Categoria: Esportes

  • Goiás tem a camisa mais cara da Série B; veja posições de Atlético-GO e Vila Nova

    A Série B do Campeonato Brasileiro entra na reta final, com a 30ª rodada pela frente e os três representantes goianos ainda envolvidos na disputa pelo acesso. Fora de campo, porém, Goiás, Atlético-GO e Vila Nova ocupam posições bem diferentes em outro ranking: o preço das camisas.

    Levantamento do Diário do Nordeste aponta que o uniforme do Goiás é o mais caro entre os 20 participantes da competição, custando R$ 449,99 no modelo de jogador considerado pela pesquisa.

    A camisa esmeraldina é produzida pela italiana Diadora, que também fornece o material esportivo do Ceará. O Goiás aparece à frente do Náutico, cuja camisa da Reebok custa R$ 429.

    Entre os goianos, o Atlético-GO ocupa a 12ª posição no ranking, com o uniforme da marca própria Dragão Premium vendido por R$ 299,90. Já o Vila Nova aparece apenas na 18ª colocação: a camisa colorada, produzida pela Volt, custa R$ 259.

    A Volt é, inclusive, a fornecedora com maior presença na Série B, atendendo sete clubes.

    Na outra ponta da relação aparecem São Bernardo, com camisa de R$ 249,90, e Athletic, com R$ 189,90 — os dois modelos mais baratos da competição. Entre os mais caros, depois de Goiás e Náutico aparecem Ponte Preta (R$ 409,90), Ceará (R$ 399,99) e Sport (R$ 386,99).

    O levantamento mostra ainda que Atlético-GO, CRB e Juventude são os três clubes da Série B que utilizam marcas próprias para produzir seus uniformes.

    Dentro de campo, os goianos chegam à 30ª rodada em situações distintas, mas ainda olhando para o acesso. O Vila Nova lidera a Série B com 51 pontos em 29 jogos.

    O Atlético-GO aparece na sexta posição, com 46 pontos, enquanto o Goiás, embalado por duas vitórias consecutivas, ocupa o 11º lugar, com 42. A rodada terá, inclusive, confronto direto entre Goiás e Atlético-GO no sábado (26), às 18h30, no Estádio Hailé Pinheiro.

    Preços das camisas na Série B

    • Goiás — R$ 449,99 — Diadora

    • Náutico — R$ 429,00 — Reebok

    • Ponte Preta — R$ 409,90 — Volt

    • Ceará — R$ 399,99 — Diadora

    • Sport — R$ 386,99 — Kappa

    • CRB — R$ 329,90 — Regatas

    • Fortaleza — R$ 314,99 — Volt

    • América-MG — R$ 309,99 — Volt

    • Avaí — R$ 309,99 — Volt

    • Botafogo-SP — R$ 309,99 — Volt

    • Criciúma — R$ 309,99 — Volt

    • Atlético-GO — R$ 299,90 — Dragão Premium

    • Cuiabá — R$ 299,90 — Kappa

    • Juventude — R$ 299,00 — 19Treze

    • Londrina — R$ 299,00 — Athleta

    • Novorizontino — R$ 289,90 — Physicus

    • Operário-PR — R$ 260,00 — Karilu

    • Vila Nova — R$ 259,00 — Volt

    • São Bernardo — R$ 249,90 — Junpe

    • Athletic — R$ 189,90 — Kick.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Em sétimo na Divisão de Acesso, Goiânia demite Hemerson Maria e anuncia novo técnico

    O Goiânia Esporte Clube decidiu mudar o comando técnico na reta final da Divisão de Acesso do Campeonato Goiano. Hemerson Maria foi demitido após dirigir o Galo em 13 partidas na competição, com três vitórias, seis empates e quatro derrotas.

    Com aproveitamento de 38%, a equipe ocupa a sétima colocação, com 15 pontos, campanha distante da expectativa da diretoria na luta pelo acesso à elite estadual.

    Para o lugar de Hemerson Maria, o Goiânia anunciou Ito Roque, treinador que já trabalhou nesta edição da Divisão de Acesso. O paulista de 58 anos comandou o Rio Verde na primeira parte da competição, mas acabou desligado após uma sequência de oscilações e tropeços.

    Em seu currículo recente, Ito Roque acumula trabalhos por River-PI, Fluminense-PI, URT-MG, Mixto-MT, Uberlândia-MG e Juventus-SP.

    Ito Roque terá pouco tempo para trabalhar antes da estreia. O novo treinador já comandará o Goiânia nesta quarta-feira (23), às 19h30, diante do Morrinhos, no Estádio Abrão Manoel da Costa, pela 14ª rodada da Divisão de Acesso.

    Restando cinco jogos para o encerramento da competição, o Galo tenta iniciar uma reação para diminuir a distância em relação às primeiras colocações.

    E o Goiânia não foi o único clube a trocar de treinador nesta semana. O Trindade, lanterna da Divisão de Acesso, também promoveu uma mudança no comando técnico, com a saída de Gilberto Pereira e a chegada de Victor Santana.

    O novo treinador já passou por equipes como Sobradinho, Capital e Gama, do Distrito Federal, e assume o Tacão com oito pontos conquistados em 13 partidas, em situação delicada na luta contra o rebaixamento.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Recuperado, Estêvão volta à Seleção e mira espaço no ciclo para a Copa de 2030

    Estêvão está de volta à Seleção Brasileira e surge como uma das principais novidades no início do novo ciclo comandado por Carlo Ancelotti, agora com foco na Copa América de 2028 e, principalmente, no Mundial de 2030.

    O atacante, que fazia parte dos planos do treinador italiano para a Copa do Mundo de 2026, acabou ficando fora da competição após sofrer uma grave lesão muscular na coxa direita. Recuperado, ele retorna justamente na primeira convocação do Brasil após o Mundial.

    Aos 19 anos, Estêvão destacou a importância de estar presente nesse recomeço da Seleção e valorizou também a chegada de outros jovens ao grupo. “Estar aqui para este novo ciclo é muito importante para mim e para todos os jovens que estão chegando”, afirmou.

    Para o atacante, os amistosos desta Data FIFA já representam uma oportunidade importante para mostrar serviço e começar a construir espaço pensando nos próximos grandes desafios da equipe brasileira.

    O período afastado por lesão foi um dos assuntos abordados por Estêvão. O jogador ressaltou o apoio recebido durante a recuperação e admitiu a frustração por não ter participado da Copa do Mundo.

    “Minha família foi fundamental para mim nesse período de lesão, que não é muito fácil para um atleta. Acho que perdemos um momento muito especial, a Copa, mas eles sempre estiveram do meu lado”, declarou.

    Segundo ele, a palavra que marcou o processo foi “resiliência”, buscando deixar para trás o que aconteceu e concentrar as atenções no futuro.

    Estêvão também deixou claro que encara a nova oportunidade com motivação, e não com ansiedade. “Acho que não é ansiedade, acho que é um privilégio.

    Cada um dos jogadores que é escolhido aqui é privilegiado”, afirmou. O atacante não defendia a Seleção desde novembro de 2025, quando marcou gols tanto na vitória por 2 a 0 sobre Senegal quanto no empate por 1 a 1 diante da Tunísia.

    Agora, volta a trabalhar com Ancelotti e tenta recuperar o espaço que vinha conquistando antes da lesão.

    A Seleção Brasileira terá três compromissos nesta Super Data FIFA. O primeiro será contra a Austrália nesta sexta-feira, 25 de setembro, às 7h de Brasília, no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville.

    Brasil e Austrália voltam a se enfrentar no dia 29, também às 7h, desta vez no Suncorp Stadium, em Brisbane. Depois, a delegação segue para a Índia, onde enfrentará a seleção local no dia 3 de outubro, às 11h de Brasília, no Salt Lake Stadium, em Calcutá.

    Será o primeiro confronto da história entre Brasil e Índia.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Após terceira Copa do Mundo, Wilton Pereira Sampaio apita clássico entre Goiás e Atlético-GO

    A CBF definiu a arbitragem para o clássico entre Goiás e Atlético-GO, confronto cercado de expectativa pela luta das duas equipes pelo acesso à Série A do Campeonato Brasileiro. O duelo será disputado no próximo sábado (26), às 18h30, no Estádio Hailé Pinheiro, pela 30ª rodada da Série B, com transmissão da ESPN e do Disney+.

    O escolhido para comandar a partida foi o goiano Wilton Pereira Sampaio, árbitro FIFA-PRO e um dos principais nomes da arbitragem brasileira.

    Wilton Pereira Sampaio terá como assistentes Bruno Pires e Leone Carvalho Rocha, também de Goiás. A escala representa uma opção caseira da CBF para um clássico estadual em competição nacional, situação em que tradicionalmente também são utilizados profissionais de outras federações.

    No árbitro de vídeo estará Diogo Carvalho Silva, do Rio de Janeiro, com Paulo Renato Moreira da Silva Coelho como AVAR. Wilton tem 44 anos e integrou a arbitragem da Copa do Mundo de 2018, 2022 e 2026.

    O Goiás chega para o clássico embalado por duas vitórias consecutivas. No domingo (20), o time comandado por Mozart Santos derrotou o Avaí por 2 a 1, de virada, no Hailé Pinheiro, e chegou aos 42 pontos.

    O time esmeraldino ocupa a décima colocação, com 29 partidas disputadas, 12 vitórias, seis empates e 11 derrotas, aproveitamento de 48,3%. A equipe tenta aproveitar a reação nas últimas rodadas para diminuir a distância em relação ao G6 e continuar sonhando com o acesso.

    O Atlético-GO, por outro lado, chega depois de ter sua sequência de seis jogos pontuando interrompida pela derrota por 1 a 0 para o São Bernardo, no ABC Paulista. O time comandado por Roger Silva aparece na sexta colocação, com 46 pontos em 29 partidas.

    São 12 vitórias, dez empates e sete derrotas, aproveitamento de 52,9%. Separados por quatro pontos, Goiás e Atlético fazem um confronto direto que pode ter peso importante nas pretensões das duas equipes nesta reta final da Série B.

    Wilton Pereira Sampaio apitou duas partidas nesta edição da Série B: Ceará 1 a 0 Náutico, em Fortaleza, e Novorizontino 3 a 1 Avaí, em Novo Horizonte. Seu compromisso mais recente na Série A aconteceu no último sábado (19), no Mangueirão, quando comandou a vitória do Santos por 2 a 1 sobre o Remo.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Duas vitórias reacendem esperança; saiba o que o Goiás precisa para subir à Série A

    Entre os três representantes goianos, o Goiás é quem vive a situação mais adversa na luta pelo acesso à Série A do Campeonato Brasileiro.

    Apesar disso, o time comandado por Mozart Santos ganhou novo fôlego com duas vitórias consecutivas: 3 a 1 sobre o Botafogo-SP, em Ribeirão Preto, e 2 a 1, de virada, diante do Avaí, no Estádio Hailé Pinheiro. Com os resultados, o Esmeraldino chegou aos 42 pontos e ocupa a décima colocação, quatro pontos atrás do G6.

    A campanha do Goiás após 29 rodadas registra 12 vitórias, seis empates e 11 derrotas, com aproveitamento de 48,3%. A reação dentro de campo, porém, contrasta com os problemas financeiros enfrentados pelo clube.

    Depois da vitória sobre o Avaí, jogadores e Mozart Santos não concederam entrevistas em protesto contra atrasos. O elenco alega que compromissos assumidos pela diretoria para quitar parte das pendências não foram cumpridos.

    A matemática mostra o tamanho do desafio esmeraldino. Na projeção atual, de acordo com o comentarista José Roberto Silva (Rádio CBN), para buscar o acesso direto, reservado aos dois primeiros colocados, o Goiás precisaria vencer os nove jogos que ainda restam e chegar aos 69 pontos.

    Ou seja, para continuar mirando uma das duas primeiras posições, a equipe teria de manter 100% de aproveitamento até o encerramento da primeira fase. Pelo regulamento de 2026, os dois primeiros sobem diretamente, enquanto os clubes entre a terceira e a sexta posições disputam as outras duas vagas nos playoffs.

    A possibilidade mais próxima é entrar no G6 e conquistar uma vaga nos playoffs. Considerando a projeção de 63 pontos para alcançar essa faixa da classificação, o Goiás precisa somar mais 21 pontos.

    Isso representa sete vitórias nas nove partidas restantes. Mesmo nesse cenário, o Esmeraldino teria de vencer 77,8% dos jogos que ainda disputará, mostrando que a margem para novos tropeços é bastante reduzida.

    Dos nove jogos restantes, cinco serão disputados no Estádio Hailé Pinheiro e quatro fora de Goiânia. Na Serrinha, o Goiás enfrenta Atlético-GO, Athletic-MG, Náutico, CRB e Ponte Preta.

    Como visitante, terá pela frente Novorizontino, Operário-PR, Ceará e Sport. O primeiro desafio já será um confronto direto: no próximo sábado (26), às 18h30, o time esmeraldino recebe o Atlético-GO em clássico que pode ter peso decisivo para as pretensões das duas equipes na Série B.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Lula rebate clubes, defende fim das bets e diz que futebol brasileiro não depende das apostas

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, colocou o combate às casas de apostas entre os temas de sua campanha. Durante ato realizado em Guarulhos, na Grande São Paulo, Lula afirmou de forma direta que pretende encerrar a atuação das bets no país.

    “Se depender da minha vontade pessoal, eu vou acabar com as bets neste país”, declarou. O presidente classificou o crescimento das apostas on-line como um problema social e de saúde pública.

    Lula afirmou que sua preocupação está especialmente nos efeitos das apostas sobre famílias de baixa renda e pessoas que desenvolveram comportamento compulsivo. Durante o discurso, relatou casos de pessoas que venderam bens, esconderam dívidas da família e chegaram a situações extremas após perdas com jogos.

    “Essa jogatina de internet não é jogo de aposta, é um vício. É uma doença chamada ludopatia”, disse.

    Ele também afirmou que a eventual perda de arrecadação não deveria prevalecer sobre os impactos sociais: “O governo não está preocupado em perder imposto. O que a gente não pode perder é a vida dos pobres jogando.”

    A preocupação com os efeitos das apostas não se limita ao debate político.

    O Ministério da Saúde reconhece o transtorno do jogo como um transtorno de comportamento aditivo e alerta que o uso problemático das plataformas pode produzir prejuízos financeiros, familiares, profissionais e emocionais, além de estar associado a ansiedade, depressão, culpa e isolamento social.

    Em julho, o governo lançou uma campanha nacional de prevenção aos danos das apostas on-line e, em agosto, passou a oferecer pelo SUS até 100 mil teleatendimentos mensais voltados a apostadores e familiares.

    O discurso de Lula também foi uma resposta direta ao futebol brasileiro. Um dia antes, clubes e federações divulgaram um manifesto defendendo a manutenção do mercado regulamentado de apostas.

    A reação ocorreu diante da possibilidade de o governo editar uma Medida Provisória para proibir cassinos on-line e endurecer as regras para as apostas esportivas. Entre os participantes da mobilização estavam federações estaduais e clubes como Flamengo, Palmeiras, Santos, São Paulo, Botafogo, Fluminense, Vasco e Cruzeiro.

    No futebol goiano: Atlético e Vila Nova.

    No documento, as entidades reconhecem os problemas sociais relacionados ao crescimento das apostas, mas defendem que a resposta seja o fortalecimento da regulamentação, da fiscalização, da educação e das políticas de prevenção, e não simplesmente a retirada das empresas legalizadas do mercado.

    O manifesto sustenta que “o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte” e afirma que o dinheiro chega também a clubes menores, divisões inferiores, futebol feminino, categorias de base e projetos sociais.

    Os clubes argumentam ainda que uma retirada abrupta desse dinheiro poderia provocar um forte desequilíbrio financeiro.

    Segundo informações divulgadas na cobertura da mobilização, 13 clubes da Série A possuem atualmente casas de apostas como patrocinadoras máster, e o impacto estimado somente nessa linha de receita se aproxima de R$ 1 bilhão.

    Além do espaço principal das camisas, empresas do setor ocupam placas em estádios, propriedades digitais, transmissões e diferentes espaços comerciais ligados ao futebol.

    Lula rebateu o argumento de que uma eventual proibição colocaria em risco a existência do futebol brasileiro. O presidente lembrou que São Paulo, Santos, Flamengo, Corinthians, Grêmio e Internacional conquistaram títulos internacionais antes da expansão das casas de apostas no país.

    “Esse negócio de que se acabar com as bets vai acabar com o futebol é uma balela”, afirmou. Lula também disse que pretende chamar os clubes para conversar sobre o assunto.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Adson Batista defende fim das bets no Brasil e prevê nova realidade financeira para os clubes

    O debate sobre o futuro das casas de apostas no Brasil também chegou ao Atlético-GO. Após a derrota por 1 a 0 para o São Bernardo, pela 29ª rodada da Série B, o presidente Adson Batista se posicionou a favor da retirada das bets do país, mas defendeu que contratos já assinados com clubes sejam respeitados.

    A declaração ocorre em meio à intenção manifestada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, de avançar contra as plataformas de apostas. Lula relaciona a iniciativa ao endividamento e aos casos de dependência provocados pelo jogo.

    “Eu sou contra também as bets. Acho que nós precisamos respeitar os contratos que estão assinados, as placas, porque tudo tem um planejamento.

    Quando terminarem esses contratos, tira essas bets do Brasil. Vamos tocar nossa vida”, afirmou Adson Batista.

    O dirigente também defendeu que, caso as empresas deixem de patrocinar o futebol, os clubes não sejam utilizados comercialmente pelas plataformas. “Não pode patrocínio, mas vai continuar jogando os nomes dos clubes?

    Então não usa nunca mais o Atlético Goianiense.”

    A posição de Adson Batista vai na contramão da manifestação do vice-presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo. Após a vitória colorada sobre o América-MG, o dirigente classificou a possibilidade de restrições às bets como uma “medida eleitoreira” e alertou que o Vila poderia perder cerca de 20% de sua arrecadação anual.

    Clubes brasileiros também vêm defendendo a manutenção do mercado regulamentado e argumentam que mudanças abruptas poderiam afetar contratos, patrocínios e outras receitas do futebol.

    Adson Batista reconheceu que a retirada das casas de apostas exigiria uma adequação financeira dos clubes, mas também criticou o nível de gastos do futebol brasileiro. “Vamos voltar a readequar financeiramente, porque também está gastando muito.

    Eu sou contra os gastos exorbitantes que têm. A gente tem que respeitar os contratos.

    Quando isso terminar, tira essas bets do Brasil.” Para o presidente rubro-negro, os maiores beneficiados pelo dinheiro das apostas são os clubes de maior poder econômico.

    O presidente do Atlético Clube Goianiense ainda relacionou o mercado de apostas aos recentes casos de manipulação envolvendo jogadores. “Se as bets saírem, eu acho que é muito positivo, porque vai acabar com esse negócio de jogador de mente fraca se vendendo”, afirmou.

    Adson defendeu que qualquer mudança seja pensada para médio e longo prazo, preservando inicialmente os compromissos já firmados e permitindo que os clubes reorganizem seus orçamentos para uma realidade sem o dinheiro das casas de apostas.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Ex-técnico do Atlético-GO vai comandar a Anapolina na temporada 2027

    A Anapolina definiu o treinador para a temporada de 2027. A Rubra anunciou a contratação de Marcelo Chamusca, de 59 anos, que assinou vínculo por uma temporada e se apresentar ao clube no fim deste mês.

    O técnico terá pela frente um calendário importante para a Xata, que disputará o Campeonato Goiano, a Copa do Brasil e a Série D do Campeonato Brasileiro. A diretoria também confirmou Emerson Melo como novo diretor de futebol, responsável pela montagem do elenco para o próximo ano.

    Marcelo Chamusca retorna ao futebol goiano depois de 11 anos. Em 2015, comandou o Atlético-GO por cinco partidas e também acumula uma passagem pelo Goiás – como auxiliar do irmão – Pericles Chamusca que treinou a equipe alviverde em 20025.

    Ao longo da carreira, trabalhou em clubes tradicionais como Fortaleza, Ceará, Paysandu, Guarani, Botafogo, Vitória, Náutico, Ponte Preta, Sampaio Corrêa, Cuiabá e ABC, além de experiências no futebol japonês e na Arábia Saudita.

    Entre seus principais títulos estão o Campeonato Cearense de 2015, pelo Fortaleza, o Campeonato Paraense de 2017, pelo Paysandu, e a Copa Verde de 2019, com o Cuiabá. Também conquistou acessos importantes, levando o Salgueiro da Série D para a Série C, o Guarani da Série C para a Série B e o Ceará da Série B para a elite nacional.

    O trabalho mais recente, porém, terminou de maneira negativa. Chamusca assumiu o Itabaiana durante a Série C de 2026, quando a equipe já vivia situação delicada, na última colocação após cinco rodadas.

    O treinador não conseguiu promover a recuperação necessária e deixou o clube após a derrota para o Botafogo-PB, no fim de agosto. O Itabaiana acabou rebaixado, encerrando sem sucesso a passagem do experiente treinador pelo futebol sergipano.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Geovany Soares em grande fase, brilha no Atlético-GO e vira prioridade para compra em definitivo

    De Dois Riachos, no interior de Alagoas, para um dos grandes momentos da carreira vestindo a camisa do Atlético-GO. A trajetória de Geovany Soares começou longe dos grandes centros e com poucas oportunidades para quem sonhava em ser jogador profissional.

    Primo de Marta, maior referência da história do futebol feminino brasileiro, o atacante contou que o pai chegou a criar uma escolinha para que ele pudesse jogar, enquanto um tio, que foi o primeiro treinador de Marta.

    “Meu começo foi muito difícil. Na minha cidade praticamente não tinha futebol, não tinha campo, a gente jogava no riacho.

    Meu pai fez uma escolinha porque eu gostava de jogar bola, e meu tio, que foi o primeiro treinador da Marta, também tinha uma escolinha de futsal. Eu saí de casa já perto de fazer 18 anos para jogar na base.

    Tive que encarar o mundo, sair de casa e, graças a Deus, estou aqui realizando um sonho que não é só meu, é da minha família e dos meus amigos”, contou o jogador, que destacou a felicidade de defender um clube que considera grande como o Atlético-GO.

    Hoje, aos 26 anos, Geovany vive um dos melhores momentos da carreira. Depois de disputar o Campeonato Catarinense pelo Barra-SC, chegou ao Dragão por indicação do então técnico Eduardo Souza.

    Pertencente ao Atlético Tubarão, o atacante ganhou espaço e se tornou peça importante na arrancada que levou o rubro-negro à sexta colocação da Série B. São três gols e oito assistências na competição.

    Na goleada por 4 a 0 sobre o Criciúma, Geovany participou diretamente de todos os gols, com quatro assistências, marca que reforçou ainda mais o interesse do Atlético-GO em sua contratação definitiva.

    A atuação também colocou Geovany Soares ao lado de Maikon Leite e Luan entre jogadores que conseguiram quatro assistências em uma única partida. “Eu não sabia desse recorde, fiquei sabendo depois do jogo.

    Fico muito feliz de igualar o Luan, que é um grande jogador. Mais feliz ainda pelo momento que o clube vem vivendo.

    A gente tem tudo para conseguir o acesso, mas precisa continuar com os pés no chão, porque não conseguimos nada ainda. É continuar trabalhando forte e ajudando o Atlético”, afirmou.

    Geovany Soares também destacou que os números são consequência de uma característica que procurou preservar mesmo quando gols e assistências demoraram a aparecer. “Sou um jogador que sempre busca ir para cima.

    Independentemente de estar fazendo gol ou dando assistência, sempre busco dar o meu melhor. Não posso mudar minhas características.

    Graças a Deus as coisas vêm acontecendo, e a equipe também vem fazendo grandes jogos. Faltam dez rodadas e, nessas dez rodadas, vamos lutar para subir direto”, completou.

    A adaptação a um nível mais alto de competição também foi abordada por Geovany. Na temporada passada, o atacante disputou a Série D pelo Santa Cruz e, no início deste ano, defendeu o Barra-SC antes de chegar ao Atlético-GO.

    Mesmo vindo de equipes com menor estrutura e de divisões inferiores, o jogador conseguiu rapidamente mostrar seu futebol na Série B do Campeonato Brasileiro. “Eu sempre tento dar o meu melhor e tento ser ainda mais ousado, independentemente da competição.

    Estou feliz pelo momento que estou vivendo”.

    O desempenho já fez o presidente Adson Batista manifestar publicamente o desejo de adquirir Geovany em definitivo. O atacante pertence ao Atlético Tubarão-SC e está emprestado ao Dragão, deixando as negociações nas mãos dos clubes enquanto mantém o foco na reta final da Série B.

    “Sobre a notícia do Adson, vou deixar para o presidente resolver, porque eu pertenço ao Tubarão, de Santa Catarina. Tenho que continuar trabalhando, continuar focado e, se Deus quiser, no final do ano a gente vai estar comemorando o acesso”, completou.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Mozart aponta vitória como “norte” para o Goiás seguir sonhando com o acesso

    O Goiás conseguiu uma vitória importante para aliviar a pressão e manter vivo o sonho do acesso no Campeonato Brasileiro da Série B.

    Depois de duas derrotas consecutivas, para Fortaleza e Vila Nova, o time comandado por Mozart Santos saiu atrás diante do Botafogo-SP, mas reagiu e venceu por 3 a 1, de virada, em Ribeirão Preto, pela 28ª rodada.

    Jean Carlos, Tadeu e Kadu Sousa marcaram os gols esmeraldinos. Para o treinador, a capacidade de reagir e, principalmente, manter o nível de atuação durante os 90 minutos foram os principais pontos positivos da equipe.

    “Tivemos um bom poder de reação, saímos atrás do placar, buscamos o empate ainda no primeiro tempo e tivemos força para virar o jogo. Principalmente pela entrega coletiva dos jogadores, pela forma como eles abordaram o jogo e fizeram uma partida em alto nível.

    Nunca faltou espírito para essa equipe”, destacou Mozart.

    O técnico também ressaltou que o Goiás vinha apresentando bons momentos nas partidas anteriores, mas sofrendo com quedas de rendimento, principalmente nas etapas finais. “Nós estávamos jogando bem, mas não estávamos conseguindo jogar bem o jogo todo.

    Começávamos bem os primeiros tempos e tínhamos uma queda no segundo, o que não aconteceu hoje.”

    Uma das novidades foi a formação ofensiva escolhida por Mozart. O Goiás atuou com Pedrinho e Jean Carlos abertos pelos lados e Kadu Sousa centralizado.

    A estratégia deu resultado: Jean Carlos marcou o gol de empate e Kadu fechou o placar. Além da presença de três jogadores com características ofensivas, a equipe conseguiu ter intensidade sem perder o equilíbrio, algo que vinha sendo cobrado nas últimas rodadas.

    Para Mozart Santos, a atuação em Ribeirão Preto pode servir como referência para a sequência da Série B do Campeonato Brasileiro. “A entrega e a forma como nós nos preparamos, principalmente com todas as dificuldades, e a dedicação desses atletas são o que deixam o nosso sonho vivo.

    Acho que o jogo contra o Botafogo é um norte do que podemos fazer.”

    Com a vitória, o Goiás chegou aos 39 pontos e ocupa a 12ª colocação. Em 28 partidas, são 11 vitórias, seis empates e 11 derrotas.

    Apesar da distância para as primeiras posições e de uma campanha irregular no segundo turno, Mozart reforçou que internamente ninguém abandonou o objetivo de buscar o acesso. “Nós acreditamos ainda muito no nosso objetivo.

    O caminho é longo e árduo, mas, junto com a torcida, podemos jogar no limite e vencer”, afirmou o treinador.

    Agora, o Goiás Esporte Clube terá uma sequência que pode ser determinante para saber até onde ainda pode chegar na Série B. Os próximos dois compromissos serão no Estádio Haile Pinheiro: no domingo (20), às 16 horas, contra o Avaí, e depois no sábado (26), às 18h30, no clássico diante do Atlético-GO.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista