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  • Destaque do Anápolis, Matheus Lagoa acerta saída para o futebol asiático

    Destaque do Anápolis, Matheus Lagoa acerta saída para o futebol asiático

    O Anápolis Futebol Clube confirmou a saída do atacante Matheus Lagoa, um dos principais destaques do Galo da Comarca nas duas últimas temporadas. O jogador, que tinha contrato até o fim de 2026, aceitou uma proposta do futebol asiático e deixa o clube após uma passagem de protagonismo.

    Capitão da equipe e peça importante no setor ofensivo, Lagoa disputou 80 partidas com a camisa tricolor, marcou 19 gols e distribuiu 11 assistências. Seu destino será o Persebaya Surabaya, da Indonésia.

    Matheus Lagoa também deixa sua marca nas conquistas recentes do Anápolis. O atacante participou do título do Campeonato Goiano do Interior de 2025 e, nesta temporada, foi campeão da inédita Copa Centro-Oeste, primeira conquista nacional da história do clube.

    Em 2026, individualmente, foram 34 jogos, 13 gols e quatro assistências, números que reforçam sua importância na temporada. O atacante também teve participação decisiva na Copa do Brasil, marcando dois gols na vitória por 3 a 1 sobre o Cianorte.

    A saída acontece após uma temporada de calendário cheio para o Anápolis. No Campeonato Goiano, o Galo da Comarca chegou às quartas de final; na Copa do Brasil, avançou de fase; conquistou a Copa Centro-Oeste e posteriormente chegou à decisão da Copa Verde, ficando com o vice-campeonato diante do Paysandu.

    Já na Série C do Campeonato Brasileiro, viveu uma campanha marcada pela luta contra o rebaixamento e garantiu a permanência somente na última rodada, com o empate por 1 a 1 diante do Santa Cruz, no Jonas Duarte. O Anápolis terminou a competição com 19 pontos, na 18ª colocação, assegurando presença na Série C de 2027.

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  • Mabel diz que não fará bacia do Botafogo “a qualquer preço” e admite adiamento para 2027

    Mabel diz que não fará bacia do Botafogo “a qualquer preço” e admite adiamento para 2027

    O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, afirmou que a conclusão da bacia de contenção do Córrego Botafogo ainda em 2026 está ameaçada devido ao preço apresentado para a contratação emergencial da obra.

    Em entrevista ao editor-chefe do Diário de Goiás, Altair Tavares, Mabel disse que o valor ficou mais de 20% acima do que a Prefeitura considera adequado e que, caso não haja uma redução na próxima semana, a obra será levada a licitação.

    Mabel afirmou estar “muito chateado” com a situação, principalmente porque tinha a expectativa de concluir a bacia ainda neste ano. Segundo ele, a Prefeitura tentou viabilizar a execução de forma emergencial, mas a proposta apresentada pela empresa responsável ficou inicialmente cerca de 30% acima do valor considerado aceitável.

    Prefeitura tentou negociar redução

    De acordo com o prefeito, após a apresentação do orçamento, a equipe da administração municipal foi orientada a revisar os valores e conferir os preços levantados. A empresa também foi chamada para negociar.

    Com a negociação, o valor caiu, mas permaneceu pouco acima de 20% superior ao estimado pela Prefeitura. Diante disso, Mabel afirmou que não considera adequado avançar com a contratação nos termos apresentados.

    “Eu não vou fazer um negócio de qualquer jeito, a qualquer preço, só para cumprir um compromisso. Dinheiro é difícil demais”, afirmou o prefeito.

    Licitação pode deixar obra para 2027

    Mabel estabeleceu a próxima semana como prazo para que a empresa apresente uma proposta dentro dos valores considerados viáveis pelo município. Caso isso não aconteça, a contratação emergencial será descartada e a obra seguirá para licitação.

    Nesse cenário, a previsão de conclusão ainda em 2026 ficará inviabilizada devido ao tempo necessário para realização do processo licitatório. Segundo o prefeito, além da bacia do Botafogo, outras três estruturas também deverão ser incluídas no processo.

    “Se não chegar no preço, na semana que vem nós vamos anunciar, já pôr em licitação tudo. Nós já vamos colocar as quatro em licitação e vamos fazer tudo ano que vem”, declarou.

    Decisão considera custo da obra

    O prefeito ressaltou que a administração não pretende acelerar a execução apenas para cumprir a previsão inicial de entrega. A decisão, segundo ele, levará em conta a relação entre o custo apresentado e os valores considerados adequados pela Prefeitura.

    Com isso, caso a negociação não resulte em uma proposta considerada viável, a expectativa é que as quatro obras sejam licitadas e tenham execução prevista para 2027.

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  • Projeto que cria fundo Imobiliário não lista imóveis para evitar depreciação, explica Mabel

    Projeto que cria fundo Imobiliário não lista imóveis para evitar depreciação, explica Mabel

    O prefeito Sandro Mabel (UB) explicou que a prefeitura não anexou ao projeto que cria o Fundo de Investimento Imobiliário (FIIs), em Goiânia, para evitar uma depreciação.

    De acordo com ele, a citação de áreas que não atraem interesse podem reduzir a rentabilidade para o Paço e, portanto, a estratégia é listá-los a partir da aprovação do texto encaminhado à Câmara Municipal e a plena constituição do fundo.

    “Tínhamos uma lista. Desenvolvemos isso junto com o Estado. Mas ouvimos de administradores de fundos de que não é vantagem colocar um punhado de imóveis lá dentro, pois vão coisas que não servem. Isso deprecia o valor do fundo, a rentabilidade. Tem que colocar conforme surgem as coisas”, afirmou.

    Segundo o prefeito, já há vários imóveis disponíveis, que “serão colocados à medida que se procura um negócio”. Mabel cita como exemplo uma área que pode ser utilizada para a edificação de um galpão logístico.

    “Vai-se trazer uma empresa, o fundo fica sócio dali e ótimo, funcionou”, exemplifica. “Não adianta pegar a área que não vai virar nada e não é rentabilizada pois não tem nada lá dentro”, completa.

    Mabel detalha que o empreendimento a ser desenvolvido precisa ser atrativo. Primeiro, portanto, será formado o fundo, contratada a empresa gestora, via licitação, e só depois as áreas serão destinadas ao FIIs.

    O texto que cria o FIIs foi anunciado nesta terça-feira (1) e enviado à Câmara Municipal. O modelo permite que imóveis públicos classificados como bens dominicais, que atendam aos critérios previstos no projeto e apresentem potencial de exploração econômica, sejam transferidos para um ou mais fundos mediante a integralização de cotas.

    Conforme o Paço, a iniciativa tem como objetivo reduzir a ociosidade e os custos de manutenção dos imóveis, valorizar o patrimônio público e ampliar o potencial de geração de receitas para o município.

    São considerados bens dominicais os imóveis pertencentes ao patrimônio público que não estão destinados, naquele momento, a uma finalidade pública específica. Podem ser terrenos, prédios ou lotes que estejam sem utilização direta por um serviço público ou que tenham sido desafetados.

    De acordo com o prefeito Sandro Mabel, o funcionamento do modelo começa pela identificação de um imóvel com potencial, seguida de avaliação e estudos técnicos. Depois, o ativo poderá ser integralizado no fundo, e o município receberá cotas correspondentes.

    A partir daí, o fundo poderá buscar formas de exploração econômica e valorização do ativo, conforme sua regulamentação.

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  • Mabel prepara decreto para responsabilizar quem impedir retirada de árvores com risco de queda

    Mabel prepara decreto para responsabilizar quem impedir retirada de árvores com risco de queda

    O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, anunciou que pretende editar um decreto para estabelecer regras para a poda e retirada de árvores que apresentem risco de queda na capital.

    Segundo ele, a medida deve permitir que moradores e associações de bairros que discordem da retirada de uma árvore assumam formalmente a responsabilidade por eventuais danos que possam ser provocados pela estrutura.

    A declaração foi dada durante entrevista ao Diário de Goiás. Mabel afirmou estar preocupado com árvores doentes ou que apresentem risco, especialmente diante de eventos climáticos extremos.

    O prefeito também citou uma reunião da qual participou em São Paulo sobre os efeitos do fenômeno El Niño e afirmou que a Prefeitura prepara outras medidas relacionadas ao tema, que devem ser anunciadas nos próximos dias.

    Responsabilidade poderá ser transferida

    De acordo com Mabel, o decreto deverá estabelecer um mecanismo para situações em que a Prefeitura tenha um laudo técnico recomendando a retirada de uma árvore, mas a comunidade ou uma associação de moradores seja contrária à medida.

    Como exemplo, o prefeito citou uma gameleira que, segundo a avaliação do município, deveria ser retirada por apresentar risco. Caso uma associação apresente um laudo particular afirmando que a árvore está em condições adequadas, os responsáveis poderão assinar um termo assumindo eventuais consequências.

    “Se eu tenho quem seja responsável, o que eu não posso é a Prefeitura ser responsável”, afirmou Mabel.

    Laudo também poderá gerar responsabilidade

    A proposta, segundo o prefeito, não deverá responsabilizar apenas a associação ou os moradores que decidirem pela permanência da árvore. O profissional responsável pelo laudo que atestar a segurança da estrutura também poderá responder pelo documento apresentado.

    Mabel citou a possibilidade de a árvore cair sobre um veículo ou provocar danos pessoais. Nesses casos, caso exista documentação assinada assumindo a responsabilidade pela manutenção da árvore, a Prefeitura pretende evitar que o município seja responsabilizado pelos prejuízos.

    “Quem deu o laudo também, do mesmo jeito, se responsabiliza por ele, dizendo que ela vai ficar de pé”, declarou.

    Prefeitura quer evitar conflito com moradores

    O prefeito afirmou ainda que a intenção é evitar conflitos entre a administração municipal e comunidades que desejam preservar determinadas árvores. Para Mabel, se houver alguém disposto a assumir formalmente a responsabilidade pela permanência da estrutura, a Prefeitura poderá deixar de ser a responsável pela decisão.

    Ao mesmo tempo, ele defendeu que árvores que estejam efetivamente doentes ou ofereçam risco precisam receber atenção. “Árvores que estão doentes, elas vão cair, não tem o que fazer”, afirmou.

    O decreto ainda será elaborado e deverá detalhar os procedimentos, documentos e responsabilidades envolvidos nos casos em que houver divergência entre a avaliação do município e a decisão dos moradores ou associações.

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  • Mendonça quer que plenário do STF analise diálogos entre Vorcaro e Moraes

    Mendonça quer que plenário do STF analise diálogos entre Vorcaro e Moraes

    O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta terça-feira (1°) que as novas conversas atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes sejam analisadas pelo plenário da Corte.

    A sinalização do ministro ocorreu no despacho no qual Mendonça retirou o sigilo de diálogos inéditos até então.

    As conversas mostram citações aos nomes de Moraes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e foram extraídas a partir da quebra de sigilo do celular do ex-banqueiro, que é alvo das investigações da Operação Compliance Zero. A apuração investiga fraudes financeiras no Banco Master.

    Segundo Mendonça, que é relator do caso, o plenário da Corte é a “instância soberana” para analisar o caso.

    “O caminho inevitável dos presentes autos leva ao plenário deste Supremo Tribunal Federal, instância soberana para analisar, de modo técnico estritamente jurídico, os novos elementos trazidos pela autoridade policial”, afirmou o ministro.

    O ministro também defendeu que sessão ocorra de forma “pública e transparente”. “A aludida deliberação, pelo plenário da Corte, deverá ocorrer de forma pública e transparente, em sessão presencial do colegiado”, completou.

    A decisão de colocar a questão em pauta cabe ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, responsável regimentalmente pela organização da pauta.

    Com a eventual deliberação, a Corte poderá analisar se Moraes pode ser investigado a partir das conversas. No início deste ano, surgiram as primeiras mensagens que teriam sido trocadas entre Vorcaro e Moraes.

    O escritório da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, mantinha contratos com o Banco Master. Na ocasião, o ministro negou ter mantido conversas com o ex-banqueiro.

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  • Toffoli recua e autoriza Renan Santos a fazer campanha nas redes e participar de debates

    Toffoli recua e autoriza Renan Santos a fazer campanha nas redes e participar de debates

    Um dia depois de suspender parcialmente a campanha do presidenciável Renan Santos (Missão), o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), autorizou que o candidato faça campanhas nas redes sociais e participe dos debates. Renan também poderá acessar os fundos eleitoral e partidário.

    Pela decisão, publicada nesta terça-feira (1), o ministro liberou a realização de propaganda eleitoral da chapa presidencial do Missão por meio dos endereços eletrônicos de sítio, blog, rede social, sítio de mensagens instantâneas e aplicações de internet assemelhadas que já estejam registrados no sistema do TSE.

    Portanto, Renan Santos poderá usar novamente os perfis que declarou fora do prazo e que tinham sido suspensos por Toffoli no domingo.

    Por ordem do ministro, várias plataformas de mídias digitais suspenderam as contas do candidato. Agora, Toffoli deu prazo de duas horas para que os perfis sejam restabelecidos.

    Ao todo, segundo o TSE, 16 perfis foram informados fora do prazo, o que ensejou a decisão de Toffoli em restringir a campanha de Renan Santos. Todos estes, agora, estão liberados.

    Desde a suspensão da campanha, o candidato do Missão fez várias críticas a Toffoli e alegou ter sido censurado. Ele relacionou as restrições impostas pelo ministro ao fato de ter relacionado o ministro ao caso Master.

    Renan afirmou que vinha publicando reiteradamente conteúdos sobre o caso e disse não acreditar que a decisão contra sua campanha tenha ocorrido por “coincidência”. Renan afirmou ainda que orientou seus advogados a não participar de uma reunião no gabinete de Toffoli para discutir as restrições à campanha.

    O encontro havia sido solicitado pela própria defesa.

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