Categoria: Economia

  • Sancionado, novo Move Brasil garante R$ 30 bilhões para motoristas e entregadores de app comprarem veículos próprios

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta segunda-feira (14), a lei que transforma o Move Brasil em um programa permanente de financiamento de carros e motos novos para motoristas e entregadores.

    Para apoiar a categoria, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) separou R$ 30 bilhões que serão liberados conforme a demanda dos trabalhadores.

    A medida atende taxistas, motoristas de aplicativo, entregadores, motoapps e passa a contemplar também os motoristas de transporte escolar. Para conseguir o crédito, a regra é simples: o profissional precisa ter pelo menos seis meses de cadastro ativo em alguma plataforma de transporte ou entrega.

    Facilidades no bolso e desconto para mulheres

    As condições de crédito foram ajustadas para caber na rotina de quem trabalha nas ruas. O programa permite comprar veículos de até R$ 200 mil, incluindo modelos utilitários, com prazo de pagamento estendido em até 84 parcelas.

    Outro diferencial importante está na taxa de juros: enquanto os homens pagam 12,6% ao ano, as mulheres contam com um desconto e pagam 11,5% ao ano. Além disso, o crédito incentiva a escolha por carros e motos elétricos, híbridos, movidos a etanol ou flex, garantindo economia diária na hora de abastecer.

    Trocar o aluguel pelo bem próprio

    Durante a cerimônia de assinatura, Lula destacou a importância de permitir que o trabalhador pare de pagar aluguel de carro ou moto para investir no que é seu. Para o presidente, ver o motorista trocar a taxa do aluguel pela prestação e “saber que está construindo um patrimônio, é tudo que o Estado pode fazer”.

    O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, também ressaltou os impactos positivos da medida, lembrando que o programa traz ganhos para a economia ao bater recordes na venda de automóveis e ajuda o meio ambiente com veículos menos poluentes.“Esse programa tem ganhos em várias frentes.

    Para os trabalhadores; para a economia do país, com recorde na venda de automóveis e do ponto de vista ambiental, já que o programa foca em carros elétricos, motos elétricas, em carros híbridos”, destacou.

    Como fazer o pedido

    Os trabalhadores interessados em se cadastrar não precisam enfrentar filas burocráticas. Toda a solicitação do financiamento é feita diretamente pela internet, no site oficial do Move Brasil.

    O post Sancionado, novo Move Brasil garante R$ 30 bilhões para motoristas e entregadores de app comprarem veículos próprios foi publicado primeiro em Diário de Goiás.

    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Mendonça autorizou bloqueio de R$ 2 bilhões em bens ligados a Vorcaro

    Brasília – O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o bloqueio de mais de R$ 1,9 bilhão em bens no exterior de propriedade do Banco Master e de empresas pertencentes ao grupo. Entre os objetos listados, estão obras de arte, mansões nos Estados Unidos, embarcações e automóveis de luxo.

    Também foram alvo da medida R$ 21,4 bilhões em ativos das instituições financeiras liquidadas e imóveis ligados às empresas.

    Foram listados no processo 18 bens no exterior que, somados, foram avaliados em R$ 1,9 bilhão. Quatro itens não foram avaliados, o que eleva a estimativa total dos bens para mais de R$ 2 bilhões. Nem todos os bens e ativos foram localizados pelos investigadores.

    O rol de bens inclui um apartamento duplex na Florida, uma casa de veraneio com residência para visitas no mesmo Estado dos EUA, uma fazenda de luxo com residência no Colorado, um iate, outras embarcações de luxo, uma Mercedes-Benz e um Ford Bronco. Também está na lista R$ 280 milhões decorrente da venda de uma aeronave.

    No campo das artes, o grupo de Daniel Vorcaro é dono de duas pinturas de Jean-Michel Basquiat avaliadas em R$ 25 milhões e R$ 27,5 milhões, respectivamente. Há ainda um Picasso avaliado em R$ 40 milhões e pinturas de Andy Warhol, Yayoi Kusama e Frederic Anderson de valores não estimados.

    A decisão foi tomada em 24 de julho a partir de um pedido feito pela Procuradoria-Geral da República em 19 de junho. Segundo a PGR, “o sequestro de todos os ativos acessados pelas liquidações extrajudiciais é a única medida capaz de garantir a correta destinação do patrimônio em sua ordem legal e o valor de mercado dos bens arrecadados”.

    Ainda de acordo com o pedido, a medida “servirá apenas para impedir a dispersão precoce do patrimônio levantado”.

    A PGR explicou que, “além de danos diretos e evidentes à Fazenda Pública, o expressivo prejuízo suportado pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) deve ser considerado”.

    E que, “embora seja entidade privada, o FGC é custeado, em grande parte, por bancos e instituições públicas, que foram indiretamente (e significativamente) lesadas pelos delitos, sendo cabível e necessária a imposição da medida”.

    Na decisão, Mendonça determinou o sequestro sobre os ativos das seguintes instituições: Banco Master; Banco Master de Investimento; Banco Letsbank; Master Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários; Will Financeira Crédito, Financiamento e Investimento; Banco Pleno; Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários; e Banco Master Múltiplo.

    A decisão foi tornada pública a partir da determinação do presidente do STF, Edson Fachin, para que Mendonça levantasse o sigilo das investigações sobre as fraudes do Banco Master.

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • UEG abre 4,3 mil vagas para 35 cursos de graduação

    A Universidade Estadual de Goiás (UEG) está com inscrições abertas, até 21 de setembro, para o Vestibular 2027/1. São oferecidas 4,3 mil vagas em 35 cursos de graduação, distribuídos em diferentes áreas do conhecimento. Os interessados devem se candidatar exclusivamente pelo site www.vestibular.ueg.br. A taxa de inscrição é de R$ 50.

    De acordo com o Governo do Estado, os cursos são gratuitos e estão distribuídos em diversas regiões do Estado de Goiás.

    Entre as opções, estão Administração, Agronomia, Agroindústria, Agroecologia, Arquitetura e Urbanismo, Biomedicina, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Cinema e Audiovisual, Design de Moda, Direito, Educação Física, Enfermagem.

    Também há vagas para os cursos de Engenharia Agrícola, Engenharia Civil, Engenharia Florestal, Farmácia, Física, Fisioterapia, Gastronomia, Geografia, História, Letras, Logística, Matemática, Medicina Veterinária, Pedagogia, Psicologia, Química, Química Industrial, Sistemas de Informação, Sistemas para Internet, Turismo e Zootecnia.

    A oferta inclui bacharelado e licenciatura, além de cursos Superiores de Tecnologia. As opções de turnos e modalidades variam conforme o curso e a cidade. A relação completa de cursos, vagas e locais de oferta está disponível no Anexo II do edital.

    Seleção

    O Vestibular será realizado em fase única, composta por prova objetiva e redação. As avaliações estão marcadas para 18 de outubro, nas cidades onde houver oferta de vagas. O resultado final será divulgado em 30 de novembro, juntamente com o boletim de desempenho individual final.

    O processo seletivo conta com sistema universal, sistema de cotas e vagas suplementares para candidatos quilombolas. As cotas são destinadas a estudantes oriundos da rede pública de educação básica, negros, indígenas e pessoas com deficiência.

    Também são ofertadas duas vagas suplementares para candidatos membros de comunidades quilombolas em cada curso previsto no edital.

    O post UEG abre 4,3 mil vagas para 35 cursos de graduação foi publicado primeiro em Diário de Goiás.

    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Empresários de Goiás aprovam incentivos para empresas no Paraguai; atrativos tributários e trabalhistas estão entre os principais diferenciais

    Empresários de Goiás aprovam incentivos para empresas no Paraguai; atrativos tributários e trabalhistas estão entre os principais diferenciais

    Empresas brasileiras estão buscando o Paraguai para instalar novas sedes. Entre os principais atrativos estão o regime tributário simples, em comparação com o Brasil, e as relações trabalhistas menos burocráticas. Cativadas por esses diferenciais, mais de 227 indústrias brasileiras já instalaram sede no país, e o número só cresce.

    Em entrevista ao Diário de Goiás, o presidente da Fecomércio Goiás, Marcelo Baiocchi Carneiro, detalhou que, recentemente, uma comitiva de empresários goianos esteve no país para conhecer esses atrativos.

    “Tivemos uma comitiva de mais de 20 empresários visitando o Paraguai, começamos lá em Assunção, onde fomos recebidos pelo ministro da Indústria e Comércio de lá, com a Federação das Indústrias do Paraguai, com a Federação Nacional do Comércio do Paraguai, conhecendo a regime tributário, conhecendo a gestão política do país e produtores rurais que foram há mais de 40 anos para lá”, relatou.

    Segundo Baiocchi, atualmente, o país sul-americano é um dos que mais têm atraído novos investidores e indústrias. “Ele tem um regime tributário simples, um regime tributário que busca recursos dos investimentos externos e que fomenta a produtividade”, argumentou o presidente da Fecomércio.

    Conforme Marcelo Baiocchi, além disso, o país se destaca entre os empresários brasileiros também por conta do modelo menos burocrático das relações trabalhistas.

    “O Paraguai é uma oportunidade para investidores, em especial, apesar de não ser exatamente a nossa representatividade, mas a indústria, sem dúvida, tem muito ganho tributário lá.

    Não tem a relação trabalhista difícil que tem aqui no Brasil, é uma relação saudável, onde o empregado tem os direitos dele preservado, onde o governo defende muito o empregado, mas ele tem as responsabilidades dele e cumpre. E detalhe: o salário mínimo de lá é 500 dólares, quase o dobro do que é no Brasil”, ressaltou.

    Como exemplo, Baiocchi citou um case de sucesso. “Uma indústria têxtil que já tem fábricas no Brasil fatura um bilhão por ano, se instalou na  Ciudad del Este há cinco anos, em dois mil metros quadrados, depois alugou mais quatro, depois alugou mais dois, foi para seis mil metros quadrados.

    Tinha 600 funcionários, depois, foram para esse município vizinho, onde construíram 10 mil metros quadrados e já estão construindo mais oito mil metros quadrados”.

    E acrescentou: “Já produziram 15% do grupo da área têxtil e já faturaram 25% do que o grupo fatura, ou seja, em 15% eles estão faturando mais proporcionalmente do que faturam no Brasil”, concluiu.

    Baiocchi explicou que as relações trabalhistas no Paraguai são simplificadas em comparação com nosso país, o que favorece as contratações e os ganhos, tanto para empregados quanto para empregadores.

    “Não tem a carga trabalhista como tem no Brasil, então acaba que o salário do empregado é maior, porque o empregador paga direto para ele o que ele tem direito. Não tem pagamento de FGTS, adicionais disso, daquilo, contribuição social lá, é muito simples o regime de contratação.

    E regime de férias, ele adquire uma semana a cada ano trabalhado, até tem que completar os 30 dias no quinto ano de trabalhado, então ele é muito simplificado e não tem dificuldade do trabalhador no Paraguai de entender essa relação”, salientou.

    Naturalmente, o país tem se consolidado e despertado cada vez mais interesse entre os empresários brasileiros, e goianos. “É um país atrativo. A área de serviços também tem muitas oportunidades e o próprio comércio, para quem quer se instalar”, pontuou o presidente da Fecomércio.

    O post Empresários de Goiás aprovam incentivos para empresas no Paraguai; atrativos tributários e trabalhistas estão entre os principais diferenciais foi publicado primeiro em Diário de Goiás.

    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Globalização: você sabe o que está acontecendo ao redor do mundo?

    Globalização: você sabe o que está acontecendo ao redor do mundo?

    Com a globalização, o que acontece do outro lado do mundo pode impactar diretamente a nossa realidade aqui no Brasil. Você já reparou como crises ou decisões tomadas a milhares de quilômetros de distância impactam o preço dos produtos no supermercado, por exemplo?

    Acompanhar todos os desdobramentos políticos, econômicos e sociais que integram o noticiário internacional pode ser desafiador. Pensando nisso, a equipe do Ser Goiás na TV foi às ruas para entender: quais assuntos mais causam dúvidas nas pessoas?

    Assista a reportagem abaixo:

    SER Goiás na TV

    O SER Goiás na TV é um programa educativo diário produzido pela Fundação Sagres, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc-GO), que amplia a experiência da sala de aula por meio da televisão ao integrar comunicação e educação.

    O programa aborda o reforço escolar, a recomposição das aprendizagens e os desafios contemporâneos da educação básica, oferecendo conteúdo construtivo, instrucional e orientador para estudantes, famílias e comunidade, com entrevistas, videoaulas e diretrizes pedagógicas alinhadas às políticas educacionais, em consonância com o ODS 4 – Educação de Qualidade, da Organização das Nações Unidas, reafirmando o compromisso com uma aprendizagem inclusiva, equitativa e transformadora.

    Todos os dias, uma edição inédita, a partir das 14h, na Demà Sagres TV.

    Fonte: Sagres Online

    Marielle SouzaJornalista
  • Geopolítica no Enem: conflitos, tecnologia e meio ambiente estão no radar da prova

    Geopolítica no Enem: conflitos, tecnologia e meio ambiente estão no radar da prova

    Conflitos entre países, disputas por tecnologia, mudanças nas relações de poder e questões ambientais fazem parte do noticiário internacional e também podem aparecer no Enem.

    Para quem se prepara para a prova, acompanhar esses acontecimentos não significa apenas decorar nomes e datas, mas entender as relações entre diferentes países e os impactos dessas disputas no mundo.

    Assista à entrevista

    Para ajudar os estudantes a organizar os principais assuntos de geopolítica e entender o que merece atenção na reta final de preparação para o Enem, o Ser Goiás na TV conversou com Giovanni Okado, professor do curso de Relações Internacionais da PUC Goiás e de Política Internacional no Instituto Diplomacia.

    Na entrevista, ele explica o conceito de geopolítica, aponta os principais temas da atualidade e comenta quais assuntos podem ganhar espaço na prova. Confira a entrevista no vídeo.

    Muito além das guerras

    Segundo Giovanni Okado, em uma definição tradicional, a geopolítica estuda a projeção do poder sobre um determinado espaço. Por isso, o tema envolve não apenas conflitos militares, mas também disputas econômicas, tecnológicas e estratégicas entre países.

    Entre os assuntos que merecem atenção estão a guerra entre Rússia e Ucrânia e os conflitos no Oriente Médio, especialmente a situação na Faixa de Gaza e as tensões envolvendo outros países da região. Para o professor, compreender o histórico desses conflitos é tão importante quanto acompanhar os acontecimentos mais recentes.

    Tecnologia também é geopolítica

    A disputa internacional passa cada vez mais pela tecnologia. O professor destaca o papel dos drones e da guerra cibernética nos conflitos atuais e chama atenção para a competição em torno da inteligência artificial e dos semicondutores.

    Outro tema importante é a disputa entre Estados Unidos e China pelo controle de cadeias produtivas e de minerais estratégicos, como lítio, cobalto e terras raras.

    Esses recursos estão diretamente relacionados à produção de tecnologias e à transição para uma economia de baixo carbono, aproximando geopolítica, economia, tecnologia e meio ambiente.

    Como estudar atualidades

    Para o estudante, mais importante do que tentar acompanhar todos os acontecimentos do mundo é desenvolver um olhar crítico sobre eles. Giovanni recomenda diversificar as fontes de informação e buscar veículos, podcasts e conteúdos confiáveis, evitando tomar como verdade informações compartilhadas apenas em grupos de mensagens.

    A relação entre os fatos também merece atenção. Uma questão sobre um conflito atual, por exemplo, pode exigir que o candidato compreenda acontecimentos históricos que ajudam a explicar a situação presente.

    Na visão do professor, entre os temas que merecem atenção para o Enem estão ainda as questões ambientais e as disputas por espaços marítimos, polares e até espaciais.

    Mais do que saber “o que aconteceu”, a preparação para a prova passa por entender por que aconteceu, quais interesses estão envolvidos e quais consequências esse cenário pode produzir. É esse olhar crítico e analítico que transforma o acompanhamento das atualidades em conhecimento para o Enem.

    SER Goiás na TV

    O SER Goiás na TV é um programa educativo diário produzido pela Fundação Sagres, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc-GO), que amplia a experiência da sala de aula por meio da televisão ao integrar comunicação e educação.

    O programa aborda o reforço escolar, a recomposição das aprendizagens e os desafios contemporâneos da educação básica, oferecendo conteúdo construtivo, instrucional e orientador para estudantes, famílias e comunidade, com entrevistas, videoaulas e diretrizes pedagógicas alinhadas às políticas educacionais, em consonância com o ODS 4 – Educação de Qualidade, da Organização das Nações Unidas, reafirmando o compromisso com uma aprendizagem inclusiva, equitativa e transformadora.

    Todos os dias, uma edição inédita, a partir das 14h, na Demà Sagres TV.

    Veja outros conteúdos

    Onde estudar em Goiânia? Universitária cria guia de bibliotecas para ajudar estudantes

    Muito além da dança: projeto ajuda estudantes a vencer a timidez e ganhar confiança

    Ideb 2025: entenda como o indicador orienta as ações da educação em Goiás

    Fonte: Sagres Online

    Marielle SouzaJornalista
  • Feirão reúne 3,2 mil vagas de emprego em logística e comércio na Região Metropolitana de Goiânia

    Feirão reúne 3,2 mil vagas de emprego em logística e comércio na Região Metropolitana de Goiânia

    A Redação

    Goiânia –  A Central Mais Empregos, da Secretaria de Estado da Retomada, realiza nesta quarta-feira (9/9) mais uma edição do Feirão de Empregos, com 3,2 mil vagas destinadas a Goiânia e Região Metropolitana.

    As oportunidades são para os setores de logística e comércio e contemplam candidatos com e sem experiência, com salários de até R$ 3.468, além de benefícios conforme a função.

    Entre os cargos disponíveis estão auxiliar de logística, técnico de instalações, operador de empilhadeira, ajudante de carga e descarga, ajudante de motorista, dobrador de ferro, vendedor, motorista carreteiro e auxiliar de manutenção predial e hidráulica.

    Algumas vagas exigem requisitos específicos, como curso NR-11 e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias B ou E.

    Participam da seleção as empresas Irmãos Soares, Célere Logística, Terceiriza Brasil, Transportes Bertolini, Atacadão S.A. e Grupo GPS. As equipes de recursos humanos estarão no local para realizar entrevistas e selecionar candidatos, com possibilidade de contratação imediata, conforme os critérios de cada empresa.

    “Essa conexão direta entre quem busca uma oportunidade e os profissionais de recursos humanos das empresas contribui para um encaminhamento mais assertivo aos processos seletivos”, afirma o secretário da Retomada, César Moura.

    Para participar, é necessário apresentar documento de identificação com foto e comprovante de endereço atualizado. O atendimento será realizado das 8h às 17h, na Central Mais Empregos, localizada na Avenida Araguaia com a Rua 15, no Centro de Goiânia. Os processos seletivos serão realizados por ordem de chegada.

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Concred movimenta mais de R$ 4 milhões em Goiânia e deixa legado para o cooperativismo

    Concred movimenta mais de R$ 4 milhões em Goiânia e deixa legado para o cooperativismo

    A Redação

    Goiânia – A presença de cerca de 2,5 mil congressistas no 16º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred) movimentou aproximadamente R$ 4,16 milhões na economia de Goiânia, considerando apenas os gastos com hospedagem, alimentação e transporte urbano dos visitantes que vieram de outras cidades e Estados.

    O impacto é bem maior, se forem consideradas despesas como compras e lazer.

    As estimativas são baseadas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) – Módulo Turismo, do IBGE, com dados de 2024, monitorados pelo Observatório da Goiás Turismo.

    Nesse cálculo, não está incluído o investimento feito pela organizadora do evento na contratação de fornecedores e serviços para a implementação da estrutura do Concred em Goiânia – o que evidencia que a movimentação financeira promovida pelo congresso na capital foi ainda mais significativa.

    Os leitos ocupados pelos participantes do Concred, somados aos de estudantes que participaram dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), realizados na mesma semana, resultaram em uma ocupação média de 80% em alguns hotéis de Goiânia.

    A ocupação chegou a 100% em alguns dos estabelecimentos de maior porte, conforme levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-GO).

    Segundo o presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira, o grande número de pessoas de outras cidades aqueceu a economia local durante os dias do evento.

    “Essas pessoas também tiveram a oportunidade de conhecer melhor a nossa cidade e a qualidade de vida que experimentamos, o que ajuda a promover o turismo em Goiânia”, acrescenta o dirigente.

    Mais do que números, Luís Alberto Pereira destaca a importância dos legados deixados pelo Concred. “Um evento dessa magnitude, considerado o maior do mundo e realizado pela primeira vez em Goiás, nos deixa muito orgulhosos.

    Ao mostrarmos o nosso protagonismo para todo o País, também reforçamos a união dos nossos sistemas de crédito cooperativo.”

    O dirigente ainda ressalta a importância da presença de milhares de jovens no evento Integração Juventude, realizado paralelamente ao Concred, que reuniu 3 mil estudantes da Grande Goiânia, elevando o público do evento para mais de 5 mil pessoas.

    “O engajamento dos jovens é fundamental, assim como a valorização da cultura cooperativista, para que tenhamos cooperados cada vez mais conscientes e mais fidelizados ao nosso modelo.”

    Potencial goiano

    O presidente da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras), Luiz Lesse, explica que a decisão de levar o Concred para Goiânia teve como um dos objetivos chamar a atenção do cooperativismo financeiro brasileiro para uma região onde o setor já é muito forte e ainda tem grande espaço para crescer.

    “Reunimos cerca de 5 mil pessoas, com impacto direto na economia local. Só com hospedagem, a estimativa é de R$ 2,2 milhões. Também aproximamos 3 mil estudantes do universo do cooperativismo, por meio do Integração Juventude, ampliando o contato desses jovens com educação financeira, empreendedorismo e oportunidades profissionais.”

    Lesse ainda destacou a Feira de Negócios, que levou novas tecnologias, produtos e serviços diretamente ao alcance dos dirigentes, e a importância dos conteúdos selecionados para a programação do evento.

    “Debatemos inteligência artificial, Open Finance, governança, seguros, crédito rural e sucessão, ajudando a aproximar as cooperativas goianas dos temas e soluções que já estão moldando o futuro do setor.”

    Experiência

    Marcelo Baiocchi, presidente do Sicoob Nova Central, destacou a aquisição de conhecimentos como um dos maiores legados do evento. “A maior delegação de congressistas era formada por representantes das cooperativas goianas. Apenas do Sicoob Nova Central, participaram cerca de 400 pessoas das nossas cooperativas (de todo o Estado).”

    Para o dirigente, a experiência tende a estimular novas práticas nas cooperativas, a partir das expectativas e ideias que nasceram e que passam a ser cultivadas graças aos conhecimentos e às trocas de experiências proporcionadas pelo evento.

    Conexões ampliada

    Celso Figueira, presidente da Central Sicredi Brasil Central, destaca a ampliação das conexões e da troca de experiências entre diferentes cooperativas e lideranças do setor como um dos principais legados do 16º Concred.

    “Receber em Goiás um congresso dessa dimensão fortaleceu a visibilidade do nosso modelo e criou um ambiente muito rico para discutirmos estratégias, inovação, educação cooperativista e os caminhos para o futuro.”

    Para colocar em prática as principais ideias que surgiram a partir do evento, o dirigente acredita que o primeiro passo é transformar conhecimento em ação.

    “Precisamos levar para dentro das cooperativas as reflexões sobre novos mercados, comportamento dos associados, educação financeira e estratégias de negócio, adaptando esses aprendizados às realidades de cada região”, defende.

    Projeção nacional

    Para o presidente da Central Sicoob Uni, Raimundo Nonato Leite Pinto, os principais legados do 16º Concred foram a oportunidade de projetar o cooperativismo de crédito goiano para todo o Brasil e demonstrar a capacidade de Goiás para sediar eventos de grande porte, o que eleva a autoestima do setor e dos goianos.

    O dirigente acredita que as experiências e os insights compartilhados durante o congresso contribuirão para que as cooperativas enfrentem os obstáculos do cenário atual, que considera desafiador, e avancem. “As palestras foram de altíssima qualidade.

    Vamos levar todo esse conhecimento e ideias para as nossas cooperativas e colocá-los em prática”, assegurou.

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Goiás abre média de 6,7 mil empregos por mês em 2026, mas número é 34% menor que no ano passado

    Goiás abre média de 6,7 mil empregos por mês em 2026, mas número é 34% menor que no ano passado

    Goiás fechou julho com saldo de 3.581 novos empregos, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged). É o segundo mês consecutivo de alta depois de um fechamento de 2.523 postos de trabalho em maio, de acordo com a avaliação mensal a partir dos dados do Ministério do Trabalho e Emprego.

    Com o resultado de julho, Goiás chega a um saldo de 47.285 empregos gerados em 2026 – uma média de 6.755 por mês até aqui. Há, porém, uma queda de 33,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando eram 71.546 vagas em sete meses – média de 10.220 novos postos de trabalho a cada mês.

    A desaceleração é nacional. Segundo especialistas, o fenômeno é explicada por uma combinação de juros restritivos, proximidade dos índices de pleno emprego e um forte descompasso de qualificação.

    Os dados mais recentes do Instituto Brasileiro Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, no primeiro trimestre de 2026, a taxa de desemprego no estado estava em 5,1%, muito próximo do que é considerado pleno emprego.

    Para julho, o setor que mais colaborou foi o agronegócio, com 1.754 novas vagas. Depois aparece a construção, com 1.475. A indústria, com 527, e os setor de serviços, com 300, também tiveram saldos positivos. Somente o comércio teve resultado negativo, com saldo de 472 demissões.

    O post Goiás abre média de 6,7 mil empregos por mês em 2026, mas número é 34% menor que no ano passado foi publicado primeiro em Diário de Goiás.

    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Para 52%, economia do País está ruim ou péssima, aponta BTG/Nexus

    Para 52%, economia do País está ruim ou péssima, aponta BTG/Nexus

    São Paulo – Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira, 8, mostra que 52% dos eleitores avaliam que a economia do País está ruim ou péssima, enquanto 16% consideram que ela está ótima ou boa. Para 30% dos entrevistados, a situação econômica está regular.

    Na pesquisa anterior, divulgada em 31 de agosto, 53% avaliavam a situação econômica como ruim ou péssima e 18% consideravam a economia ótima ou boa. Já os que consideravam a situação econômica atual regular eram 27% na pesquisa anterior.

    Sobre as expectativas para os próximos seis meses, 36% dos entrevistados avaliam que a economia do País deve melhorar “um pouco” ou “muito”. No levantamento anterior, eram 39%.

    Já os que avaliam que a economia deve piorar são 29% ante 30% da pesquisa anterior. Os que acham que a economia vai “ficar igual” são 22%, e 12% não souberam ou não responderam.

    Em relação à situação financeira pessoal dos entrevistados para os próximos seis meses, 43% dizem que deve “melhorar muito ou um pouco” e 12% afirmam que deve “piorar um pouco ou muito”. Outros 34% avaliam que a situação financeira pessoal deve continuar igual.

    Ao comparar o cenário econômico atual com o governo anterior, 46% dizem que a economia está pior no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que na gestão Jair Bolsonaro (PL), enquanto 37% avaliam que está melhor.

    Problemas do País

    O levantamento também mostra que a segurança pública segue como o principal problema do País por 35% dos entrevistados. Em seguida, os eleitores apontam maior preocupação com a saúde pública (31%), corrupção (23%) e educação (17%).

    A Nexus ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, por telefone, de 4 a 7 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06790/2026.

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista