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  • AtlasIntel: 73% dos goianos dizem que Estado está no caminho certo

    AtlasIntel: 73% dos goianos dizem que Estado está no caminho certo

    Para 73% dos eleitores goianos, o Estado está seguindo um bom caminho. É o que mostra pesquisa AtlasIntel divulgada na quinta-feira (3), que também aponta aprovação majoritária ao governo de Daniel Vilela (MDB) e ampla liderança do governador na disputa pela reeleição.

    Apenas 18% avaliam que Goiás está no caminho errado, enquanto 9% não souberam responder.

    Daniel Vilela tem 60% de aprovação entre eleitores goianos

    A percepção positiva sobre os rumos do Estado é acompanhada por bons indicadores de avaliação da atual administração. Segundo o levantamento, 60% dos entrevistados aprovam o desempenho de Daniel à frente do Governo de Goiás, enquanto 23% desaprovam e 17% não souberam responder.

    Na avaliação da gestão, 46,3% classificam o governo como ótimo ou bom, 44,2% como regular e apenas 9,5% como ruim ou péssimo.

    Maioria aprova gestão de Ronaldo Caiado em Goiás

    O levantamento também evidencia a força do projeto político iniciado pelo ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), antecessor de Daniel. Para 75,3% dos entrevistados, a forma como Caiado governou Goiás foi aprovada, resultado que reforça a percepção positiva sobre a continuidade do modelo de gestão adotado no Estado nos últimos anos.

    Daniel lidera corrida pelo Governo de Goiás com 43,5%

    No cenário eleitoral, Daniel lidera a disputa pelo Governo de Goiás com 43,5% das intenções de voto, abrindo 23,4 pontos de vantagem sobre Wilder Morais (PL), que aparece em segundo lugar, com 20,1%. Marconi Perillo (PSDB) ocupa a terceira posição, com 16,1%.

    Na sequência aparecem Luis Cesar Bueno (PT), com 10,7%, e Luciana Amorim (UP), com 0,1%.

    Governador chega a 48,1% dos votos válidos

    Quando considerados apenas os votos válidos, Daniel alcança 48,1%, contra 22,2% de Wilder, 17,8% de Marconi, 11,7% de Luis Cesar e 0,1% de Luciana. O governador aparece, portanto, 25,9 pontos à frente do segundo colocado e tem percentual superior à soma de Wilder e Marconi, que juntos chegam a 40%.

    Daniel venceria adversários em todos os cenários de segundo turno

    A vantagem se amplia nas simulações de segundo turno. Daniel venceria todos os adversários testados pelo AtlasIntel: marca 53,7% contra 28,9% de Wilder, diferença de 24,8 pontos; 57,2% contra 25,6% de Marconi, vantagem de 31,6 pontos; e chega a 60,2% diante de Luis Cesar Bueno, que tem 16,2%, abrindo uma diferença de 44 pontos.

    Daniel Vilela tem menor rejeição entre principais candidatos

    Daniel também aparece entre os nomes políticos com menor resistência do eleitorado. Sua rejeição é de 15,7%, menos da metade da registrada por Marconi Perillo, que chega a 35,6%. Wilder tem rejeição de 26,8%.

    Dados da pesquisa AtlasIntel em Goiás

    A pesquisa AtlasIntel ouviu 1.214 eleitores de Goiás entre 27 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número GO-05293/2026.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Luis Cesar Bueno busca crescer em Goiás para levar Lula ao corpo a corpo na campanha

    Luis Cesar Bueno busca crescer em Goiás para levar Lula ao corpo a corpo na campanha

    Em quarto lugar na pesquisa AtlasIntel divulgada na quinta-feira (3), o candidato a governador Luis Cesar Bueno (PT), espera melhorar o desempenho colado no legado do presidente Lula para Goiás, que tem sido citado na propaganda eleitoral, para, então, ter a presença do líder petista no corpo a corpo de sua campanha.

    Luis Cesar Bueno aparece com 10,7% na pesquisa AtlasIntel

    Por enquanto, ele aparece na pesquisa citado por 10,7% dos eleitores entrevistados, atrás de Daniel Vilela (MDB), à frente de todos, de Wilder Morais (PL) e Marconi Perillo (PSDB), segundo e terceiro melhores desempenhos nesta rodada.

    Candidato do PT aposta em legado de Lula para crescer

    Em entrevista ao editor-geral do Diário de Goiás, o jornalista Altair Tavares, Bueno disse nesta sexta-feira (4) que o resultado mostra que a campanha dele e de Lula, “entram numa fase de grande debate onde a população vai encontrando a diferença do nosso projeto para os outros”.

    Para ele, “na medida em que nós vamos mostrando o nosso legado, o legado do presidente Lula para a sociedade goiana, para a população brasileira, automaticamente os eleitores vão percebendo que ter um governador em Goiás, do PT e do presidente Lula, vai propiciar um desenvolvimento econômico para o Brasil e para Goiás”.

    Luis Cesar Bueno espera presença de Lula na campanha em Goiás

    Se esse crescimento se consolidar, ele acredita na presença de Lula em sua campanha no Estado, mas ele reconhece que as prioridades no momento estão em outro eixo nacional. “Estamos trabalhando isso [o crescimento nas pesquisas].

    É certo que as eleições estão muito disputadas no eixo Minas, São Paulo e Rio, e a concentração do presidente está nessas regiões.

    E eu acredito que à medida em que Goiás for mostrando um crescimento constante da nossa campanha, nós já estamos conversando com o presidente Lula, a presença dele em uma atividade na região metropolitana de Brasília, ali no entorno do Distrito Federal”, citou Luis César Bueno.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Previsão aponta calor e possibilidade de tempestades em Goiás durante o feriado da Independência

    Previsão aponta calor e possibilidade de tempestades em Goiás durante o feriado da Independência

    A Redação 

    Goiânia – Vem aí! A previsão do tempo indica uma movimentação de chuva em pleno feriado da Independência em Goiás.

    Pode ser um alívio para os goianos, já que os termômetros têm registrado temperaturas elevadas nesta semana, chegando a ultrapassar 40ºC em alguns municípios.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a capital goiana vai ficar nublada neste fim de semana (5 a 7/9), com temperaturas mínimas entre 18ºC e 21ºC, enquanto as máximas chegam a 36ºC. Ainda em Goiânia, há possibilidade de chuvas isoladas com trovoadas.

    Nos municípios turísticos, também há possibilidade de chuvas. Em Pirenópolis, a tendência é de mínima de 21ºC e máxima de 34ºC, com céu encoberto e possibilidade de chuvas. Já em Caldas Novas, apesar do tempo nublado, os termômetros devem ficar mais elevados, com registros de 35ºC no sábado e 31ºC na segunda-feira (7/9).

    Na cidade de Goiás, as máximas podem chegar a 39ºC, com pancadas de chuvas isoladas. Na Região da Chapada dos Veadeiros, há a mesma tendência de altas temperaturas e tempo encoberto, com chuvas.

    Alerta de tempestades

    Segundo o Inmet, na Região Sul de Goiás, que abrange municípios como Água Limpa, Cachoeira Dourada e Rio Quente, há previsão de tempestades. No Centro goiano, também há possibilidade de chuvas intensas. Veja abaixo a lista de municípios sob alerta amarelo:

    Acreúna

    Água Limpa

    Aloândia

    Anhanguera

    Aparecida do Rio Doce

    Aporé

    Bom Jesus de Goiás

    Buriti Alegre

    Cachoeira Alta

    Cachoeira Dourada

    Caçu

    Caiapônia

    Caldas Novas

    Campo Alegre de Goiás

    Castelândia

    Catalão

    Chapadão do Céu

    Corumbaíba

    Cumari

    Davinópolis

    Doverlândia

    Edealina

    Edéia

    Goiandira

    Goiatuba

    Gouvelândia

    Inaciolândia

    Indiara

    Ipameri

    Itajá

    Itarumã

    Itumbiara

    Ivolândia

    Jandaia

    Jataí

    Joviânia

    Lagoa Santa

    Mairipotaba

    Marzagão

    Maurilândia

    Mineiros

    Montividiu

    Morrinhos

    Nova Aurora

    Ouvidor

    Palestina de Goiás

    Panamá

    Paranaiguara

    Paraúna

    Perolândia

    Piracanjuba

    Pontalina

    Porteirão

    Portelândia

    Professor Jamil

    Quirinópolis

    Rio Quente

    Rio Verde

    Santa Helena de Goiás

    Santa Rita do Araguaia

    Santo Antônio da Barra

    São Simão

    Serranópolis

    Três Ranchos

    Turvelândia

    Vicentinópolis

     

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Argentino é suspeito de matar músico, mulher grávida, criança de 3 anos, empregada e cachorro

    Argentino é suspeito de matar músico, mulher grávida, criança de 3 anos, empregada e cachorro

    Brasília – O argentino Diego Sebastián Rosen Ferlini, de 51 anos, é suspeito de matar a tiros Jonathan Meléndez, de 38 anos, tecladista da banda de rock Camilo Séptimo, a mulher do músico, grávida de quatro meses, a filha do casal, de 3 anos, e uma empregada doméstica, de 21 anos, dentro de casa no México.

    O cachorro da família também foi encontrado morto.

    Ferlini, apontado como sócio do músico, foi detido na Cidade do México junto com Gerardo Cisneros Bejarano, de 52 anos, identificado como seu motorista. Segundo o secretário de Segurança e Proteção ao Cidadão, Omar García Harfuch, o suspeito “aproveitou essa relação de confiança para entrar na residência” e cometer o crime.

    “A coordenação entre as autoridades do Estado do México, da Cidade do México e do governo do México permitiu localizar e prender os dois suspeitos em menos de 12 horas. Diante de um crime dessa gravidade, as instituições agiram de forma imediata e coordenada”, afirmou Harfuch em publicação no X.

    Os policiais encontraram Jonathan e sua mulher, Ana Paula, de 35 anos, mortos em casa. Os dois estavam com as mãos amarradas e tinham ferimentos de arma de fogo na cabeça. O músico também estava com fita adesiva na boca. A filha de 3 anos do casal foi encontrada morta ao lado da mãe, também com um tiro na cabeça.

    Em um dos quartos, os policiais localizaram o corpo da empregada doméstica, de 21 anos, com um ferimento de arma de fogo nas costas. Ela estava sobre a cama com as mãos amarradas.

    O cachorro da família também foi encontrado morto, com as patas amarradas, de acordo com o o jornal mexicano El Universal. Um filho do casal, de 6 anos, foi encontrado vivo e sem ferimentos.

    As autoridades ainda não sabem por que a criança não foi morta. Segundo o governo de Atizapán de Zaragoza, o menino ficou sob os cuidados de parentes diretos.

    De acordo com o El Universal, Jonathan havia contado a um amigo que teria uma reunião com um sócio na terça-feira, 1º de setembro. O músico pediu que ele chamasse a polícia caso não tivesse notícias suas. Diante da falta de contato, o amigo procurou as autoridades.

    Suspeito foi registrado por câmera de elevador

    Segundo o El Universal, uma câmera do elevador do prédio registrou Ferlini no local às 17h24. Cerca de uma hora depois, Jonathan chegou à residência. Ferlini e Bejarano foram localizados e detidos na Cidade do México.

    Segundo o jornal espanhol El País, autoridades afirmaram que Ferlini e Jonathan eram sócios. Fontes próximas à investigação disseram ao periódico que uma possível motivação para os homicídios é o roubo.

    As mesmas fontes afirmaram ao El País que os dois tinham casas em Valle de Bravo, cidade turística do Estado do México, e alugavam os imóveis por meio do Airbnb.

    O jornal, no entanto, informou que não encontrou no Registro Público de Comércio da Secretaria da Economia uma empresa na qual os dois aparecessem como sócios.

    Questionadas sobre a relação comercial, fontes ouvidas pelo periódico citaram a Nomad Property Management, um portal que oferece casas de luxo em Valle de Bravo, Tepoztlán, Acapulco e Cuernavaca.

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Goiás tem prejuízo de US$ 16,8 milhões por mês com suspensão de importações pela União Europeia

    Goiás tem prejuízo de US$ 16,8 milhões por mês com suspensão de importações pela União Europeia

    A Redação

    Goiânia – Os exportadores goianos de produtos de origem animal devem sentir no bolso os efeitos da sanção da União Europeia (UE) às importações brasileiras, que entrou em vigor nesta quinta-feira (3/9). A estimativa inicial é de que a medida gere um prejuízo de US$ 16,8 milhões por mês.

    No mesmo dia, a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), por meio da Gerência de Desenvolvimento Industrial (Gedin), divulgou uma análise do impacto da suspensão, com previsões e recomendações ao setor produtivo.

    O embargo suspende as exportações brasileiras à UE de carne de aves, bovina, suína, peixes de cultivo (aquicultura), mel, equinos, ovos e envoltórios (tripas). A sanção deve permanecer em vigor até que o País comprove a documentação exigida ao longo do ciclo produtivo.

    “Cabe destacar que a suspensão se trata de uma questão de capacidade de comprovação documental, e não de questões sanitárias sobre a carne brasileira.”, salienta o analista econômico da Fieg Saulo Nogueira .

    Entenda o caso

    A decisão da UE de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para consumo humano foi tomada em maio de 2026.

    A medida está relacionada ao Regulamento Delegado 2023/905, que estabeleceu regras mais rígidas sobre o uso de antimicrobianos em animais destinados à produção de alimentos exportados ao bloco europeu.

    Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que as regras vêm sendo efetivamente cumpridas ao longo de toda a cadeia produtiva, da criação ao abate.

    O analista da Fieg aponta que outro risco consequente é de que a situação leve outros países a questionar a condição sanitária desses produtos brasileiros e a reduzir ou interromper completamente a importação deles.

    “Além do impacto econômico direto, a sanção pode levar outros países a questionarem a decisão e a adotarem posturas semelhantes, como no caso da Noruega, que também anunciou a mesma restrição por precaução”, destaca.

    Impacto em Goiás

    Os produtos de origem animal exportados por Goiás à UE somaram US$ 190 milhões em 2025. Entre janeiro e julho de 2026, o valor foi de US$ 96 milhões, cerca de 14% menor que no mesmo período do ano anterior. As carnes bovinas representaram 90% desse total, ou US$ 171 milhões.

    De acordo com a análise da Fieg, o potencial de exportação perdido seria de US$ 3,83 milhões entre setembro e dezembro de 2026, e de US$ 11,5 milhões em 2027. A soma desses valores representaria um impacto de US$ 16,8 milhões por mês, equivalente a 8,1% do valor total das exportações goianas de produtos de origem animal.

    A análise da Gedin-Fieg aponta dois frigoríficos mais prejudicados em Goiás: a JBS, em Mozarlândia, e a Minerva Foods, em Palmeiras de Goiás, ambos com produção voltada ao mercado premium europeu.

    Segundo nota emitida pelo Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados no Estado de Goiás (Sindicarne-GO) em 12 de agosto de 2026, as duas plantas foram estruturadas para atender ao mercado europeu premium, processando cortes nobres de maior valor agregado.

    “Exportadores goianos podem, e devem, redirecionar sua produção para a China, que hoje é a maior importadora do Brasil; para os Estados Unidos, que vêm ampliando as compras; e para mercados asiáticos como Japão, Indonésia e Coreia do Sul”, reforça Saulo Nogueira.

    Segundo o especialista, as exportações goianas e brasileiras para a UE seguem em tendência de crescimento desde 2023, portanto o impacto comercial em Goiás pode ser maior do que os números indicam.

    A resposta do governo brasileiro

    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou a Portaria SDA nº 1.617/2026, que proíbe o uso de antimicrobianos como aditivos melhoradores de desempenho animal no País e determina novos procedimentos de controle para certificação.

    A partir de 3 de setembro, só recebem certificação sanitária internacional os produtos que comprovarem atendimento às regras europeias. Em paralelo, o Mapa se comprometeu a enviar à UE a documentação atualizada, com reforço dos mecanismos de controle.

    O valor pago pelos produtos brasileiros de origem animal na UE é cerca de 20% maior do que o praticado em outros destinos.

    Em 2025, o bloco europeu foi o quarto principal destino da carne bovina brasileira, com 128 mil toneladas e US$ 1,05 bilhão em compras, alcançando cerca de 3% do volume exportado, mas mais de 5% do valor total, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

    A pauta total de produtos afetados somou US$ 262 milhões em 2025 e já soma US$ 339,6 milhões entre janeiro e maio de 2026, concentrada principalmente em carnes bovinas desossadas.

    Pontos de atenção

    A própria UE não alega contaminação, e o prazo para cumprir as adaptações até 3 de setembro é um dos pontos mais sensíveis para a cadeia bovina. Como o ciclo da pecuária de corte é longo, um boi abatido aos 30 meses precisa ter cumprido as exigências desde o nascimento.

    Ou seja, mesmo depois de adaptar a produção, os frigoríficos levarão cerca de 30 meses para gerar e exportar carne dentro das novas regras europeias.

    A análise da Fieg destaca que o setor bovino goiano deve ressaltar ativos que podem acelerar a adequação às exigências da UE, como a rastreabilidade individual do Sisbov, o status de área livre de febre aftosa sem vacinação e a capacidade sanitária já reconhecida pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa).

    Entre as recomendações, a Fieg orienta que os exportadores compreendam com precisão as exigências da UE para que o produto de origem animal tenha acesso ao mercado europeu, planejem suas exportações e busquem, desde já, mercados alternativos no exterior.

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Delegação com 201 estudantes de Goiás participa dos Jogos Escolares Brasileiros em Brasília

    Delegação com 201 estudantes de Goiás participa dos Jogos Escolares Brasileiros em Brasília

    A Redação

    Goiânia – Alunos da rede pública de Goiás vão participar dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs), em Brasília (DF). Ao todo, 201 estudantes-atletas goianos disputarão a competição entre os próximos dias 11 e 26.

    O evento, organizado pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), reúne competidores de diferentes unidades da Federação em disputas de modalidades esportivas escolares.

    Os representantes goianos foram classificados para a etapa nacional após participação nos Jogos Estudantis do Estado de Goiás (JEGs).

    Na competição nacional, os estudantes participarão de 18 modalidades esportivas, sendo elas: atletismo (34 atletas), handebol (21), basquetebol (20), voleibol (17), judô (16), futsal (16), natação (16), wrestling (12), taekwondo (11), karatê (9), atletismo adaptado (5), tênis de mesa (4), xadrez (4), badminton (4), vôlei de praia (4), ginástica rítmica (3), ginástica artística (3) e ciclismo (2).

    Para garantir vaga na delegação estadual, os competidores participaram das fases intermunicipal e estadual dos JEGs, realizadas ao longo do ano.

    Na etapa nacional, os destaques da competição podem ser observados para futuras convocações para a seleção brasileira escolar e competições internacionais, como os Jogos Sul-Americanos Escolares e a ISF Gymnasiade (os Jogos Mundiais Escolares).

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Bancos não terão atendimento presencial no feriado da Independência

    Bancos não terão atendimento presencial no feriado da Independência

    Brasília – As agências bancárias estarão fechadas na próxima segunda-feira (7), feriado da Independência. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o atendimento presencial ao público segue normalmente na terça-feira (8) nas localidades onde não haja feriado estadual ou municipal ou ponto facultativo.

    A instituição esclarece que as operações financeiras podem ser realizadas com total segurança e conveniência pelos canais digitais dos bancos. Além disso, os clientes podem recorrer ao suporte por telefone e aos correspondentes bancários.

    As salas de autoatendimento poderão estar disponíveis em algumas localidades, a critério de cada instituição.

    As compensações bancárias não serão efetivadas durante o dia 7 de setembro, incluindo a TED. Já o PIX, que funciona 24 horas todos os dias úteis e feriados, poderá ser feito normalmente.

    Boletos de cobrança e contas de consumo – água, energia, telefone, entre outros – com vencimento no feriado poderão ser pagos, sem acréscimo, no próximo dia útil. Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via Débito Direto Autorizado.

    “No caso dos tributos e impostos, caso vençam nos dias em que não há compensação bancária, é necessário que o pagamento seja antecipado, para evitar a incidência de juros e multa, lembrando que o sábado não é considerado dia útil e, por essa razão, não há liquidação financeira”, alertou a Febraban. (Agência Brasil)

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Burnout feminino: quando o custo da alta performance chega ao limite

    Burnout feminino: quando o custo da alta performance chega ao limite

    Qual o custo para ser mulher em 2026, garantindo o equilíbrio entre profissional e vida pessoal? Os boletos pagos, a família feliz e alimentada, o shape indicado pelo especialista, o check-up em dia, o último relatório entregue.

    Teoricamente tudo isso passa invisível pela máquina registradora da vida, mas cada dia mais sabemos que custa e custa muito.

    Um dos custos identificados é que sete em cada dez casos notificados de burnout no Brasil são de mulheres. O dado, publicado pela Revista Brasileira de Medicina do Trabalho, é um alerta que não pode ser interpretado apenas como uma questão individual.

    Entre 2014 e 2024, foram registrados 1.458 casos no país, dos quais 71,6% correspondiam a mulheres. A faixa etária mais atingida foi de 35 a 49 anos.

    Não é possível explicar esse cenário apenas pela chamada dupla jornada. Muitas mulheres ainda precisam provar competência continuamente, enfrentam desigualdade salarial, assédio, falta de reconhecimento e a sensação permanente de que poderiam estar fazendo mais.

    Quando chegam à liderança, a conquista profissional pode vir acompanhada de uma cobrança adicional: demonstrar que merecem estar naquele lugar, sem deixar de corresponder às expectativas familiares e sociais.

    Essa sobrecarga não é distribuída igualmente. Mulheres que criam os filhos sozinhas, cuidam dos pais, enfrentam longos deslocamentos, acumulam empregos ou vivem situações de vulnerabilidade socioeconômica estão ainda mais expostas.

    O impacto deste custo, antes invisível, ultrapassa a vida de cada mulher. Em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por transtornos mentais e comportamentais, 15,66% a mais que no ano anterior. As mulheres responderam por 63,46% desses afastamentos.

    Quando o adoecimento cresce, perdem as pessoas, as famílias e também as organizações, que enfrentam afastamentos, queda de engajamento, perda de talentos e custos humanos e econômicos.

    A NR-1 pode ser um avanço neste sentido ao incluir expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, mas não resolve sozinha uma questão que é cultural.

    Uma norma pode estabelecer obrigações, orientar procedimentos e transformar a saúde mental em parte da gestão de riscos. Mas nenhuma norma muda, por decreto, uma cultura organizacional que premia a disponibilidade permanente, confunde comprometimento com excesso de trabalho ou considera natural que mulheres sustentem múltiplas jornadas.

    Precisamos sair de uma lógica em que a responsabilidade pelo adoecimento recai exclusivamente sobre o indivíduo. Prevenir burnout exige olhar para o trabalho que está sendo organizado e para as relações que estão sendo construídas. Exige escuta, diagnóstico, participação dos trabalhadores e mudanças concretas.

    O sucesso de uma mulher não pode ser medido pelo quanto ela consegue suportar antes de adoecer. E uma organização verdadeiramente saudável não é aquela que ensina seus profissionais a aguentarem mais, mas aquela que constrói condições para que não precisem chegar ao limite.

    *Marilene de Araújo Martins é psicóloga e diretora do Instituto Habiens

     

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Motorista morre após carro bater de frente com caminhonete na GO-178

    Motorista morre após carro bater de frente com caminhonete na GO-178

    A Redação

    Goiânia – Um motorista morreu em um grave acidente entre um carro e uma caminhonete na tarde de quinta-feira (3/9), na GO-178, no trecho entre Itajá e Itarumã, nas proximidades do km 27.

    Segundo as informações apuradas no local, o condutor de uma Fiat Strada perdeu o controle da direção e saiu da pista pela margem direita. Ao tentar retornar à rodovia, o veículo invadiu a pista contrária e bateu de frente com uma caminhonete D10.

    Equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), de Caçu, foram acionadas para atender a ocorrência, inicialmente registrada com uma vítima presa no veículo.

    Quando os bombeiros chegaram ao local, o motorista da Fiat Strada já havia sido retirado do carro por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que tentava reanimá-lo.

    Os bombeiros auxiliaram a equipe durante o atendimento, mas, apesar dos esforços das equipes de emergência, o motorista não resistiu aos ferimentos. A morte foi constatada no local.

    As outras três pessoas envolvidas no acidente sofreram apenas escoriações leves. Após serem avaliadas, elas recusaram encaminhamento para atendimento médico e permaneceram no local.

    A Polícia Rodoviária Estadual interditou a rodovia e controlou o tráfego durante o atendimento da ocorrência. Após o encerramento dos trabalhos, os bombeiros realizaram a limpeza da pista e retiraram os riscos existentes para a liberação do trânsito.

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • IHGG propõe balanço crítico sobre precedentes e segurança jurídica nos 10 anos do Código de Processo Civil

    IHGG propõe balanço crítico sobre precedentes e segurança jurídica nos 10 anos do Código de Processo Civil

    Jales Naves

    Especial para o jornal A Redação

    Goiânia – Dez anos após a entrada em vigor do Código de Processo Civil (Lei nº 13.105, de 16.03.2015), uma questão se impõe à comunidade jurídica brasileira: o sistema de precedentes concebido pelo CPC conseguiu produzir, na prática, maior estabilidade das decisões, segurança jurídica e confiança no Direito?

    A pergunta estará no centro da Sessão Acadêmica Comemorativa dos Dez Anos do Código de Processo Civil, que será realizada na quarta-feira, dia 9, a partir das 9 h, no Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, em Goiânia. A programação reunirá conferências, colóquio acadêmico e sessão solene de lançamento de obras.

    A iniciativa e a concepção acadêmica do encontro são da jurista e pesquisadora Cyntia Melo Rosa, doutoranda em Direito Constitucional pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, em Brasília.

    O encontro nasceu das inquietações que orientam sua pesquisa científica sobre precedentes, definitividade das decisões e segurança jurídica e do propósito de ampliar essa reflexão, aproximando a investigação acadêmica da experiência concreta da comunidade jurídica nos Estados.

    Mais do que celebrar uma década do Código, a proposta é utilizar o marco temporal para promover um balanço crítico da experiência brasileira com o CPC de 2015.

    Ao estabelecer deveres de estabilidade, integridade e coerência da jurisprudência e fortalecer a função dos precedentes, o Código projetou um sistema de Justiça mais previsível e isonômico. Transcorridos 10 anos, o encontro propõe confrontar essas expectativas com a experiência de sua aplicação.

    “A primeira década do CPC nos oferece distância suficiente para começarmos a avaliar não apenas o que o Código pretendeu construir, mas aquilo que efetivamente conseguimos realizar.

    A questão que me interessa, inclusive como objeto de pesquisa científica, é saber em que medida o sistema de precedentes tem sido capaz de produzir estabilidade, previsibilidade e confiança no Direito”, afirma Cyntia.

    Debate para além de Brasília

    Um dos objetivos do encontro é contribuir para que essa reflexão seja ampliada para as comunidades jurídicas dos diferentes Estados brasileiros.

    Embora o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça desempenhem papel decisivo na formação dos precedentes nacionais, é nas diversas instâncias do Poder Judiciário que esses precedentes são diariamente interpretados, aplicados e confrontados com novas situações.

    A discussão sobre os resultados da primeira década do CPC, nessa perspectiva, não se esgota nos tribunais superiores ou nos grandes centros acadêmicos.

    A experiência dos tribunais estaduais e federais e dos profissionais que atuam diretamente na aplicação do sistema também constitui elemento fundamental para compreender seus avanços e suas dificuldades.

    “O sistema de precedentes não se constrói apenas em Brasília. Ele se realiza diariamente em todo o Poder Judiciário brasileiro. Se queremos compreender seus resultados e aperfeiçoá-lo, precisamos ampliar essa reflexão e incorporar as experiências dos tribunais e das comunidades jurídicas dos Estados”, observa Cyntia Melo Rosa.

    Produção de conhecimento

    A realização do encontro no Instituto Histórico e Geográfico de Goiás também carrega significado especial.

    Uma das mais tradicionais instituições culturais do Estado, o IHGG integra a história intelectual goiana e mantém vínculos históricos com a formação universitária e jurídica, inclusive com a trajetória da Faculdade de Direito e da Universidade Federal de Goiás.

    Ao receber uma discussão contemporânea sobre jurisdição, precedentes e segurança jurídica, o Instituto reafirma sua vocação não apenas para a preservação da memória, mas também para a promoção do conhecimento e do debate sobre questões relevantes para a sociedade.

    Essa abertura tem sido intensificada sob a presidência de Jales Guedes Coelho Mendonça, cuja atuação à frente do IHGG vem sendo marcada pela valorização do patrimônio histórico, pela articulação de parcerias e pela aproximação do Instituto com universidades, pesquisadores e outras instituições culturais.

    Para Cyntia Melo Rosa, a disposição do Instituto de acolher novas iniciativas acadêmicas foi fundamental para a realização do encontro.

    “O dr. Jales tem desenvolvido um trabalho de grande alcance à frente do IHGG, conjugando a preservação da história com uma visão dinâmica e empreendedora da instituição. Essa abertura ao diálogo com a universidade e à realização de debates contemporâneos tornou o Instituto o espaço natural para esta comemoração”.

    Conferências

    A programação será aberta pela Conferência Magna do professor Paulo Mendes de Oliveira, procurador da Fazenda Nacional e Advogado-Geral da União adjunto, que abordará “O sistema brasileiro de precedentes e seus desafios na primeira década do Código de Processo Civil”.

    Na sequência, a professora Tarsila Ribeiro Marques Fernandes, procuradora federal e assessora de ministro do Supremo Tribunal Federal, profere a Conferência Especial “Coisa julgada e supremacia da Constituição: da ADI 2.418/DF à Questão de Ordem na Ação Rescisória nº 2.876”.

    As duas conferências estabelecem as bases para o problema que atravessa a programação: de um lado, a experiência acumulada na construção de um sistema brasileiro de precedentes; de outro, a complexa relação entre a estabilidade das decisões definitivamente julgadas e a autoridade da Constituição.

    Avaliação dessa primeira década

    Após as conferências, o encontro prossegue com o Colóquio Acadêmico “Precedentes, Coisa Julgada e Segurança Jurídica”, estruturado em torno da pergunta: “Em que medida a primeira década do CPC consolidou maior segurança jurídica, estabilidade decisória e confiança no Direito brasileiro?”.

    Participam do colóquio Cyntia Melo Rosa e o juiz federal Jesus Crisóstomo de Almeida. O diálogo acadêmico reunirá ainda os desembargadores Wilson Dias e Reinaldo Alves Ferreira, o procurador de Justiça e professor da UFG Umberto Machado de Oliveira, a professora Marina Faraco e o advogado e professor André Luiz Aidar Alves.

    A composição plural busca aproximar pesquisa científica e experiência institucional, reunindo diferentes perspectivas sobre o funcionamento concreto do sistema de precedentes e os desafios que permanecem para a efetivação da segurança jurídica.

    Produção acadêmica e lançamento de três obras

    A manhã será encerrada com Sessão Solene de lançamento de três obras jurídicas: “Reforma Tributária e Jurisdição Constitucional”, “Jurisdição Constitucional e Processo” e “Coisa Julgada e Precedente: Limites Temporais e as Relações Jurídicas de Trato Continuado”.

    Cyntia Melo Rosa é organizadora e autora das duas primeiras obras, lançadas em homenagem aos professores Tarsila Ribeiro M. Fernandes e Paulo Mendes, que reúnem estudos de diferentes juristas sobre temas relacionados à jurisdição constitucional e ao processo.

    O lançamento, integrado à programação acadêmica, reforça a proposta de aproximar pesquisa, produção bibliográfica e debate institucional.

    O encontro pretende, assim, fazer dos 10 anos do CPC não apenas uma efeméride, mas um ponto de observação sobre a experiência acumulada desde 2015 e, sobretudo, um convite à comunidade jurídica para discutir quais desafios deverão orientar a segunda década de aplicação do Código.

     

     

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista