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  • Discord terá dez dias para apresentar proposta de proteção a usuários

    Discord terá dez dias para apresentar proposta de proteção a usuários

    Brasília – A Justiça Federal no Distrito Federal concedeu nesta quarta-feira (2) prazo de dez dias para a plataforma Discord apresentar uma proposta de conciliação na ação na qual o governo federal pede que a empresa efetive medidas para proteger mulheres, crianças e adolescentes na internet.

    O prazo foi solicitado pela plataforma durante a primeira audiência do caso, que também envolveu representantes da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Ministério Público Federal (MPF).

    O Discord pretende apresentar um protocolo para receber notificações sobre casos de sextorsão na plataforma, mecanismo de detecção e moderação de conteúdos sobre maus-tratos e crueldade contra animais, além de medidas para preservar dados de usuários para assegurar eventual requisição por investigações.

    Antes de protocolar a ação na Justiça, o governo federal tentou fechar acordo com a plataforma para que as falhas fossem corrigidas.

    Contudo, a AGU informou que as medidas apresentadas anteriormente pela empresa foram consideradas insuficientes para eliminar as falhas apresentadas e protocolou a ação na Justiça.

    O Discord passou a ser cobrado pelo governo após repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu em julho. (Agência Brasil)

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Líderes do MDB declaram apoio a Caiado para a Presidência nas eleições 2026

    Líderes do MDB declaram apoio a Caiado para a Presidência nas eleições 2026

    A Redação

    Goiânia – Lideranças do MDB de diferentes Estados declararam apoio à candidatura de Ronaldo Caiado (PSD) à Presidência da República.

    Em carta divulgada nesta quarta-feira (2/9), candidatos, parlamentares e dirigentes emedebistas anunciaram mobilização em favor do ex-governador de Goiás e convidaram outros integrantes da legenda a aderir ao movimento.

    A iniciativa ocorre após a direção nacional do MDB decidir pela neutralidade na eleição presidencial de 2026 e liberar diretórios regionais e filiados para apoiar os candidatos de sua preferência.

    Entre os signatários estão o governador de Goiás e candidato à reeleição, Daniel Vilela; o ex-senador Pedro Simon (RS); o ex-senador Romero Jucá (RR); o ex-ministro Carlos Marun (MS); além de lideranças emedebistas de Santa Catarina, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.

    No documento, o grupo relaciona o apoio a Caiado à trajetória política e administrativa do candidato e à convergência de posições com bandeiras defendidas pelo MDB.

    “Caiado tem vida política absolutamente proba e é um experiente e bem-sucedido gestor público. Foi por muitos anos um congressista relevante e governou Goiás por dois mandatos vitoriosos, tendo chegado ao exercício destas funções sempre pelo voto popular”, afirma a carta.

    Em outro trecho, os emedebistas classificam Caiado como “um democrata experiente e honesto” e sustentam que seu pensamento político “em muito se equivale ao do nosso MDB”.

    O grupo também cita entre as razões para a adesão à candidatura o compromisso de Caiado com “a retomada do desenvolvimento, a redução das desigualdades, a política externa voltada aos interesses nacionais e a valorização da Democracia”.

    Ao final, o grupo convoca outros filiados a participar da mobilização e afirma que pretende contribuir para “afastar o País desta bipolarização que tanto nos infelicita”.

    Em Goiás, Daniel Vilela já havia tornado público seu apoio à candidatura presidencial de Caiado. Presidente estadual do MDB, o governador foi vice de Caiado no segundo mandato à frente do Governo de Goiás e assumiu o Executivo estadual após a saída do então governador.

    Daniel também participou, em 26 de julho, da convenção nacional do PSD, em São Paulo, que oficializou o ex-governador como candidato ao Palácio do Planalto.

    Na ocasião, Daniel defendeu a experiência administrativa de Caiado como uma das credenciais para a disputa nacional.

    “Caiado tem integridade moral, capacidade de gestão, responsabilidade com a coisa pública e o espírito público de fazer com que o Brasil possa deixar para trás esse momento de marasmo e atraso, além de fazer com que a gente viva num país seguro e tenhamos um governo eficiente”, declarou.

    Além de Daniel Vilela, assinam a manifestação Carlos Chiodini (SC), Carlos Marun (MS), Gabriel Souza (RS), Lelo Coimbra (ES), Márcio Biolchi (RS), Pedro Simon (RS), Ronaldo Benedet (SC), Romero Jucá (RR), Sérgio Etchegoyen (RS), Tiago Simon (RS) e Waldemir Moka (MS).

    Confira a íntegra da carta:

    “Prezados MDBistas,

    Em consonância com a decisão da Direção Nacional do Partido que liberou as Direções Regionais e os filiados a apoiarem livremente os candidatos que considerarem mais adequados nestas eleições presidenciais, nós, abaixo assinados, decidimos nos mobilizar em apoio à candidatura de Ronaldo Caiado no citado pleito.

    Caiado tem vida política absolutamente proba e é um experiente e bem-sucedido gestor público. Foi por muitos anos um congressista relevante e governou Goiás por dois mandatos vitoriosos, tendo chegado ao exercício destas funções sempre pelo voto popular.

    É um democrata experiente e honesto, cujo pensamento político em muito se equivale ao do nosso MDB, tendo compromisso com a retomada do desenvolvimento, a redução das desigualdades, a política externa voltada aos interesses nacionais e a valorização da Democracia.

    Assim sendo, convidamos os correligionários e correligionárias a estarem conosco nesta luta. Se pensas como nós, faças contato conosco através da correligionária GIL (wzap (67) 99208-5965) para juntos afastarmos nosso País desta bipolarização que tanto nos infelicita.

    Viva o Brasil!

    Carlos Chiodini (SC)

    Carlos Marun (MS)

    Daniel Vilela (GO)

    Gabriel Souza (RS)

    Lelo Coimbra (ES)

    Márcio Biolchi (RS)

    Pedro Simon (RS)

    Ronaldo Benedet (SC)

    Romero Jucá (RR)

    Sérgio Etchegoyen (RS)

    Tiago Simon (RS)

    Waldemir Moka (MS)”

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • 2ª edição do festival Território Goiano reúne grandes nomes do trap

    2ª edição do festival Território Goiano reúne grandes nomes do trap

    A Redação

    Goiânia – A segunda edição do festival Território Goiano já tem data e local confirmados: 5 de setembro, no Lowbrow Lab Arte & Boteco, em Goiânia. Desta vez com mais de 15 atrações de Goiás, São Paulo e Distrito Federal, o evento mantém a proposta de fortalecer a cena do trap em Goiás e valorizar a cultura urbana.

    A venda de ingressos está aberta no Sympla, com valores de terceiro lote a R$ 50.

    Entre os destaques da programação está Big Fett, de Anápolis, nome em ascensão no trap goiano que se destaca pela estética plug criminal e por seus refrões marcantes.

    Como uma das atrações nacionais, o festival traz PCN Boladão, de São Paulo, que soma quase uma década de trajetória e figura como um dos principais nomes da consolidação do plug brasileiro, acumulando dezenas de milhões de reproduções com o álbum Hotbox.

    A cena local ganha força com Santa Lua, artista que vem conquistando espaço na nova cena goiana do rap e trap e reforçou sua identidade artística este ano com o lançamento do álbum conceitual Ascensão de Lótus.

    Representando o Entorno do DF, o evento traz Akao 47, CEO do coletivo MP7 Rajada, conhecido pela versatilidade e por remixes que o posicionam na nova geração do trap do Centro-Oeste.

    Vindo de Brasília, LX completa o time principal com seus versos inteligentes e projetos de impacto, como Sem Alternativa, Armadilha Brasileira Vol. 2 e o hit Superstar.

    Completam o line-up os artistas Clouds, Maik, Labner, Cabarajo, YG Saul, El Nino, Lilian Preta, SR Nakmoney, Sidão da Norte, Asaphchef, Lipy Plug, Vnsifra, DM do Bloco e Gaal.

    Serviço

    2ª edição do Território Goiano

    Data: 5/9 (sábado)

    Horário: 18h30 às 3h

    Local: Lowbrow Lab Arte & Boteco – Avenida Transbrasiliana, nº 434, Parque Amazônia – Goiânia (GO)

    Classificação: 18 anos

    Ingressos (R$ 50 terceiro lote)

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • O cerco aos juros abusivos

    O cerco aos juros abusivos

    As investigações abertas pelo governo contra instituições financeiras suspeitas de cobrar juros abusivos recolocam em evidência um problema histórico do mercado de crédito brasileiro.

    Mais do que discutir casos específicos, o episódio expõe uma questão estrutural: por que o consumidor ainda encontra tanta dificuldade para compreender, com clareza, quanto realmente está pagando por um empréstimo?

    Durante décadas, o debate sobre crédito esteve concentrado quase exclusivamente na taxa de juros. Naturalmente, ela continua sendo um dos principais fatores na decisão de contratação.

    No entanto, limitar a discussão apenas ao percentual cobrado significa ignorar um problema igualmente relevante: a assimetria de informação entre quem concede o crédito e quem o contrata.

    Na prática, muitos consumidores ainda escolhem uma operação olhando apenas o valor da parcela mensal.

    Poucos conseguem comparar corretamente o Custo Efetivo Total (CET), identificar tarifas embutidas, seguros agregados ou compreender como pequenas diferenças nas condições contratuais podem representar milhares de reais ao longo de um financiamento.

    Segundo a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), o endividamento das famílias alcançou 81,6%. Quando oito em cada dez famílias convivem com algum tipo de dívida, discutir transparência deixa de ser apenas um tema regulatório e passa a ser uma agenda de proteção ao consumidor.

    Em um mercado dessa dimensão, qualquer assimetria de informação pode ampliar o risco de decisões financeiras equivocadas e favorecer práticas abusivas.

    O combate aos juros abusivos, portanto, não depende apenas da punição de instituições que descumprem a legislação. Exige a construção de um mercado em que o consumidor consiga entender, comparar e decidir de forma consciente.

    Em outras palavras, o crédito precisa deixar de ser um produto de difícil compreensão para se tornar um serviço verdadeiramente transparente.

    Nesse processo, a tecnologia pode ser uma aliada poderosa, mas não é, por si só, uma garantia de justiça. Plataformas digitais podem simplificar contratos, tornar informações mais acessíveis e permitir comparações mais precisas entre ofertas.

    Por outro lado, também podem esconder condições relevantes em interfaces complexas e acelerar contratações sem assegurar que o consumidor compreenda plenamente o que está assinando.

    O diferencial está em como a tecnologia é utilizada. Quando empregada para ampliar a compreensão do consumidor, ela permite a visualização clara do Custo Efetivo Total, a comparação entre diferentes ofertas e a rastreabilidade de toda a contratação.

    Quando essas informações são apresentadas de forma simples e objetiva, desaparece um dos principais fatores que historicamente favorecem relações desequilibradas: a vantagem informacional das instituições financeiras.

    Mas a tecnologia precisa caminhar ao lado da regulação. Experiências recentes mostram que inovação sem supervisão pode apenas digitalizar práticas antigas.

    Da mesma forma, uma regulação eficiente não deve se limitar a estabelecer punições para irregularidades, mas deve criar incentivos para que as empresas disputem clientes oferecendo melhores condições, contratos mais simples e processos mais transparentes.

    Esse movimento já começa a ganhar força em modalidades de crédito que contam com regras mais objetivas para formação das taxas e maior padronização das informações apresentadas ao consumidor.

    Nesses modelos, o cliente consegue comparar ofertas com mais facilidade e entender exatamente quais serão os custos da operação antes de assumir um compromisso financeiro.

    Talvez seja o maior avanço do mercado nos últimos anos, substituir a lógica da surpresa pela lógica da previsibilidade. Naturalmente, nenhuma tecnologia elimina completamente o risco de práticas abusivas.

    Sempre haverá espaço para fiscalização, aperfeiçoamento regulatório e responsabilização de empresas que desrespeitem as regras. Contudo, um ambiente em que todas as condições da operação estejam explícitas reduz significativamente a possibilidade de decisões tomadas sem informação adequada.

    O conceito de crédito justo passa justamente por esse equilíbrio. Não se trata de defender juros artificialmente baixos ou restringir a atividade das instituições financeiras. Trata-se de garantir que preço, risco e informação estejam alinhados, permitindo que o consumidor saiba exatamente o que está contratando.

    Em um país onde o crédito exerce papel central no consumo, no empreendedorismo e na reorganização financeira das famílias, a transparência deixa de ser apenas uma obrigação regulatória. Ela passa a ser um requisito para o bom funcionamento do próprio mercado.

    As investigações recentes mostram que o Brasil está elevando o nível de exigência sobre as práticas do setor financeiro. Esse é um movimento positivo.

    Afinal, um mercado saudável não é aquele em que o crédito cresce a qualquer custo, mas aquele em que inovação, concorrência e regras claras caminham juntas para fortalecer a confiança entre instituições e consumidores.

    As investigações recentes não representam apenas uma resposta a possíveis irregularidades. Elas sinalizam uma mudança de expectativa sobre o funcionamento do mercado de crédito.

    Entretanto, o principal ativo de uma operação de crédito não é a taxa anunciada, é a confiança de que o consumidor conhece todas as condições do contrato antes de dizer “sim”. É essa confiança que diferencia um mercado moderno de um mercado vulnerável a práticas predatórias.

    E, no mercado financeiro, a confiança continua sendo o ativo mais valioso.

    *Rodolfo Takahashi é CEO da Gooroo Crédito

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Circuito Faísca realiza encontro de ‘livros estranhos’ em Goiânia

    Circuito Faísca realiza encontro de ‘livros estranhos’ em Goiânia

    A Redação

    Goiânia – A Faísca promove módulos do Festival de Publicações Experimentais pela primeira vez em Goiânia, com uma exposição inédita: Quem Leu Leu, do artista e designer mineiro Preto Matheus, que estreia neste final de semana na Escola de Artes Visuais no Centro Cultural Octo Marques.

    Os encontros de abertura da exposição são em 12 e 13 de setembro, na feira e-cêntrica, iniciativa de circulação da produção gráfica e literária independente. A programação vai das 10h às 18h, tanto no sábado quanto no domingo, com entrada gratuita.

    A parceria entre Faísca e e-cêntrica marca a primeira vez em que os eventos mineiro e goiano se reúnem para potencializar, juntos, trabalhos que já são centrais em cada um deles: livros feitos por artistas, microeditoras, designers, escritores e outras pessoas dedicadas a obras impressas que fogem do convencional.

    Este é o caso de Quem Leu Leu, originalmente lançado como livro de artista por Preto Matheus, um dos expoentes da cena contemporânea da poesia visual. Fruto de longa trajetória de experimentação pelo designer, a publicação é composta por páginas soltas reunidas em uma caixa.

    Cada uma delas apresenta um poema visual, formando um conjunto de criações pelo autor no decorrer de quase uma década. Além de ter se transformado em exposição pela Faísca Festival, a obra integra a Coleção Livro de Artista da UFMG, principal acervo do gênero na América Latina.

    O foco da pesquisa e da prática de Preto Matheus está nas transversalidades entre design, matemática e arte urbana. Seu trabalho em Quem Leu Leu tem como referência a estilística da pixação paulistana, que levou o artista a criar uma tipografia própria.

    Na família de fontes desenvolvida por ele, as letras têm largura fixa, nenhum ângulo reto, e as frases formam mistérios a serem revelados ao longo da leitura. Na exposição, as páginas do livro saem da caixa para se transformarem em painéis de grandes dimensões, convidando as pessoas para decifrar o enigma visual de Preto Matheus.

    O Circuito Faísca integra a temporada 2026 do projeto Faísca Festival de Publicações Experimentais, que tem patrocínio pela Petrobras.

    Quem Leu Leu na feira e-cêntrica

    A abertura da exposição apresenta, no sábado (12 de setembro), o debate O Enigma Visual, entre o artista Preto Matheus e a curadora da exposição Helen Murta. Eles conduzem o público por uma visita pela galeria, conversam sobre o livro de artista, sobre escrita experimental e a tipografia desenvolvida pelo designer.

    O percurso é voltado para o letramento visual, instigando cada visitante, ao mesmo tempo, a participar de uma imersão e de um jogo: descobrir o que está escrito em cada um dos poemas visuais do “tipograpixo” de Quem Leu Leu.

    No domingo, 13 de setembro, a programação do Circuito Faísca segue com o debate Páginas da Outra Dimensão, com as participações de félix perini, designer e artista criador do selo Sentimentos Ternos, Lari Mundim, responsável pela curadoria e realização da feira e-cêntrica, e Jão, curador e organizador da Faísca Festival.

    A proposta é abordar a experimentação como forma de construir outros mundos possíveis e os livros como materialização dessas práticas.

    O artista Preto Matheus participa também como expositor da feira e-cêntrica, com trabalhos como desdobramentos impressos das obras em exposição, serigrafias e publicações. Já Helen Murta e Jão apresentam o ateliê gráfico e selo de publicações faísca.lab.

    Desdobramento da Faísca Festival, a microeditora criada e dirigida pela dupla é voltada para zines, livros de artista e outras publicações em risografia, processo de impressão que se destaca por cores próprias e vibrantes, sobreposições e texturas.

    Circuito Faísca: Módulos do Festival de Publicações Experimentais

    Quem Leu Leu, exposição de Preto Matheus

    Eventos de abertura da exposição: 12 e 13 de setembro de 2026, na programação da feira e-cêntrica

    Local: Escola de Artes Visuais / Centro Cultural Octo Marques.

    Endereço: Edifício Parthenon Center, na rua 4, número 215 (mezanino – entrada pela rua 7), Centro, Goiânia (GO).

    Entrada gratuita

    Horários:

    12 de setembro, sábado:

    10h – Abertura da exposição.

    14h – O Enigma Visual, visita guiada por Preto Matheus (Quem Leu Leu) e Helen Murta (Faísca).

    10h às 18h: Participação de Preto Matheus e do faísca.lab (em Goiânia pela primeira vez) como expositores da feira e-cêntrica.

    13 de setembro, domingo:

    10h – Abertura da exposição.

    15h – Páginas da Outra Dimensão, debate com félix perini (do selo Sentimentos Ternos), Lari Mundim (feira e-cêntrica e negalilu editora) e Jão (Faísca Festival e faísca.lab).

    10h às 18h: Participação de Preto Matheus e do faísca.lab como expositores na feira e-cêntrica.

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • “Trabalho que é exemplo para todo o Brasil”, diz vice-prefeito do PL ao declarar apoio a Daniel Vilela

    “Trabalho que é exemplo para todo o Brasil”, diz vice-prefeito do PL ao declarar apoio a Daniel Vilela

    A Redação 

    Goiânia – O vice-prefeito de Morrinhos, Tiago Mendonça (PL) declarou apoio à reeleição de Daniel Vilela (MDB) ao governo de Goiás. O evento ocorreu na quarta-feira (2/9), em Goiânia.

    Ao justificar a decisão, ele destacou os resultados alcançados em Goiás e defendeu a continuidade do projeto político conduzido pela atual gestão estadual. “Trabalho que é exemplo para todo o Brasil”, disse.

    A declaração foi feita diante de mais de 5 mil pessoas durante ato político que reuniu lideranças de 210 municípios goianos. Em sua manifestação, Tiago reforçou a parceria com Daniel e Ronaldo Caiado (PSD) e demonstrou confiança no resultado das urnas.

    “Daniel, estamos juntos por Goiás, estamos juntos por Morrinhos, estamos juntos pelo Brasil, com Ronaldo Caiado. E vamos ganhar no primeiro turno”, afirmou.

    Tiago é vice do prefeito de Morrinhos, Maycllyn Carreiro, também filiado ao PL. A manifestação pública amplia o grupo de lideranças da legenda que decidiram apoiar a reeleição de Daniel e o projeto de continuidade da atual gestão estadual.

    O anúncio ocorreu durante evento promovido pelo presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto (União Brasil), para o lançamento de sua candidatura à Câmara dos Deputados. A mobilização reuniu 70 prefeitos, além de vereadores e outras lideranças políticas de todas as regiões do Estado, com representantes de 210 municípios.

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Defensoria Pública de Goiás lança projeto de combate ao racismo religioso

    Defensoria Pública de Goiás lança projeto de combate ao racismo religioso

    A Redação

    Goiânia – O combate ao racismo religioso contra povos de terreiro será tema de um novo projeto da Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO), que lança o Terreiro de Direitos no dia 10 de setembro, das 18 às 21 horas, no Terreiro Pai Mateus de Angola, em Anápolis.

    Elaborada no âmbito da Subcoordenação de Questões Étnico-Raciais, Povos Originários e Tradicionais do Núcleo Especializado de Direitos Humanos (NUDH), a proposta tem o objetivo de combater o racismo religioso, que ainda submete os povos de terreiro a múltiplas formas de violência.

    Por meio do projeto, serão realizadas rodas de conversa e oficinas de educação em direitos, promovidas diretamente nos terreiros.

    Os temas vão desde a proteção constitucional da liberdade religiosa até orientações sobre formalização jurídica e informações sobre o crime de racismo e racismo religioso, além de medidas de proteção e mecanismos de denúncia.

    Também será feito um diagnóstico das demandas apresentadas pelas comunidades, que devem subsidiar políticas institucionais futuras.

    A Instituição também levará uma placa de proteção dos espaços sagrados, que deverá ser colocada na frente dos terreiros visitados, com caráter educativo e preventivo.

    Na placa, além da identificação do local como um espaço sagrado, haverá informações sobre a proteção da liberdade religiosa, garantida pela Constituição de 1988, e o lembrete de que racismo religioso é crime.

    As atividades serão realizadas uma vez por mês, de forma itinerante. Inicialmente, 12 terreiros serão contemplados no Estado. A ideia é inibir a violência contra esses espaços, fortalecendo a presença da Defensoria no acompanhamento e na defesa dos espaços religiosos.

    Projeto

    O projeto, coordenado pelo defensor público e subcoordenador de Questões Étnico-Raciais, Povos Originários e Tradicionais do NUDH, Breno Assis, surgiu a partir da necessidade de fortalecer a atuação institucional voltada à promoção dos direitos humanos dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana.

    A ideia é desenvolver ações permanentes de educação em direitos, orientação jurídica, escuta qualificada e aproximação institucional junto a essas comunidades.

    Por meio dessas ações, também se quer reconhecer os terreiros como espaços sagrados de ancestralidade, resistência, acolhimento comunitário e preservação do patrimônio cultural afro-brasileiro.

    O combate ao racismo religioso e o fortalecimento de políticas institucionais de acolhimento e proteção é uma demanda apresentada por lideranças religiosas, mães e pais de santo, além de movimentos sociais, de forma reiterada, junto à Subcoordenação de Questões Étnico-Raciais, Povos Originários e Tradicionais do NUDH.

    Até por isso a Defensoria tem o intuito, com esse projeto, de ampliar o diálogo e os canais de escuta qualificada com essa comunidade.

    A Constituição Federal de 1988 consagra o pluralismo religioso ao definir o Brasil como um Estado laico e garantir a plena liberdade religiosa. O artigo 5º da Carta Magna garante a inviolabilidade da crença, o direito ao livre exercício de cultos e à proteção aos locais de culto.

    Ainda assim, as religiões de matriz africana são alvo constante de estigmatização, deslegitimação social e violências simbólicas e materiais.

    A pesquisa Respeite o Meu Terreiro, realizada em 2024 pela Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde, mostrou que 76% dos integrantes de terreiros afirmaram já ter sofrido racismo religioso, enquanto 80% das casas religiosas relataram ter vivenciado situações de discriminação, violência ou perseguição motivadas pela fé.

    O estudo também identificou que 74% dos terreiros já sofreram ameaças, ataques ou destruição de espaços e objetos sagrados em razão do racismo religioso.

    O II Relatório sobre intolerância religiosa: Brasil, América Latina e Caribe, publicado em 2023, mostrou que, em Goiás, foram registrados 39 casos de intolerância religiosa entre 2020 e 2021. Há, no entanto, um problema de subnotificação dos casos devido à dificuldade de acesso das vítimas aos mecanismos institucionais de proteção.

    De acordo com a pesquisa Respeite o Meu Terreiro, apenas 26% dos casos foram formalmente registrados perante autoridades públicas, enquanto somente 12% das vítimas recorreram ao Disque 100.

    O medo da revitimização, a descrença no acolhimento estatal, a insegurança institucional e o receio da exposição pública são fatores que contribuem para essa subnotificação. O que reforça o papel da Defensoria ao promover a educação em direitos nessas comunidades.

    Serviço

    Lançamento do projeto Terreiro de Direitos

    Data: 10 de setembro (quinta-feira)

    Horário: das 18 às 21 horas

    Local: Terreiro Pai Mateus de Angola, localizado na Avenida Marechal Deodoro, Lote 11, Quadra 19, Bairro Jardim das Américas – Primeira Etapa, Anápolis, Goiás

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • ANTT aprova transferência de concessão de trecho das BRs 060 e 153 entre Brasília e Hidrolândia

    ANTT aprova transferência de concessão de trecho das BRs 060 e 153 entre Brasília e Hidrolândia

    São Paulo – A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou o edital do processo competitivo de transferência da totalidade das ações da Concessionária das Rodovias Centrais do Brasil (Concebra), responsável pela “Rota do Pequi”, que integra 211,6 quilômetros na BR-060 e na BR-153, que liga Brasília (DF) a Hidrolândia (GO).

    A transferência do controle da Concebra está relacionada à saída da atual controladora, a Triunfo Participações e Investimentos (TPI), até 16 de dezembro de 2026, prazo estabelecido pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

    O edital determina a transição gradual para a nova tarifa necessária para a gestão da via vinculada ao avanço da execução das obras e ao atendimento de parâmetros de desempenho previstos para a concessão, a fim de evitar que os usuários sintam o impacto da mudança assim que houver a mudança de administração da via.

    O texto também define que seja realizado o investimento de R$ 4,3 bilhões (Capex) sob o custo operacional de R$ 3,6 bilhões (Opex).

    Entre as intervenções necessárias estão a construção do Contorno de Goiânia, com 43,52 quilômetros, 60,6 quilômetros de faixas adicionais em pista dupla, 19,4 quilômetros de vias marginais, 20 passarelas, 114 pontos de ônibus e seis passagens de fauna e um Ponto de Parada e Descanso para caminhoneiros.

    Fonte: A Redação

    Marielle SouzaJornalista
  • Senado aprova política nacional para minerais críticos e estratégicos que impacta negociação sobre jazida de Goiás

    Senado aprova política nacional para minerais críticos e estratégicos que impacta negociação sobre jazida de Goiás

    Aprovada na quarta-feira (2) pelo Senado, a nova Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PL 2.780/2024) impõe maior controle federal e exigências de beneficiamento local sobre negociações em andamento, como a da mina Pela Ema, da Mineração Serra Verde, em Minaçu, no nordeste de Goiás.

    A jazida goiana é alvo de interesse estrangeiro e negociações de fornecimento ao exterior criticadas pelo governo federal, e que ocorrem em momento de ebulição no mercado estrangeiro na busca por esses recursos.

    Nova política prevê até R$ 7 bilhões em investimentos

    A nova política prevê investimentos de até R$ 7 bilhões por meio de incentivos governamentais a projetos de processamento e transformação dos minerais. O texto segue para sanção, que é dada como certa após negociações com o governo Lula.

    O Brasil é um dos países com maiores reservas de vários desses minerais, chamados popularmente de terras raras e a mina de Goiás é a única do país em atividade.

    Minerais críticos são estratégicos para tecnologia e energia

    Os minerais críticos e estratégicos são essenciais para projetos de transição energética e de tecnologias de ponta, como painéis solares, smartphones, notebooks e carros elétricos. Também são importantes para a indústria militar.

    O projeto, do deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), foi aprovado sem mudanças no mérito, com alterações apenas na redação. Por isso, não precisará voltar à Câmara, divulgou a Agência Senado.

    Entre outras medidas, a política prevê a criação do Fundo Garantidor da Atividade Mineral (FGAM), com aporte de R$ 2 bilhões da União para atividades vinculadas à produção de minerais críticos e estratégicos.

    Também está previsto investimento de R$ 5 bilhões para beneficiamento e transformação desses minerais dentro do território nacional.

    Política amplia processamento e controle estatal

    A política de minerais críticos e estratégicos tem foco no processamento no território nacional, rastreabilidade, inovação e controle estatal.

    O texto define “minerais críticos” como aqueles cuja disponibilidade está em risco devido a limitações na cadeia de suprimento, e cuja escassez poderia afetar setores prioritários da economia nacional, como transição energética, segurança alimentar e soberania nacional.

    Já os “minerais estratégicos” são aqueles que têm importância para o Brasil em razão de o país ter reservas significativas essenciais para a balança comercial e para o desenvolvimento tecnológico com redução de emissões de gases do efeito estufa.

    Empresas terão de destinar recursos para pesquisa

    Por seis anos, as empresas ligadas à mineração (pesquisa e lavra), beneficiamento e transformação de minerais críticos e estratégicos deverão direcionar 0,2% de sua receita operacional bruta ao fundo garantidor.

    Outra parte, de 0,3%, será direcionada pela empresa a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica relacionados a pesquisa, lavra, beneficiamento e transformação dos minerais.

    Após esse período, os 0,2% obrigatórios para o fundo poderão ser a ser destinados para os projetos de pesquisa, passando de 0,3% para 0,5% no total.

    Todos os recursos direcionáveis a projetos poderão ser considerados cumpridos se o dinheiro for colocado no FGAM ou em fundo privado com finalidade de incentivar pesquisa na área, que ainda depende de regulamento.

    O projeto inclui a prospecção e a pesquisa mineral no rol de projetos elegíveis à emissão de debêntures incentivadas, títulos de renda fixa emitidos por empresas privadas para financiar projetos de infraestrutura.

    Cadastro nacional vai reunir projetos de minerais estratégicos

    De acordo com a proposta, todos os instrumentos de fomento somente poderão ser acessados por projetos de minerais críticos e estratégicos que estejam no cadastro nacional a ser criado e habilitados pelo conselho.

    O cadastro unificará informações dos órgãos federais, estaduais, municipais e distritais ligados à atividade. Também será criado o Certificado Mineral de Baixo Carbono, com benefícios para empreendimentos que aderirem voluntariamente.

    O texto prevê que as áreas com potencial para a produção de minerais críticos e estratégicos deverão ser priorizadas em leilões da Agência Nacional de Mineração (ANM), incluindo as desoneradas.

    Área desonerada é aquela cujo direito minerário foi extinto por renúncia, desistência, caducidade ou indeferimento, retornando ao controle da agência.

    Com base em diretrizes do conselho, a agência terá que fixar um preço mínimo para as áreas. Já a autorização de pesquisa em áreas com minerais críticos ou estratégicos terá prazo máximo improrrogável de dez anos. Depois dos dez, se o interessado não tiver apresentado relatório final de pesquisa, o direito minerário será extinto.

    Principais impactos nas negociações de Goiás

    • Poder de veto e homologação

    Como o texto prevê a criação de um conselho federal com atribuições para monitorar ou homologar mudanças de controle societário e contratos de fornecimento (offtake) sensíveis à soberania nacional, isso dá ao governo federal margem para intervir ou frear acordos que prevejam a remessa de 100% do minério bruto para fora do país.

    • Exigência de industrialização interna

    A norma direciona bilhões para o processamento e transformação dos minerais dentro do território nacional, confrontando negociações focadas puramente na exportação de matéria-prima.

    • Conflito federativo com Goiás

    O estado já havia instituído regras próprias e criado a Autoridade Estadual de Minerais Críticos (AMIC/GO) para atrair investimentos. A nova lei federal cria um duplo crivo regulatório, gerando debates sobre sobreposição de competências entre órgãos estaduais e federais.

    • Incentivos de mercado:

    Em contrapartida ao controle mais rígido, o projeto facilita o acesso a financiamentos via mercado de capitais por meio de debêntures incentivadas para a pesquisa e lavra desses recursos.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • TRT-GO cria política de igualdade racial e amplia para 30% reserva de vagas em concursos, estágios e comissionados

    TRT-GO cria política de igualdade racial e amplia para 30% reserva de vagas em concursos, estágios e comissionados

    O Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-GO) anunciou na quarta-feira (2) que instituiu uma Política Afirmativa de Promoção da Igualdade Racial que amplia de 20% para 30%, no mínimo, a reserva de vagas em concursos públicos para pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas.

    A norma também estabelece cotas em programas de estágio, metas progressivas para ocupação de cargos de liderança por pessoas negras e medidas voltadas aos contratos de terceirização.

    A política foi criada pela Portaria TRT 18 nº 2140/2026 para “enfrentar o racismo institucional, promover a equidade racial e ampliar progressivamente a participação desses grupos nos quadros de pessoal, programas e relações contratuais do Tribunal”, divulgou o TRT.

    As medidas estão organizadas em quatro eixos

    · Formação e desenvolvimento profissional;

    · Reserva de vagas e ações afirmativas internas;

    · Promoção da igualdade racial em contratos de terceirização;

    · Governança, monitoramento e transparência.

    Capacitação de pessoas negras

    Entre as ações previstsas pelo órgão está a realização de capacitações voltadas ao desenvolvimento profissional de pessoas negras para o exercício de cargos em comissão e funções comissionadas, com o objetivo de ampliar sua participação em posições de liderança.

    Reserva de 30% em concursos

    Nos próximos concursos públicos destinados ao preenchimento de cargos efetivos do TRT-GO, pelo menos 30% das vagas deverão ser reservadas a pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas.

    A regra será aplicada quando o concurso oferecer duas ou mais vagas e também alcançará aquelas que surgirem durante o prazo de validade do certame.

    No concurso realizado pelo TRT-GO em 2023 para o quadro de servidores, a reserva para candidatos negros era de 20%. Com a nova política, o percentual passa a 30%.

    Para candidatos pretos e pardos, a autodeclaração deverá ser submetida a procedimento complementar de confirmação por Comissão de Heteroidentificação. No caso de pessoas indígenas e quilombolas, serão adotados procedimentos específicos.

    O indeferimento da autodeclaração não excluirá automaticamente o candidato do concurso. Ele poderá continuar concorrendo pela ampla concorrência, desde que tenha alcançado pontuação suficiente nas etapas anteriores.

    Estágio também terá reserva de vagas

    A política determina ainda a reserva de 30% das vagas dos programas de estágio do TRT-GO para estudantes negros.

    A medida deverá ser aplicada em todos os processos seletivos para estágio, independentemente da área de atuação, e a reserva deverá constar expressamente dos editais.

    A Secretaria de Gestão de Pessoas ficará responsável por ampliar a divulgação dessas vagas, inclusive por meio de articulação com instituições de ensino públicas e privadas.

    Metas para cargos de liderança

    A portaria estabeleceu metas graduais para ampliar a ocupação de cargos em comissão e funções comissionadas por pessoas negras.

    A participação deverá chegar a 15% até o fim de 2028, subir para 17% até 2030 e alcançar 20% até 2032.

    Caso alguma das metas não seja atingida, a Secretaria de Gestão de Pessoas deverá apresentar justificativa ao Subcomitê Regional do Programa de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade.

    Caberá ao colegiado propor à Presidência do Tribunal um plano de correção, com definição de ações, responsáveis e prazos.

    Regras para empresas terceirizadas

    As ações afirmativas também alcançarão empresas contratadas para prestação de serviços ao TRT-GO.

    Segundo a portaria, editais e contratos deverão conter cláusulas de promoção da igualdade racial, salvo nos casos em que a medida for considerada inviável, situação que deverá ser justificada.

    Nos contratos com dez ou mais colaboradores, pelo menos 10% dos postos de trabalho deverão ser preenchidos por trabalhadores afrodescendentes durante toda a execução contratual.

    Já nos contratos com 25 ou mais colaboradores, deverão ser reservadas, no mínimo, 5% das vagas para mulheres em situação de vulnerabilidade econômico-social, com prioridade para mulheres pretas e pardas.

    Monitoramento

    O Subcomitê Regional do Programa de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade será responsável pela governança, coordenação e acompanhamento da nova política.

    Entre as atribuições estão fiscalizar o cumprimento das medidas e propor à Presidência ajustes, melhorias e ações corretivas.

    O Subcomitê é atualmente coordenado pelo desembargador Marcelo Pedra. A política deverá ser revista a cada três anos.

    A portaria considera, entre seus fundamentos, o princípio constitucional da igualdade, o Estatuto da Igualdade Racial e normas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) voltadas à promoção da equidade racial.

    Também são citados o Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial, a Lei nº 15.142/2025, o Decreto nº 12.536/2025 e a Resolução CSJT nº 368/2023, que instituiu o Programa de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade no âmbito da Justiça do Trabalho.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista