Categoria: Política

  • Quaest aponta disputa entre Vanderlan e Gayer pela segunda vaga ao Senado em Goiás

    A disputa pela segunda vaga de Goiás no Senado Federal está concentrada entre o senador Vanderlan Cardoso (PSD) e o deputado federal Gustavo Gayer (PL), segundo antecipação de uma nova pesquisa Quaest divulgada pela GloboNews nesta sexta-feira (2).

    A informação foi apresentada durante uma entrada ao vivo diretamente de Goiânia. (Acompanhe a apuração da eleição 2026 ao vivo no DIÁRIO DE GOIÁS)

    De acordo com a emissora, a ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil) permanece na liderança da corrida ao Senado. Os percentuais dos candidatos, porém, ainda não foram divulgados.

    O levantamento completo será apresentado pela TV Anhanguera neste sábado (3), véspera do primeiro turno das Eleições 2026.

    Duas vagas estão em disputa

    Goiás elegerá dois senadores neste domingo (4). Diferentemente das eleições em que apenas uma cadeira está em disputa, cada eleitor poderá escolher dois candidatos para o Senado. Por isso, além da liderança de Gracinha Caiado, a definição da segunda vaga é um dos principais pontos da disputa no Estado.

    Na pesquisa Quaest divulgada em 24 de setembro, Gracinha aparecia com 21% das intenções de voto. Gustavo Gayer tinha 13%, seguido por Zacharias Calil (MDB), com 12%. Vanderlan Cardoso e Gustavo Mendanha (PRD) registravam 8% cada.

    A nova antecipação indica uma mudança no cenário apresentado anteriormente, ao colocar Vanderlan e Gayer entre os nomes que concentram a disputa pela segunda cadeira. Os números atualizados, no entanto, ainda dependem da divulgação oficial do levantamento.

    Pesquisa anterior

    A rodada anterior da Quaest foi realizada antes da reta final da campanha e apontou um cenário de maior proximidade entre os candidatos que disputavam a segunda vaga. A pesquisa completa pode ser consultada no relatório oficial da Quaest.

    Em levantamentos anteriores, a disputa também apresentou diferenças entre Vanderlan, Gayer e Zacharias Calil. Na pesquisa Genial/Quaest divulgada em julho, por exemplo, Gracinha tinha 20%, Vanderlan 10%, Zacharias 9% e Gayer 9%.

    Disputa pelo governo

    Na mesma transmissão da GloboNews, foram apresentados números da disputa pelo governo de Goiás atribuídos à Quaest. Daniel Vilela (MDB) aparece com 42% das intenções de voto, seguido por Marconi Perillo (PSDB), com 19%, e Wilder Morais (PL), com 15%.

    A pesquisa anterior da Quaest, divulgada em setembro, também apontava Daniel Vilela na liderança, com 42%, enquanto Marconi tinha 19% e Wilder, 15%. Goiás possui cerca de 5 milhões de eleitores e ocupa a 12ª posição entre os maiores colégios eleitorais do país. O primeiro turno das Eleições 2026 ocorre neste domingo (4).

    O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), candidato à Presidência da República, mantém agenda concentrada em Goiás na reta final da campanha.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Reviravolta eleitoral: desistências, decisões judiciais e lives marcam cancelamento de debate na TV Globo

    A reta final do primeiro turno das eleições presenciais tomou um rumo inédito na noite desta quinta-feira (1º).

    O tradicional debate presidencial promovido pela TV Globo foi oficialmente cancelado poucas horas antes de ir ao ar, se desdobrando em uma disputa de audiência nas redes sociais, entre direita e esquerda, e em duras manifestações políticas nos estúdios da emissora.

    A sequência de eventos começou quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou que não compareceria ao tradicional debate eleitoral de presidenciáveis.

    Em declarações posteriores, o candidato à reeleição classificou os debates de primeiro turno como “infrutíferos” e argumentou que a dinâmica do formato não produzia discussões sérias.

    Na sequência, ações na Justiça Eleitoral alteraram as regras acordadas para a transmissão.

    A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atendeu a pedido da campanha petista e proibiu a emissora de exibir o púlpito com a cadeira vazia de Lula de forma destacada, veto que também impediu que os demais participantes direcionassem perguntas ao espaço reservado ao presidente.

    Simultaneamente, uma liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a inclusão do candidato Renan Santos (Missão) no evento, embora o partido não atingisse a cláusula de representação parlamentar mínima exigida pela legislação.

    Diante do parecer do TSE, o senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou nas redes sociais, cerca de duas horas antes do programa, que não iria mais ao debate, acusando a decisão de impor “censura” e favorecer o adversário.

    Com os candidatos restantes já presentes nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, a emissora decidiu cancelar a transmissão. Durante o Jornal Nacional, o apresentador César Tralli leu a nota oficial da empresa.

    “As sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa têm de organizar os debates eleitorais”, alegou a emissora.

    Reação dos candidatos

    O anúncio da suspensão desencadeou reações imediatas dos presidenciáveis que compareceram ao local do evento cancelado. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) classificou a atuação judicial como um “atentado à democracia brasileira” e uma “destruição do processo eleitoral”.

    Caiado acusou a Justiça de flertar com uma “ditadura da toga” e responsabilizou Lula e Flávio Bolsonaro pela derrocada do debate. “Repudio, lamento e deploro o que assistimos nesta noite.

    Não tenho outras palavras para descrever: foi um verdadeiro atentado à democracia”, disse o candidato em nota. Em entrevista, Caiado salientou o que classificou como interferência da Justiça.”O Brasil de 2026 vive uma eleição em que o tribunal decide mais que o eleitor, e há candidatos que recuam com medo do confronto”, disse.

    O ex-governador mineiro, Romeu Zema (Novo), declarou que cancelamento “faz sentido” diante da “bagunça” institucional gerada pelas liminares de última hora. Afirmou que a decisão do STF foi “sem pé nem cabeça” e defendeu reformas no Judiciário, alegando haver “total insegurança política”.

    “Lamentamos profundamente as decisões de última hora do STF. Consideramos lamentável que o Supremo tenha provocado esse cenário, prejudicando a realização do debate e, consequentemente, a democracia brasileira.

    Trata-se de um desrespeito a milhões de brasileiros que esperavam a oportunidade de conhecer e comparar as propostas dos candidatos”, destacou em nota.

    O escritor Augusto Cury (Avante) definiu as intervenções judiciais como “afronta à liberdade de expressão”. Propôs um pacto para alterar a Constituição e acabar com a vitaliciedade do cargo de ministro do STF, fixando mandatos de oito anos.

    “Quando decisões de última hora interferem diretamente na organização de um debate presidencial, quem perde é o brasileiro, que deveria ter o direito de ouvir, questionar e conhecer todos os candidatos”, disse em nota.

    Renan Santos (Missão), que ainda estava a caminho dos Estúdios Globo quando recebeu a notícia do cancelamento, afirmou que o eleitor ficou desassistido com a decisão. Declarou diretamente aos eleitores: “Você, brasileiro, não terá debate algum”, acusando Lula e Flávio Bolsonaro de fugirem do confronto direto.

    “Os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro fugiram mais uma vez, e por conta dessa fuga não haverá debate. Essa é uma eleição em que você não saberá a proposta dos candidatos, porque eles não querem falar”, ressaltou o candidato.

    A guerra paralela de audiência na internet

    Sem o confronto na televisão aberta, os dois principais cotados nas pesquisas migraram a disputa para as plataformas digitais. Lula, que já havia anunciado participação na live assim que comunicou a ausência no debate, concedeu entrevista ao vivo ao Flow Podcast, transmitida diretamente do Palácio da Alvorada.

    No pico registrado às 22h40, a transmissão somou 1,64 milhão de espectadores simultâneos no canal do podcast e ultrapassou 1,79 milhão quando combinada com a retransmissão no canal oficial de Lula no YouTube. No podcast, Lula explicou a decisão de não participar.

    “Eu acho que esses debates estão infrutíferos, não produzem nada e não dão sequência. E aí o pessoal fica fazendo gracinha… Quando você está num debate para a Presidência da República é uma coisa mais séria”, argumentou o presidente.

    Após informar a desistência, Flávio Bolsonaro também anunciou a realização de uma transmissão ao vivo em seus canais do YouTube e Instagram. Na live, que contou com a participação de convidados como Pablo Marçal e Deltan Dallagnol, o candidato alcançou um pico de 534,5 mil espectadores simultâneos no YouTube no mesmo horário.

    Na live, Flávio também falou sobre sua ausência: “Não vou compactuar com censura e interferência do Judiciário”. E criticou a decisão.

    “A proibição de se mostrar o púlpito do candidato ausente Lula, o futuro ex-presidente do Brasil, uma decisão obrigando a Globo a retirar o púlpito de lá. E pior do que isso, determinando que os candidatos presentes não pudessem fazer perguntas ao Lula.

    A censura no seu mais alto grau transparente e sem vergonha que vocês já viram nos últimos tempos”, declarou.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Real Time: A 3 dias do primeiro turno, Lula e Flávio seguem tecnicamente empatados

    A três dias do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, a nova pesquisa realizada pelo instituto Real Time Big Data mostra os dois principais candidatos tecnicamente empatados no limite da margem de erro.

    O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 43% das intenções de voto no cenário estimulado, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 39% da preferência do eleitorado.

    Entre os demais concorrentes testados na estimulada, Renan Santos (Missão) marca 4%, seguido pelo escritor Augusto Cury (Avante) e pelo ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3%. O ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo) e a soma de outros candidatos atingem 1% cada.

    Votos brancos e nulos representam 3%, mesmo percentual registrado pelos eleitores indecisos ou que não responderam.

    Na modalidade espontânea, em que os nomes dos postulantes não são apresentados aos entrevistados, Lula contabiliza 38% e Flávio Bolsonaro soma 34%.

    Segundo turno acirrado

    Nas simulações de segundo turno, o cenário de disputa acirrada se mantém com os dois líderes em empate técnico. Em um confronto direto entre os dois candidatos, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente com 46%, enquanto Lula alcança 45%, registrando 5% de brancos e nulos e 4% de indecisos.

    O petista também foi testado contra outros nomes, empatando no limite da margem com Ronaldo Caiado (45% a 43%) e Augusto Cury (45% a 44%). Em um eventual segundo turno, Lula supera estatisticamente Romeu Zema (45% a 40%) e Renan Santos (45% a 38%).

    Análises demográficas e aprovação

    A análise dos segmentos populacionais evidencia divisões regionais, religiosas e socioeconômicas no eleitorado. Lula mantém vantagem expressiva no Nordeste, onde obtém 62% contra 26% do rival, além de figurar à frente na faixa de renda de até dois salários mínimos (56%) e entre os católicos (49% a 33%).

    Por sua vez, Flávio Bolsonaro lidera no Sul (52% a 27%), no Centro-Oeste (45% a 32%) e junto ao segmento evangélico (52% a 31%).

    O levantamento aponta ainda que 52% dos eleitores desaprovam a gestão federal e 46% a aprovam, com ambos os finalistas empatados na taxa de rejeição eleitoral, sendo citados por 49% da amostra cada.

    Metodologia da pesquisa

    A pesquisa do instituto Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores entre os dias 26 e 30 de setembro de 2026, por meio de ligações telefônicas conduzidas por entrevistadores humanos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.

    A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09503/2026.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • 70 Anos de um Clássico: Por que você deveria ler Grande Sertão Veredas antes do ENEM?

    Em 2026, o clássico literário Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, completa 70 anos. Escrita pelo autor em um apartamento em Copacabana, a obra é amplamente reconhecida como uma das mais importantes da literatura brasileira.

    Para Maria de Fátima, professora e especialista em literatura, o romance se consolida como um clássico justamente por seu valor atemporal: “Obra clássica é aquela que ontem foi excelente, que falou de temas da época; hoje, é atualíssima; e amanhã, e sempre, será atual. Clássico é o eterno”.

    Segundo a docente, o universalismo do livro reside no fato de o sertão não ser apenas um espaço físico, mas o cenário para uma autoanálise do narrador sobre a desumanidade e o “não-ser”, dilemas que ultrapassam o regionalismo sugerido pelo título.

    “O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”. ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas

    Assista a reportagem:

    Autor e enredo

    Além de escritor, João Guimarães Rosa foi médico e diplomata. Nascido na cidade de Cordisburgo, em Minas Gerais, tomou posse na Academia Brasileira de Letras em 1967.

    Sua estreia na literatura ocorreu em 1946, com a coletânea de contos Sagarana. Dez anos depois, o autor publicou seu único romance e um dos livros mais aclamados da história da literatura brasileira: Grande Sertão: Veredas.

    Escrita em primeira pessoa, a narrativa acompanha o protagonista Riobaldo. Em um longo monólogo dirigido a um interlocutor não identificado, ele relembra suas aventuras ao lado de um bando de jagunços, a complexa relação com Diadorim e os conflitos sentimentais ao se ver apaixonado por ele.

    Caracteríticas e curiosidades

    Inserido na terceira fase do Modernismo, o romance assume um caráter experimental: não possui divisão em capítulos e se estrutura a partir do relato do narrador-protagonista.

    A professora Maria de Fátima destaca também o trabalho inventivo com a linguagem: “Embora tenha um vocabulário do sertanejo, do homem simples, ele adentra de uma poética (…). Ele é uma prosa poética, que encanta”, explica.

    SER Goiás na TV

    O SER Goiás na TV é um programa educativo diário produzido pela Fundação Sagres, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc-GO), que amplia a experiência da sala de aula por meio da televisão ao integrar comunicação e educação.

    O programa aborda o reforço escolar, a recomposição das aprendizagens e os desafios contemporâneos da educação básica, oferecendo conteúdo construtivo, instrucional e orientador para estudantes, famílias e comunidade, com entrevistas, videoaulas e diretrizes pedagógicas alinhadas às políticas educacionais, em consonância com o ODS 4 – Educação de Qualidade, da Organização das Nações Unidas, reafirmando o compromisso com uma aprendizagem inclusiva, equitativa e transformadora.

    Todos os dias, uma edição inédita, a partir das 14h, na Demà Sagres TV.

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    Marielle SouzaJornalista
  • Em último debate antes das Eleições, candidatos ao Governo de Goiás duelam sobre saúde, infraestrutura e economia

    O último debate entre os candidatos ao Governo de Goiás antes das Eleições 2026, promovido pela TV Anhanguera, na noite desta terça-feira (29), foi marcado por embates diretos em torno dos serviços públicos de saúde e do desenvolvimento econômico estadual.

    O confronto reuniu os candidatos com maior representação no Congresso Nacional e maior destaque nas pesquisas: Daniel Vilela (MDB), Luís César Bueno (PT), Marconi Perillo (PSDB) e Wilder Morais (PL). 

    O represamento das filas para exames e cirurgias eletivas tornou-se o centro das discussões no bloco inicial, levando o ex-governador Marconi Perillo e o senador Wilder Morais a criticarem o atendimento atual e apresentarem propostas de contratação de leitos na rede privada e em entidades filantrópicas para acelerar a resolução dos casos.

    Em contrapartida, Daniel Vilela defendeu as realizações da gestão na expansão e regionalização da rede hospitalar e nos índices da segurança pública, enquanto Luís César Bueno enfatizou o apoio do governo federal ao agronegócio via Plano Safra, além de defender a manutenção da Saneago como estatal pública.

    Os desafios da infraestrutura rodoviária e os reflexos da reforma tributária sobre as finanças e indústrias locais dominaram a segunda metade do confronto.

    Marconi Perillo e Wilder Morais alertaram para os riscos de perda de incentivos fiscais e propuseram medidas como a securitização de dívidas do setor produtivo, duplicação de rodovias estaduais e atração de data centers.

    Por outro lado, Daniel Vilela destacou o volume de obras rodoviárias em andamento e os investimentos em tecnologia e inteligência artificial, ao tempo em que Luís César Bueno pregou a integração logística com ferrovias federais e a valorização da educação pública e dos professores.

    Confira a transcrição do debate na íntegra:

    Debate candidatos ao Governo de GoiásBaixar

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Paraná Pesquisas: Daniel Vilela chega a 50,5% dos votos válidos; Wilder passa Perillo

    A nova rodada da pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas para o Governo de Goiás, divulgada nesta segunda-feira (28), indica a consolidação de Daniel Vilela (MDB) na liderança da corrida eleitoral, alcançando 50,5% dos votos válidos no cenário estimulado.

    O percentual coloca o candidato em posição de definir a eleição ainda no primeiro turno, que acontece no próximo domingo, 4 de outubro.

    Na disputa pelo segundo lugar, Wilder Morais (PL) atinge 20,5% dos votos válidos, ultrapassando numericamente Marconi Perillo (PSDB), que figura com 20,4%. Na sequência dos votos válidos estão Luis Cesar Bueno (PT), com 6,8%, Luciana Amorim (UP), com 1,0%, e Danilo da Silva (PCO), com 0,9%.

    No cenário da pesquisa estimulada, que considera os votos totais, Daniel Vilela lidera com 45,6%, seguido por Wilder Morais com 18,5% e Marconi Perillo com 18,4%. Luis Cesar Bueno soma 6,1%, Luciana Amorim registra 0,9% e Danilo da Silva aparece com 0,8%.

    Votos brancos, nulos ou nenhum somam 5,5%, enquanto 4,1% dos eleitores declararam estar indecisos ou não opinaram.

    Na pesquisa espontânea, Daniel Vilela é citado por 27,4%, Wilder Morais por 8,7% e Marconi Perillo por 8,4%, em um quadro onde 46,7% dos entrevistados ainda não definiram seu candidato.

    Evolução histórica

    A série de levantamentos do Paraná Pesquisas, de agosto (nº GO-01791/2026) e setembro (nº GO-03096/2026), em comparativo com a pesquisa atual, evidencia a movimentação das intenções de voto no cenário estimulado geral.

    Daniel Vilela manteve liderança estável, mantendo o ritmo constante na primeira posição, oscilando de 45,8% em agosto para 45,1% na medição anterior e subindo para 45,6% no levantamento recente.

    Wilder Moraes apresentou crescimento gradual em todas as rodadas, saindo de 13,2% em agosto, passando para 15,0% no início de setembro e alcançando 18,5% na pesquisa atual, com ascensão contínua.

    Em trajetória de queda, Marconi Perillo registrou recuo consecutivo, caindo de 24,9% em agosto para 23,2% na primeira rodada de setembro, descendo a 18,4% no levantamento atual, o que ocasionou a inversão de posições com Wilder Morais.

    O candidato do PT, Luiz Cesar Bueno, subiu de 2,3% em agosto para 3,4% no começo de setembro e chegou a 6,1% na última amostragem. Em relação aos demais nomes na corrida eleitoral pelo Governo, Luciana Amorim variou de 1,1% para 1,6% e fixou-se em 0,9%; Danilo da Silva oscilou de 1,0% para 1,5% e fechou em 0,8%.

    O percentual de votos brancos e nulos reduziu de 6,9% para 6,0% e depois 5,5%, já os indecisos passaram de 4,8% para 4,2% e agora 4,1%.

    Metodologia

    A pesquisa Paraná Pesquisas ouviu 1.352 eleitores em 62 municípios de Goiás entre os dias 25 e 27 de setembro de 2026. A margem de erro é de aproximadamente 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº GO-07040/2026.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • 19 estados podem eleger governador no 1º turno; Goiás está entre eles

    Dezenove estados podem eleger governador já no primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro. Goiás está entre as unidades da Federação que, segundo as pesquisas divulgadas até 25 de setembro, apresentam cenário para uma possível definição da disputa sem necessidade de segundo turno.

    A informação é de reportagem publicada no G1, com base em pesquisas realizadas até a referida data. De acordo com o levantamento, entre os 27 estados, 11 apresentam um candidato com vantagem nas pesquisas e possibilidade de vitória já no primeiro turno.

    Além de Goiás, estão nessa relação Amapá, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

    Além dos 11 estados com um candidato à frente, outras oito disputas também podem terminar no primeiro turno. Alagoas, Bahia, Ceará e Pernambuco têm disputas mais acirradas entre dois candidatos, mas os demais concorrentes aparecem mais distantes nas pesquisas.

    Já Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rondônia e Acre apresentaram, nas últimas rodadas de pesquisas, movimentos que também apontam para uma possível definição no dia 4 de outubro. Para vencer no primeiro turno, o candidato precisa conquistar mais de 50% dos votos válidos.

    Apesar dos cenários indicados pelas pesquisas, a definição no primeiro turno depende do resultado das urnas. Nas disputas mais apertadas, pequenas oscilações podem fazer com que um candidato ultrapasse ou não a marca de 50% dos votos válidos.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Balanço da SSP aponta redução de até 70% em crimes na gestão de Daniel Vilela

    Os índices de criminalidade em Goiás mantiveram trajetória de queda em 2026 sob o comando do governador e candidato à reeleição Daniel Vilela (MDB), conforme informativo digulgado pelo Poder Executivo.

    Dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-GO), referentes aos primeiros oito meses do ano, mostram redução em diferentes modalidades criminosas na comparação com o mesmo período de 2025.

    Entre janeiro e agosto, a maior redução ocorreu nos roubos de carga, que caíram 70%, de 10 para apenas três ocorrências. Os roubos de veículos recuaram 37,4%, de 366 para 229; os roubos em comércio diminuíram 34,9%, de 229 para 149; e os roubos a transeuntes tiveram queda de 31,3%, passando de 2.706 para 1.859 registros.

    Também diminuíram os latrocínios (-26,7%), roubos em residência (-24,8%), furtos de veículos (-21,8%) e furtos a transeuntes (-20%). Os números comparam o período de 1º de janeiro a 31 de agosto de 2026 com os mesmos meses de 2025.

    O governador Daniel Vilela (MDB), que assumiu o Governo de Goiás em 31 de março, após a saída do ex-governador e candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD), atribui a manutenção dos indicadores à continuidade da política de segurança pública desenvolvida nos últimos anos e afirma que a orientação é ampliar o uso de inteligência e tecnologia pelas forças policiais.

    “Nós não vamos abrir mão de tudo aquilo que fez Goiás se tornar referência na segurança pública. O governador Ronaldo Caiado estabeleceu uma política firme de enfrentamento à criminalidade, valorizou nossas forças policiais e deu condições para que elas trabalhassem.

    Nossa responsabilidade agora é avançar ainda mais, com investimento, inteligência, tecnologia e integração, para garantir segurança ao cidadão em todas as regiões do Estado”, afirma.

    De acordo com a Governadoria, os resultados de 2026 dão sequência à redução de indicadores registrada desde o início da gestão de Ronaldo Caiado, em 2019, visto que os dados apontam que, na comparação entre 2018 e 2025, os homicídios caíram 62%, enquanto os roubos de veículos recuaram 95%, os roubos de carga diminuíram 98% e os roubos a transeuntes tiveram redução de 92%.

    Em 2025, o Estado encerrou o ano sem registro de roubo a instituição financeira, situação que já vinha sendo observada nos anos anteriores. As estatísticas oficiais da SSP-GO registraram 507 roubos de veículos, 12 roubos de carga e 3.757 roubos a transeuntes em 2025.

    O governo ressalta manter a aposta em tecnologia aplicada à segurança pública, com estratégia que inclui videomonitoramento, compartilhamento de informações e ferramentas de inteligência para auxiliar as forças policiais na prevenção e investigação de crimes. Para Daniel, a orientação é preservar a linha adotada nos últimos anos.

    “Segurança pública exige firmeza, planejamento e continuidade. É esse trabalho que vamos preservar e fortalecer para que Goiás continue avançando”, afirma o emedebista.

    O post Balanço da SSP aponta redução de até 70% em crimes na gestão de Daniel Vilela foi publicado primeiro em Diário de Goiás.

    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Henrique Arantes rompe com Felipe Cecílio e denuncia “calote”; candidato rebate e cita interesses de ex-aliado

    O ex-deputado estadual Henrique Arantes (PSDB) anunciou o rompimento com o candidato a deputado federal por Goiás Felipe Cecílio (PSDB) após afirmar que o acordo que levou à retirada de sua candidatura não teria sido cumprido. Cecílio contesta a acusação e atribui a Arantes interesses que classifica como financeiros.

    “Eu, Henrique Arantes, renunciei à disputa de deputado federal e decidi apoiar o Felipe Cecílio porque ele se comprometeu a absorver todos os meus colégios, assumindo os compromissos financeiros feitos com cada liderança e cada município”, escreveu Arantes.

    Segundo o ex-deputado, Cecílio teria alterado algumas vezes as datas previstas para os pagamentos e, posteriormente, deixado de responder a ligações e mensagens. “Alterou a data de pagamento por algumas vezes e, por fim, está há dias sem responder ligação nem mensagem, agindo como se comporta um caloteiro, um estelionatário”, afirmou.

    Arantes também disse que Cecílio “não tem palavra, honra nem ética” para cumprir os compromissos com líderes de mais de 60 municípios. “Não mais irei apoiar um menino cuja palavra não tem valor e que deu calote em pessoas que me acompanharam por muitos anos e que confiavam na nossa candidatura”, declarou.

    O ex-deputado ainda criticou a relação de Cecílio com a própria família e citou os avós do candidato, Mauro Miranda e Jamel Cecílio, que tiveram forte atuação política em Goiás.

    Resposta do candidato

    Em entrevista ao Diário de Goiás, Felipe Cecílio contestou as acusações. O candidato afirmou que Arantes teria “vendido a candidatura” e disse ter identificado no apoio do ex-aliado interesses que classificou como “mal-intencionados”, exclusivamente financeiros e sem projetos.

    “Eu vi que os interesses dele em minha candidatura eram os mais mal-intencionados, apenas financeiros e sem projetos”, declarou Cecílio. “Não compactuo com a política dele, de compra de votos”, acrescentou.

    Cecílio afirmou ainda que pretende seguir na disputa e encerrou a resposta com uma declaração sobre a campanha: “Vou ganhar com honra e com trabalho”.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Goiás Pesquisas: Daniel Vilela lidera com 44,6% e chega a 52,3% dos votos válidos

    A uma semana das eleições, o governador e candidato à reeleição em Goiás, Daniel Vilela (MDB), mantém ampla vantagem na disputa pelo Governo de Goiás. É o que aponta o levantamento do instituto Goiás Pesquisas, divulgado neste domingo (27).

    A análise mostra o emedebista com 44,6% das intenções de voto no cenário estimulado, 26,4 pontos percentuais à frente do segundo colocado. Em segundo lugar, Wilder Morais (PL) registra 18,2%, enquanto Marconi Perillo (PSDB) aparece em terceiro, com 13,8%.

    Na sequência estão: Luís Cesar Bueno (PT), com 5,7%, Luciana Amorim (UP), com 1,5%, e Danilo Pinheiro (PCO), também com 1,5%. Brancos e nulos representam 5,9% dos entrevistados, enquanto 8,9% não souberam ou não responderam.

    Na comparação com a rodada anterior do mesmo instituto, divulgada em 16 de setembro, Daniel oscilou numericamente de 43,9% para 44,6%. Wilder passou de 17,9% para 18,2%.

    Marconi, por sua vez, oscilou de 16,9% para 13,8%, queda de 3,1 pontos. Luis Cesar permaneceu com 5,7%, enquanto Luciana passou de 1,2% para 1,5% e Danilo, de 1,1% para 1,5%.

    Definição no primeiro turno

    Quando são considerados apenas os votos válidos, excluídos brancos e nulos e os eleitores que não souberam ou não responderam, Daniel alcança 52,3%. Wilder registra 21,3%, Marconi aparece com 16,2%, Luis Cesar tem 6,7%, enquanto Luciana e Danilo somam 1,8% cada.

    O percentual de Daniel está acima dos 50% dos votos válidos necessários para uma definição da eleição no primeiro turno.

    Dados da pesquisa

    O Instituto Goiás Pesquisas entrevistou 1.250 eleitores entre os dias 24 e 25 de setembro. A margem de erro é de 2,77 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo GO-09899/2026.

    O post Goiás Pesquisas: Daniel Vilela lidera com 44,6% e chega a 52,3% dos votos válidos foi publicado primeiro em Diário de Goiás.

    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista