda está otimista por uma virada de Lula sobre Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. Para ela, é possível se “organizar e disputar”. Ela ressalta que o PT não questionou o resultado, tampouco as urnas eletrônicas e não suscitou golpe durante o pleito, apesar do revés no primeiro turno.
Em Goiás, a petista adianta que a estratégia será comparar os resultados dos governos de Lula e Jair Bolsonaro (PL), representado por Flávio.
“Principalmente a comparação dos governos Lula e Bolsonaro. Quantas casas o governo Bolsonaro fez? Zero. Quantos insitutos federais? Zero. Vamos comprar programas, políticas públicas e obras“, ressaltou.
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Fonte: Diário de Goiás




