Tag: goiás

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    Caso Moraes e Vorcaro deve segurar PEC 6×1 no Senado nesta semana

    Revelações sobre relação entre ministro do STF e banqueiro reacendem pressão pelo impeachment e podem levar Alcolumbre a brecar votação no plenário para conter a oposição

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    Centro Cultural Octo Marques tem três novas exposições em Goiânia; saiba o que está em cartaz

    Mostras de Auri Moraes e Yan Paluki e a coletiva “Toda Vastidão” exploram memória, corpo e território; abertura gratuita nesta quinta às 19h com obras que ficam em cartaz até outubro

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    PIB do Brasil cresce 0,5% no 2º trimestre de 2026, aponta IBGE

    Na comparação anual, PIB cresceu 2%; no primeiro semestre, alta acumulada chegou a 1,9%.

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    Cintia Dicker se pronuncia após Pedro Scooby confirmar separação

    Casal estava junto há 7 anos e tem uma filha, Aurora; surfista afirma que os dois viajaram juntos em família durante os dois meses separados e seguirão unidos como pais

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    Natanzinho Lima foi quem mais faturou em shows com verba pública; saiba o valor

    Levantamento do observatório De Olho nos Ruralistas mostra que Natanzinho Lima superou Wesley Safadão e Henry Freitas; cachê do artista saltou de R$ 25 mil para R$ 1 milhão em dois anos

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  • Entre renúncias e indeferimentos, TRE já inabilitou 24 candidaturas em Goiás

    Entre renúncias e indeferimentos, TRE já inabilitou 24 candidaturas em Goiás

    O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) já inabilitou 24 candidaturas nas eleições deste ano no estado. Na lista há sete postulações a deputado federal, 16 para a Assembleia Legislativa (Alego) e uma de primeiro suplente de chapa para o Senado Federal.

    Destas, 70%, ou seja, 17 foram por renúncia dos candidatos. Outros sete postulantes tiveram o pedido de registro da candidatura indeferido pelo TRE-GO.

    Nestes casos, quatro já transitaram em julgado e não há mais possibilidade de recurso. Há três candidaturas do DC à Alego, no entanto, de Adão Cruz, Haroldo Shawlyn e Wagner, que ainda terão nova análise após pedido de reconsideração pelos advogados do partido.

    Há ainda outras candidaturas que são questionadas pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), já com parecer pelo indeferimento do registro. São os casos de Adair Henriques Vovô do Jeep (PSDB) e Paulo da Farmácia (Repulicanos), candidatos a deputado federal; e Lidevam Lima (PSB) e Ricardo Fortunato (Democrata).

    Todos eles têm condenação de Tribunais de Contas – ou da União ou dos Municípios – e, segundo a Procuradoria Eleitoral, estão inelegíveis.

    Das 24 candidaturas inaptas, apenas sete delas foram substituídas – todas de candidatos que renunciaram. Uma delas foi na primeira suplência de Zacharias Calil (MDB).

    Com a desistência de Thales Jayme (MDB), o médico Leonardo Reis (MDB) assumiu o posto. Das sete renúncias para deputado federal, em três casos houve substituição.

    Das 16 entre ex-postulantes da Alego, houve três substituições até aqui.

    Candidaturas a deputado federal inaptas:

    Veja quem deixou oficialmente a disputa para deputado federal:

    Cabo Lorrane (PRD) – renúncia, substituída por Sargento Wiviane (PRD)

    Carlos Branquinho (Republicanos) – renúncia, substituído por Samuel da Ração (Republicanos)

    Cláudio Meirelles (PSB) – renúncia, sem substituto indicado

    Felisberto Tavares (PP) – renúncia, sem substituto indicado

    Neide Alves (DC) – renúncia, substituída por Edivania Silva (DC)

    Nicolina Tia Nicola (MDB) – renúncia, sem substituto indicado

    Pedro Sales (PSD) – renúncia, sem substituto indicado

    Veja quem deixou oficialmente a disputa para deputado estadual:

    Adão Ferraz (DC) – registro indeferido

    Agenor Curado (Novo) – renúncia, sem substituto indicado

    Aldenor Carneiro (PSB) – renúncia, sem substituto indicado

    Alexandre Cruz (PSOL) – registro indeferido

    Ana Paula da 44 (PL) – renúncia. A chapa tinha um nome a mais e fica com os 42 permitidos

    Diego Jejees (PSOL) – registro indeferido

    Felix Ar Motociclista Entregador (MDB) – renúncia, sem substituto indicado

    Haroldo Shawlyn (DC) – registro indeferido

    Lisieux Borges (PSDB) – renúncia, substituído por Rosa Maria (Cidadania)

    Macarrão do Esporte (PSOL) – renúncia, sem substituto indicado

    Margareth Lopes (Republicanos) – registro indeferido

    Mauro do Alho (PSOL) – registro indeferido

    Oziel Lírio (UB) – renúncia, substituído por Thiago do Vale (UB)

    Raimundo da Casa da Saúde (PSD) – renúncia, sem substituto indicado

    Terapeuta Ariel Luz (PT) – renúncia, substituída por Héllem Costa (PT)

    Wagner (DC) – registro indeferido

    Veja quem deixou oficialmente a suplência de chapa ao Senado:

    Thales Jayme (MDB) – renúncia, substituído por Leonardo Reis (MDB)

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  • Goiânia tem cerca de 15 mil imóveis e Prefeitura quer transformar parte do patrimônio em renda

    Goiânia tem cerca de 15 mil imóveis e Prefeitura quer transformar parte do patrimônio em renda

    A Prefeitura de Goiânia identificou um patrimônio imobiliário de aproximadamente 15 mil imóveis e lotes pertencentes ao município e pretende utilizar parte dessas áreas em uma nova estratégia de geração de receitas.

    A proposta será formalizada por meio do Projeto de Lei que cria um Fundo de Investimento Imobiliário, que será enviado à Câmara Municipal nesta terça-feira (1º), conforme anúncio do prefeito Sandro Mabel.

    Segundo o prefeito, o levantamento mais recente apontou que o município possui cerca de 15 mil propriedades, número superior aos aproximadamente 9 mil imóveis que já eram conhecidos pela administração.

    A diferença, de cerca de 6 mil áreas, estaria relacionada a propriedades que ainda não haviam sido devidamente identificadas ou registradas no patrimônio municipal.

    Mabel explicou que a Prefeitura trabalha na regularização e no registro dessas áreas, mas ressaltou que nem todos os 15 mil imóveis deverão integrar o Fundo Imobiliário. A intenção é selecionar propriedades com potencial de gerar negócios, valorização ou renda.

    “Não quer dizer que nós vamos colocar todos esses lotes dentro do fundo de investimento. Fundo de investimento são coisas maiores”, afirmou o prefeito.

    Primeiros 100 imóveis serão selecionados

    De acordo com Mabel, a administração já iniciou o levantamento e a avaliação aproximada das propriedades para definir quais serão os primeiros ativos a integrar a estrutura. A previsão inicial é selecionar cerca de 100 imóveis com capacidade de se transformar em empreendimentos ou gerar retorno financeiro.

    “Não colocar terreno só para ficar lá o terreno. Não, só coisa que dá negócio.

    Que dá para você ampliar”, disse.

    A lógica defendida pelo prefeito é evitar que áreas públicas permaneçam sem utilização, sujeitas a custos de manutenção, ocupações e perda de valor. Em vez disso, os imóveis considerados estratégicos poderão ser utilizados como participação da Prefeitura em empreendimentos.

    Na prática, o município transferiria a titularidade dos imóveis selecionados para o fundo, após avaliação independente. O valor atribuído a cada propriedade seria convertido em cotas do Fundo Imobiliário, que continuariam pertencendo à Prefeitura.

    Imóveis poderão virar empreendimentos

    Mabel citou como exemplo áreas públicas que estão próximas ao Paço Municipal e que atualmente não têm uma utilização definida. Segundo ele, terrenos pertencentes à Prefeitura, à Câmara Municipal ou a outros órgãos poderiam ser incorporados à estratégia caso não sejam necessários para a execução de serviços públicos.

    A ideia é que essas áreas possam ser utilizadas em projetos imobiliários e urbanos capazes de aumentar o valor do patrimônio municipal.

    Outro exemplo citado pelo prefeito foi a área da Praça Marília Mendonça, onde a administração pretende implantar um mercado gastronômico. Nesse modelo, o terreno entraria no empreendimento como participação do fundo. Com a construção e valorização do projeto, o patrimônio do fundo também aumentaria.

    “Esse mercado gastronômico, o que nós vamos ser o mercado gastronômico? O fundo vai colocar o terreno nesse empreendimento. E o que o fundo ganha com isso? Quando ficar pronto o mercado, o fundo passa a ter uma valorização do patrimônio dele”, explicou.

    A estratégia também poderá envolver áreas que foram anteriormente doadas pelo município, mas que não tiveram a destinação prevista. Mabel afirmou que a Prefeitura vem trabalhando na reversão de doações quando não houve cumprimento da finalidade estabelecida.

    Fundo poderá ajudar a reduzir dívida com a Previdência

    Um dos principais objetivos apresentados por Mabel é utilizar a valorização dos ativos imobiliários para, ao longo do tempo, reforçar o patrimônio destinado à Previdência municipal.

    Segundo o prefeito, a dívida da Prefeitura de Goiânia com a Previdência supera R$ 12 bilhões. Para ele, utilizar diretamente recursos do caixa municipal para cobrir o passivo comprometeria investimentos em áreas como saúde e educação.

    A proposta é que os imóveis sejam transformados em ativos capazes de gerar renda e, posteriormente, parte dessas cotas ou dos rendimentos seja destinada à Previdência. “Quando eu pego um bem desse, invisto o bem nele, faço ele criar mais corpo, criar rendimento, e coloco ele dentro da Previdência, o que acontece?

    Eu não estou gastando dinheiro”, afirmou.

    Mabel também citou a possibilidade de destinar parte dos resultados do fundo para projetos habitacionais. A intenção é que o patrimônio imobiliário municipal deixe de representar apenas um ativo parado e passe a funcionar como fonte de recursos para novas políticas públicas.

    Gestão deverá ser profissional

    Pela proposta apresentada pelo prefeito, a administração do fundo deverá ser realizada por uma empresa ou profissional especializado, selecionado por meio de licitação. A Prefeitura pretende estabelecer critérios de experiência e capacidade financeira para escolher o gestor responsável pela administração dos ativos.

    Mabel defendeu que a profissionalização é necessária para evitar aplicações ou negócios considerados inadequados e garantir maior segurança ao patrimônio público.

    A previsão inicial é que o fundo seja fechado, sem abertura imediata para investidores privados. Segundo o prefeito, a possibilidade de futuramente permitir a participação do público poderá ser avaliada quando o patrimônio estiver estruturado.

    Prefeitura diz que não pretende vender patrimônio indiscriminadamente

    Mabel reforçou que a criação do Fundo Imobiliário não significa, segundo ele, uma venda generalizada dos imóveis públicos. A estratégia seria utilizar os imóveis como ativos para participação em empreendimentos e operações capazes de gerar valorização. “O objetivo é fazer com que aquele fundo possa crescer”, afirmou.

    O prefeito também disse que áreas necessárias para serviços públicos, como escolas, unidades de saúde e outros equipamentos, deverão continuar sendo destinadas a essas finalidades.

    Como exemplo, citou a decisão de buscar terrenos mais adequados para a construção de unidades básicas de saúde, levando em consideração critérios como acesso, transporte coletivo e mobilidade.

    O projeto será encaminhado à Câmara Municipal de Goiânia, onde deverá ser analisado pelos vereadores. Mabel afirmou esperar apoio do Legislativo para a aprovação da proposta e disse que pretende apresentar previamente o modelo aos parlamentares para explicar o funcionamento do fundo.

    A criação do mecanismo faz parte de uma estratégia mais ampla defendida pela atual gestão para reorganizar o patrimônio imobiliário municipal, transformar áreas sem utilização em ativos produtivos e buscar alternativas para reduzir o impacto das obrigações financeiras da Prefeitura, especialmente o passivo previdenciário.

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  • Cientista político analisa ascensão de Augusto Cury: “força do antissistema”

    Cientista político analisa ascensão de Augusto Cury: “força do antissistema”

    O cientista político Alberto Carlos Almeida, autor do livro ‘A Cabeça do Eleitor’, uma bíblia dos marqueteiros, avaliou que a ascensão meteórica de Augusto Cury (Avante) – que saltou de 2% para 11% nas intenções de voto em algumas pesquisas – está relacionada sobretudo ao voto antissistema.

    Almeida considera que este fenômeno guarda relação com o que aconteceu com a candidatura de Jair Bolsonaro em 2018. Na ocasião, Bolsonaro, que nunca havia disputado eleição presidencial, despontou como um combatente da elite política que se polarizava há anos entre PSDB e PT.

    “É um fenômeno que aconteceu em 2018, com Bolsonaro. É um voto em quem nunca foi candidato a presidente.

    De um modo geral, há uma interação de diversos fatores. Você tem sempre um noticiário muito negativo da política e dos políticos.

    Em 2018, Bolsonaro foi votado porque nunca foi candidato a presidente. Não era um político do sistema.

    Ele era contra o PSDB, o PT, o MDB, que governava com Michel Temer. Bolsonaro foi a figura antissistema naquela eleição”, compara.

    O analista diz que Cury se difere das outras candidaturas oposicionistas, como de Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), pelo fato de jamais ter disputado eleição.

    “O Caiado tem toda a trajetória construída na política. O Zema veio desse fenômeno antipolítica, quando foi eleito pela primeira vez em 2018, mas depois se tornou parte do sistema e não é visto como uma opção a Lula e Flávio”, diz.

    Sobrariam então Cury e Renan Santos (Missão) como opções ao eleitor antissistema. Neste caso, avalia Almeida, o candidato do Avante destaca-se pelo discurso na campanha.

    “Aí tem elementos aleatórios. Vai no debate, se destaca, fala algo que viraliza.

    São eleitores que votam na oposição, mas que querem alguém que não seja do sistema, como é Flávio, como são Caiado e Zema”, frisa.

    Até onde vai a onda

    As pesquisas que dão Cury com 11% ainda mostram uma longa distância, de 20 pontos percentuais, para Flávio Bolsonaro (PL), que hoje é o principal desafiante do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Almeida considera que as chances de que ele esteja no segundo turno são pequenas, mas não podem ser ignoradas.

    “Ninguém sabe, a rigor. Diante de tudo que acontece no Brasil, na última década, é uma pergunta muito difícil de responder.

    Tem gente que diz que ele vai crescer, passar Flávio e disputar o segundo turno com Lula. Eu tenho uma visão mais conservadora, que nem sempre é a certa.

    Tendo a achar que ele não tem chance de ultrapassar Flávio Bolsonaro. Mas pode acontecer, posso errar novamente”, analisa.

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  • Mabel anuncia revisão e cancelamento de doações de áreas públicas para órgãos em Goiânia

    Mabel anuncia revisão e cancelamento de doações de áreas públicas para órgãos em Goiânia

    O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, anunciou que a Prefeitura pretende revisar e cancelar doações de áreas públicas feitas a órgãos e instituições que não tenham cumprido a finalidade prevista nos termos de cessão.

    A medida faz parte da estratégia do município de reorganizar o patrimônio imobiliário e identificar terrenos que podem voltar a integrar o conjunto de ativos da administração.

    Segundo Mabel, entre as áreas que estão sendo analisadas estão imóveis destinados à Justiça Federal, à Câmara Municipal e a outras instituições. A intenção é verificar quais terrenos permanecem sem a utilização prevista e, nesses casos, adotar medidas para que retornem ao patrimônio municipal.

    Áreas sem destinação poderão voltar ao município

    Durante a apresentação do projeto para criação do Fundo de Investimento Imobiliário de Goiânia, Mabel afirmou que a Prefeitura está fazendo um levantamento do patrimônio público e pretende recuperar áreas que foram doadas, mas não tiveram a finalidade estabelecida concretizada.

    A revisão faz parte de um levantamento mais amplo que, segundo o prefeito, identificou cerca de 15 mil imóveis e lotes pertencentes ao município. Desse total, uma parcela poderá ser destinada ao futuro fundo imobiliário, enquanto outros imóveis deverão ter diferentes finalidades.

    A ideia é evitar que áreas públicas permaneçam sem utilização ou deixem de cumprir a função para a qual foram originalmente destinadas.

    Patrimônio será reorganizado

    Mabel citou ainda casos de áreas doadas para determinadas finalidades que não foram efetivamente utilizadas. Nesses casos, a Prefeitura pretende buscar a reversão dos imóveis.

    A medida está relacionada à proposta de transformar parte do patrimônio municipal em ativos capazes de gerar receitas. O município pretende selecionar inicialmente cerca de 100 imóveis considerados estratégicos, que poderão ser incorporados ao Fundo de Investimento Imobiliário.

    Os imóveis selecionados seriam avaliados individualmente e transferidos para o fundo pelo valor definido nas avaliações. Em troca, o município receberia cotas do fundo, mantendo o patrimônio como um ativo financeiro e podendo obter receitas com aluguéis, exploração econômica ou valorização dos imóveis.

    Fundo também mira dívida previdenciária

    A reorganização do patrimônio ocorre em meio à preocupação da Prefeitura com a dívida previdenciária de Goiânia, estimada por Mabel em mais de R$ 12 bilhões. A expectativa é que a valorização dos ativos e a geração de receitas possam contribuir, ao longo do tempo, para o enfrentamento do passivo.

    O prefeito também defende que parte dos recursos gerados pelos imóveis possa ser direcionada para políticas habitacionais. O projeto que cria o Fundo de Investimento Imobiliário deverá ser encaminhado à Câmara Municipal para análise dos vereadores. A proposta ainda precisa passar pelo Legislativo antes de ser implementada.

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  • Destaque do Anápolis, Matheus Lagoa acerta saída para o futebol asiático

    Destaque do Anápolis, Matheus Lagoa acerta saída para o futebol asiático

    O Anápolis Futebol Clube confirmou a saída do atacante Matheus Lagoa, um dos principais destaques do Galo da Comarca nas duas últimas temporadas. O jogador, que tinha contrato até o fim de 2026, aceitou uma proposta do futebol asiático e deixa o clube após uma passagem de protagonismo.

    Capitão da equipe e peça importante no setor ofensivo, Lagoa disputou 80 partidas com a camisa tricolor, marcou 19 gols e distribuiu 11 assistências. Seu destino será o Persebaya Surabaya, da Indonésia.

    Matheus Lagoa também deixa sua marca nas conquistas recentes do Anápolis. O atacante participou do título do Campeonato Goiano do Interior de 2025 e, nesta temporada, foi campeão da inédita Copa Centro-Oeste, primeira conquista nacional da história do clube.

    Em 2026, individualmente, foram 34 jogos, 13 gols e quatro assistências, números que reforçam sua importância na temporada. O atacante também teve participação decisiva na Copa do Brasil, marcando dois gols na vitória por 3 a 1 sobre o Cianorte.

    A saída acontece após uma temporada de calendário cheio para o Anápolis. No Campeonato Goiano, o Galo da Comarca chegou às quartas de final; na Copa do Brasil, avançou de fase; conquistou a Copa Centro-Oeste e posteriormente chegou à decisão da Copa Verde, ficando com o vice-campeonato diante do Paysandu.

    Já na Série C do Campeonato Brasileiro, viveu uma campanha marcada pela luta contra o rebaixamento e garantiu a permanência somente na última rodada, com o empate por 1 a 1 diante do Santa Cruz, no Jonas Duarte. O Anápolis terminou a competição com 19 pontos, na 18ª colocação, assegurando presença na Série C de 2027.

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