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  • Contagem regressiva! Veja quantas vitórias separam o Vila Nova do acesso à Série A

    O Vila Nova Futebol Clube segue na liderança da Série B do Campeonato Brasileiro e caminha para uma reta final decisiva na luta pelo acesso à elite do futebol nacional. Na última rodada, o Tigrão venceu o Londrina por 2 a 0, diante de 10 mil torcedores no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga.

    Os gols foram marcados pelo atacante Everton Galdino e pelo zagueiro Jonathan Costa.

    Com o resultado, a equipe colorada chegou aos 54 pontos e permanece na primeira colocação. Pelo regulamento da competição, os dois primeiros colocados garantem acesso direto à Série A do Campeonato Brasileiro, enquanto as equipes que terminarem entre a terceira e a sexta posições disputarão os playoffs pelas outras duas vagas.

    Comandado pelo técnico Guto Ferreira, o Vila Nova apresenta uma campanha de 16 vitórias, seis empates e oito derrotas em 30 partidas disputadas. O time marcou 43 gols e sofreu 31, acumulando saldo positivo de 12 gols e aproveitamento de 60% dos pontos disputados.

    O desempenho coloca o Tigrão em posição privilegiada na disputa pelo acesso, especialmente pela força apresentada dentro de casa, onde possui o melhor aproveitamento entre os participantes da Série B.

    Restando oito rodadas para o encerramento da fase classificatória, o Vila Nova vai se encaminhando para o tão sonhado acesso e de acordo com levantamento do matemático José Roberto Silva, da Rádio CBN, a equipe colorada precisa conquistar cinco vitórias nos oito compromissos restantes para alcançar a pontuação projetada para o acesso direto à Série A.

    Isso representaria mais 15 pontos, levando o Tigrão aos 69. Já para assegurar presença na faixa de classificação dos playoffs, a projeção aponta a necessidade de três vitórias, o que elevaria a pontuação para 63 pontos. O levantamento pega por base o aproveitamento atual no Campeonato Brasileiro Série B, que está em sua 30ª Rodada.

    O Vila Nova terá quatro partidas como mandante e outras quatro longe de Goiânia. No Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, os adversários serão Cuiabá, Novorizontino, Juventude e Criciúma.

    Fora de casa, o Tigrão enfrentará Botafogo-SP, Náutico, São Bernardo e Fortaleza. O próximo compromisso será no sábado (3 de outubro), às 18h30, diante do Botafogo-SP, na Arena Nicnet, em Ribeirão Preto.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • O sonho está vivo! Veja o que o Atlético-GO precisa fazer para conquistar o acesso à Série A

    O Atlético Clube Goianiense voltou ao G6 da Série B do Campeonato Brasileiro após vencer o Goiás por 1 a 0, no clássico disputado no último sábado (26), no Estádio Hailé Pinheiro. O gol da vitória rubro-negra foi marcado pelo lateral-esquerdo Guilherme Lopes.

    Com o resultado, o Dragão chegou aos 49 pontos e ocupa a sexta colocação, fortalecendo sua presença na disputa pelo acesso à elite do futebol nacional.

    Comandado pelo técnico Roger Silva, o Atlético-GO apresenta uma campanha de 13 vitórias, dez empates e sete derrotas em 30 partidas disputadas. O time marcou 37 gols e sofreu 27, acumulando saldo positivo de dez gols e aproveitamento de 54,4% dos pontos disputados.

    O desempenho mantém a equipe campineira entre os seis primeiros colocados, faixa que garante participação na disputa pelo acesso à Série A.

    De acordo com levantamento do matemático José Roberto Silva, da Rádio CBN, o Atlético-GO precisa conquistar sete vitórias nos oito jogos restantes para atingir a pontuação projetada para o acesso direto. A sequência representaria mais 21 pontos, levando o Dragão aos 70.

    Pelo regulamento da Série B, apenas os dois primeiros colocados garantem acesso direto à elite, enquanto as equipes que terminarem entre a terceira e a sexta posições disputarão os playoffs pelas outras duas vagas.

    Para assegurar presença na faixa de classificação dos playoffs, a projeção aponta um cenário menos exigente: quatro vitórias e um empate nos últimos oito compromissos. Com essa campanha, o Atlético-GO somaria mais 13 pontos e chegaria aos 62.

    Os cálculos levam em consideração o aproveitamento atual da competição e representam projeções matemáticas, já que a pontuação necessária dependerá também dos resultados dos concorrentes.

    Na reta final da Série B, o Atlético-GO terá quatro partidas como mandante, no Estádio Antônio Accioly, diante de América-MG, Sport, Novorizontino e Cuiabá. Fora de Goiânia, o Dragão enfrentará CRB, Ponte Preta, Fortaleza e Athletic.

    O próximo compromisso será no sábado (3 de outubro), às 16h, contra o América-MG, no Antônio Accioly. A equipe mineira ocupa a zona de rebaixamento.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • O que a Academia Goiana de Letras pode ensinar sobre Goiás?

    Guardiã da memória literária goiana, a Academia Goiana de Letras é a instituição cultural mais antiga de Goiás. Fundada em 1939 por Colemar Natal e Silva, a entidade tem entre seus objetivos principais zelar e difundir a língua portuguesa e a literatura, em especial a produzida em Goiás.

    Entre as principais atividades realizadas estão a realização de eventos, publicações e lançamentos de livros, além de ser um órgão consultivo para o governo estadual.

    Atualmente com 40 cadeiras, a instituição abrigou grandes nomes da literatura, como Cora Coralina, Bernardo Élis e Colemar Natal e Silva. Hoje, continua reunindo nomes marcantes, como Edival Lourenço e Lêda Selma, que preside a Academia.

    Confira mais no vídeo a seguir:

    A história da Academia

    Segundo dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Academia Goiana de Letras (AGL) que se conhece hoje não foi a primeira do estado. A primeira instituição foi fundada em 1904, no Palácio Conde dos Arcos. No entanto, a entidade não teve uma atuação duradoura e encerrou suas atividades em 1908.

    Após a fundação de Goiânia, o desejo de criar uma nova Academia voltou a fazer parte das conversas e debates entre grandes literatos da época.

    Em março de 1939, Colemar Natal e Silva, Vasco dos Reis Gonçalves, Guilherme Xavier de Almeida, Victor Coelho de Almeida, Mário Caiado e Dario Délio Cardoso se reuniram na Praça Cívica e fundaram uma comissão para elaborar os estatutos e as normas da nova Academia Goiana de Letras.

    Desde a sua fundação, a instituição passou por diversas transformações. Inicialmente, a Academia contava com apenas 21 cadeiras e patronos. Em 1970, esse número subiu para 30 e, em 1978, definiu-se o formato que segue até os dias atuais: 40 patronos guardando a cultura e a literatura goianas.

    SER Goiás na TV

    O SER Goiás na TV é um programa educativo diário produzido pela Fundação Sagres, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc-GO), que amplia a experiência da sala de aula por meio da televisão ao integrar comunicação e educação.

    O programa aborda o reforço escolar, a recomposição das aprendizagens e os desafios contemporâneos da educação básica, oferecendo conteúdo construtivo, instrucional e orientador para estudantes, famílias e comunidade, com entrevistas, videoaulas e diretrizes pedagógicas alinhadas às políticas educacionais, em consonância com o ODS 4 – Educação de Qualidade, da Organização das Nações Unidas, reafirmando o compromisso com uma aprendizagem inclusiva, equitativa e transformadora.

    Todos os dias, uma edição inédita, a partir das 14h, na Demà Sagres TV.

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    Marielle SouzaJornalista
  • 19 estados podem eleger governador no 1º turno; Goiás está entre eles

    Dezenove estados podem eleger governador já no primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro. Goiás está entre as unidades da Federação que, segundo as pesquisas divulgadas até 25 de setembro, apresentam cenário para uma possível definição da disputa sem necessidade de segundo turno.

    A informação é de reportagem publicada no G1, com base em pesquisas realizadas até a referida data. De acordo com o levantamento, entre os 27 estados, 11 apresentam um candidato com vantagem nas pesquisas e possibilidade de vitória já no primeiro turno.

    Além de Goiás, estão nessa relação Amapá, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

    Além dos 11 estados com um candidato à frente, outras oito disputas também podem terminar no primeiro turno. Alagoas, Bahia, Ceará e Pernambuco têm disputas mais acirradas entre dois candidatos, mas os demais concorrentes aparecem mais distantes nas pesquisas.

    Já Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rondônia e Acre apresentaram, nas últimas rodadas de pesquisas, movimentos que também apontam para uma possível definição no dia 4 de outubro. Para vencer no primeiro turno, o candidato precisa conquistar mais de 50% dos votos válidos.

    Apesar dos cenários indicados pelas pesquisas, a definição no primeiro turno depende do resultado das urnas. Nas disputas mais apertadas, pequenas oscilações podem fazer com que um candidato ultrapasse ou não a marca de 50% dos votos válidos.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • PT Goiânia repudia declaração de Adson Batista sobre petistas

    O Diretório Municipal do PT em Goiânia divulgou nota de repúdio às declarações feitas pelo presidente do Atlético-GO, Adson Batista, durante entrevista coletiva na quinta-feira (24). Na ocasião, o dirigente do time afirmou enxergar petistas com “desvio moral e intelectual”.

    A sigla afirma que Batista tem direito de declarar suas convicções políticas, criticar o partido e defender posições de direita. Porém, questiona o que considera uma generalização contra pessoas em razão da identificação partidária.

    “A manifestação causa indignação e preocupação, especialmente por partir de uma pessoa que ocupa posição de liderança em uma instituição esportiva de grande relevância no Estado de Goiás“, pontua.

    “É importante deixar claro: Adson Batista tem o direito constitucional de ter suas convicções políticas, declarar-se de direita, criticar o PT, discordar de governos e defender as posições políticas que considerar adequadas. A liberdade de expressão é assegurada pela Constituição Federal.

    Entretanto, liberdade de expressão não significa licença para atacar indistintamente a dignidade, a honra ou a integridade moral de milhões de cidadãos em razão de sua opção política“, salienta.

    A nota ressalta que o partido faz parte da história política e democrática brasileira e reúne milhões de cidadãos com diferentes profissões, histórias de vida e visões de mundo.

    “Entre seus filiados e simpatizantes estão trabalhadores, servidores públicos, empresários, profissionais liberais, estudantes, religiosos, lideranças comunitárias e cidadãos que exercem legitimamente seus direitos políticos”, enfatiza.

    Debate sobre bets

    O PT Goiânia também mencionou a discussão sobre a presença de casas de apostas no futebol. Segundo a legenda, a posição de Adson Batista contrária à presença das bets no esporte pode ser debatida publicamente, mas a discussão deveria ocorrer com base em argumentos, dados e evidências.

    Na avaliação do diretório, o debate sobre políticas públicas relacionadas às apostas não deveria ser associado a ataques a adversários políticos. “Esse é um tema que merece debate público sério, responsável e fundamentado em dados.

    Questionar a presença das bets no esporte, sua publicidade e seus efeitos sociais não deveria servir de pretexto para transformar uma discussão sobre políticas públicas em ataques contra adversários políticos”, frisou.

    “O próprio posicionamento atribuído ao presidente do Atlético-GO de ser contrário à presença das bets no futebol pode e deve ser debatido publicamente, mas ideias devem ser confrontadas com argumentos, fatos e evidências, não com ataques à dignidade de quem pensa diferente”, acrescentou.

    O diretório também destacou o caráter plural do futebol e defendeu que preferências partidárias não sejam usadas para estabelecer quem merece respeito dentro da comunidade esportiva. “O futebol é patrimônio cultural e social de todos os brasileiros.

    Seus clubes pertencem a torcedores de diferentes origens, classes sociais e posições políticas. Nenhuma preferência partidária deve ser utilizada para estabelecer quem merece ou não respeito dentro da comunidade esportiva.”, observou.

    Diante da afirmativa, o PT Goiânia aponta sua “indignação e repúdio” às declarações e afirma esperar que o debate público, inclusive no futebol, seja conduzido com responsabilidade, respeito às diferenças e observância dos princípios constitucionais.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Balanço da SSP aponta redução de até 70% em crimes na gestão de Daniel Vilela

    Os índices de criminalidade em Goiás mantiveram trajetória de queda em 2026 sob o comando do governador e candidato à reeleição Daniel Vilela (MDB), conforme informativo digulgado pelo Poder Executivo.

    Dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-GO), referentes aos primeiros oito meses do ano, mostram redução em diferentes modalidades criminosas na comparação com o mesmo período de 2025.

    Entre janeiro e agosto, a maior redução ocorreu nos roubos de carga, que caíram 70%, de 10 para apenas três ocorrências. Os roubos de veículos recuaram 37,4%, de 366 para 229; os roubos em comércio diminuíram 34,9%, de 229 para 149; e os roubos a transeuntes tiveram queda de 31,3%, passando de 2.706 para 1.859 registros.

    Também diminuíram os latrocínios (-26,7%), roubos em residência (-24,8%), furtos de veículos (-21,8%) e furtos a transeuntes (-20%). Os números comparam o período de 1º de janeiro a 31 de agosto de 2026 com os mesmos meses de 2025.

    O governador Daniel Vilela (MDB), que assumiu o Governo de Goiás em 31 de março, após a saída do ex-governador e candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD), atribui a manutenção dos indicadores à continuidade da política de segurança pública desenvolvida nos últimos anos e afirma que a orientação é ampliar o uso de inteligência e tecnologia pelas forças policiais.

    “Nós não vamos abrir mão de tudo aquilo que fez Goiás se tornar referência na segurança pública. O governador Ronaldo Caiado estabeleceu uma política firme de enfrentamento à criminalidade, valorizou nossas forças policiais e deu condições para que elas trabalhassem.

    Nossa responsabilidade agora é avançar ainda mais, com investimento, inteligência, tecnologia e integração, para garantir segurança ao cidadão em todas as regiões do Estado”, afirma.

    De acordo com a Governadoria, os resultados de 2026 dão sequência à redução de indicadores registrada desde o início da gestão de Ronaldo Caiado, em 2019, visto que os dados apontam que, na comparação entre 2018 e 2025, os homicídios caíram 62%, enquanto os roubos de veículos recuaram 95%, os roubos de carga diminuíram 98% e os roubos a transeuntes tiveram redução de 92%.

    Em 2025, o Estado encerrou o ano sem registro de roubo a instituição financeira, situação que já vinha sendo observada nos anos anteriores. As estatísticas oficiais da SSP-GO registraram 507 roubos de veículos, 12 roubos de carga e 3.757 roubos a transeuntes em 2025.

    O governo ressalta manter a aposta em tecnologia aplicada à segurança pública, com estratégia que inclui videomonitoramento, compartilhamento de informações e ferramentas de inteligência para auxiliar as forças policiais na prevenção e investigação de crimes. Para Daniel, a orientação é preservar a linha adotada nos últimos anos.

    “Segurança pública exige firmeza, planejamento e continuidade. É esse trabalho que vamos preservar e fortalecer para que Goiás continue avançando”, afirma o emedebista.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Henrique Arantes rompe com Felipe Cecílio e denuncia “calote”; candidato rebate e cita interesses de ex-aliado

    O ex-deputado estadual Henrique Arantes (PSDB) anunciou o rompimento com o candidato a deputado federal por Goiás Felipe Cecílio (PSDB) após afirmar que o acordo que levou à retirada de sua candidatura não teria sido cumprido. Cecílio contesta a acusação e atribui a Arantes interesses que classifica como financeiros.

    “Eu, Henrique Arantes, renunciei à disputa de deputado federal e decidi apoiar o Felipe Cecílio porque ele se comprometeu a absorver todos os meus colégios, assumindo os compromissos financeiros feitos com cada liderança e cada município”, escreveu Arantes.

    Segundo o ex-deputado, Cecílio teria alterado algumas vezes as datas previstas para os pagamentos e, posteriormente, deixado de responder a ligações e mensagens. “Alterou a data de pagamento por algumas vezes e, por fim, está há dias sem responder ligação nem mensagem, agindo como se comporta um caloteiro, um estelionatário”, afirmou.

    Arantes também disse que Cecílio “não tem palavra, honra nem ética” para cumprir os compromissos com líderes de mais de 60 municípios. “Não mais irei apoiar um menino cuja palavra não tem valor e que deu calote em pessoas que me acompanharam por muitos anos e que confiavam na nossa candidatura”, declarou.

    O ex-deputado ainda criticou a relação de Cecílio com a própria família e citou os avós do candidato, Mauro Miranda e Jamel Cecílio, que tiveram forte atuação política em Goiás.

    Resposta do candidato

    Em entrevista ao Diário de Goiás, Felipe Cecílio contestou as acusações. O candidato afirmou que Arantes teria “vendido a candidatura” e disse ter identificado no apoio do ex-aliado interesses que classificou como “mal-intencionados”, exclusivamente financeiros e sem projetos.

    “Eu vi que os interesses dele em minha candidatura eram os mais mal-intencionados, apenas financeiros e sem projetos”, declarou Cecílio. “Não compactuo com a política dele, de compra de votos”, acrescentou.

    Cecílio afirmou ainda que pretende seguir na disputa e encerrou a resposta com uma declaração sobre a campanha: “Vou ganhar com honra e com trabalho”.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Goiás Pesquisas: Daniel Vilela lidera com 44,6% e chega a 52,3% dos votos válidos

    A uma semana das eleições, o governador e candidato à reeleição em Goiás, Daniel Vilela (MDB), mantém ampla vantagem na disputa pelo Governo de Goiás. É o que aponta o levantamento do instituto Goiás Pesquisas, divulgado neste domingo (27).

    A análise mostra o emedebista com 44,6% das intenções de voto no cenário estimulado, 26,4 pontos percentuais à frente do segundo colocado. Em segundo lugar, Wilder Morais (PL) registra 18,2%, enquanto Marconi Perillo (PSDB) aparece em terceiro, com 13,8%.

    Na sequência estão: Luís Cesar Bueno (PT), com 5,7%, Luciana Amorim (UP), com 1,5%, e Danilo Pinheiro (PCO), também com 1,5%. Brancos e nulos representam 5,9% dos entrevistados, enquanto 8,9% não souberam ou não responderam.

    Na comparação com a rodada anterior do mesmo instituto, divulgada em 16 de setembro, Daniel oscilou numericamente de 43,9% para 44,6%. Wilder passou de 17,9% para 18,2%.

    Marconi, por sua vez, oscilou de 16,9% para 13,8%, queda de 3,1 pontos. Luis Cesar permaneceu com 5,7%, enquanto Luciana passou de 1,2% para 1,5% e Danilo, de 1,1% para 1,5%.

    Definição no primeiro turno

    Quando são considerados apenas os votos válidos, excluídos brancos e nulos e os eleitores que não souberam ou não responderam, Daniel alcança 52,3%. Wilder registra 21,3%, Marconi aparece com 16,2%, Luis Cesar tem 6,7%, enquanto Luciana e Danilo somam 1,8% cada.

    O percentual de Daniel está acima dos 50% dos votos válidos necessários para uma definição da eleição no primeiro turno.

    Dados da pesquisa

    O Instituto Goiás Pesquisas entrevistou 1.250 eleitores entre os dias 24 e 25 de setembro. A margem de erro é de 2,77 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo GO-09899/2026.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Adriana Accorsi relata hostilização por Felipe Cecílio durante campanha em feira de Goiânia

    A deputada federal e candidata à reeleição Delegada Adriana Accorsi (PT) afirmou ter sido hostilizada pelo candidato a deputado federal Felipe Cecílio (PSDB) e por integrantes de sua comitiva durante uma atividade de campanha na feira do Conjunto Vera Cruz, em Goiânia, neste domingo (27).

    Em vídeo divulgado após o ocorrido, Adriana afirmou que foi alvo de xingamentos por parte de Cecílio e de outros integrantes que o acompanhava. “Vocês sabem da minha forma respeitosa de trabalhar em relação aos demais concorrentes e partidos.

    Sempre que encontro alguém, cumprimento e, de forma educada, continuo trabalhando. Hoje, infelizmente, eu vi que tem gente que trabalha de forma muito diferente, desrespeitosa, deselegante, para dizer o mínimo”, afirmou.

    Segundo Accorsi, a situação ultrapassou a divergência política. “Eu fui extremamente hostilizada. Xingou, gritando, o presidente Lula e a mim. E um assessor dele, alguém que o acompanhava, nos seguiu gritando e xingando de forma extremamente agressiva”, relatou.

    Vídeos publicados nas redes sociais, inclusive pelo próprio Felipe Cecílio, registraram a presença dos grupos no local e permitem ouvir gritos de “Fora, Lula”. Na publicação feita por Cecílio, o candidato afirmou que ele e o candidato a deputado estadual Jadiel da Bronca “não compactuam com a política suja do PT”.

    Adriana estava acompanhada do deputado estadual e candidato à reeleição Mauro Rubem (PT).

    A deputada classificou o episódio como intolerância e afirmou ter identificado misoginia na conduta que atribui ao candidato. “Nós temos que banir esse tipo de gente da política.

    Política tem que ter respeito, respeito pelos eleitores, pela ideia diferente, pela democracia”, declarou. “Esse homem nunca tinha me visto na vida, eu nunca fiz nada para ele.

    Ele agiu assim por pura intolerância, misoginia e falta de educação”, acrescentou.

    O episódio se soma a outros conflitos envolvendo a campanha de Felipe Cecílio. Recentemente, Henrique Arantes anunciou o rompimento do apoio ao candidato e o acusou de não cumprir compromissos assumidos com lideranças e municípios.

    Antes disso, Cecílio também havia sido filmado retirando materiais de campanha da deputada federal Magda Mofatto, episódio que gerou repercussão nas redes sociais.

    Outros episódios envolvendo o candidato

    O episódio deste domingo se soma a outros conflitos envolvendo a campanha de Felipe Cecílio. Em decisão recente, o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) determinou, a pedido da defesa do deputado federal Professor Alcides (PSDB), que Cecílio removesse uma publicação que associava o parlamentar à pedofilia.

    Cecílio também se envolveu em um episódio relacionado a materiais de campanha da deputada federal Magda Mofatto (PSDB), após ser filmado retirando peças de divulgação da candidata. Mais recentemente, rompeu com o apoio de Henrique Arantes, que o acusou de não cumprir compromissos assumidos com lideranças e municípios.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Quaest aponta crescimento de Daniel Vilela entre jovens e mulheres e liderança entre diferentes grupos

    A 7 dias do primeiro turno das eleições, o governador de Goiás e candidato à reeleição, Daniel Vilela (MDB), lidera em todos os estratos sociais pesquisados pela Quaest.

    Daniel cresceu entre jovens e mulheres, tem liderança consolidada entre evangélicos e católicos e ainda supera seus adversários entre eleitores de diferentes correntes ideológicas.

    Conforme o levantamento, Daniel Vilela tem 41% das intenções de voto entre as mulheres, seis pontos percentuais a mais do que havia registrado em agosto (35%). Entre os homens, o candidato do MDB saltou de 40% para 43%. Wilder Morais (PL) tem 18% no eleitorado feminino e Marconi Perillo (PSDB) alcança 22% no masculino.

    O governador tem 40% das intenções de voto entre os eleitores de 16 a 34 anos, crescendo nove pontos entre os mais jovens. Avança para 42% na faixa de 35 a 59 anos e alcança 46% entre aqueles com mais de 60 anos. Daniel Vilela cresceu em todas as faixas etárias na comparação com agosto. Antes ele tinha, respectivamente, 31%, 39% e 40%.

    Na estratificação por escolaridade, novamente Daniel Vilela supera os adversários em todas as faixas. Entre aqueles com ensino fundamental, registra 37%. Tem 47% entre os eleitores com ensino médio, com crescimento de 12 pontos nessa faixa, e 43% entre os eleitores com ensino superior.

    Por renda, Daniel Vilela avança nove pontos no eleitorado com renda de até 2 salários mínimos – de 30% para 39%. Registra 41% na faixa de 2 a 5 salários mínimos e chega a para 48% entre eleitores com renda mensal superior a 5 salários mínimos. O emedebista também supera seus adversários na população branca, parda e preta.

    Por representar mais de 80% do eleitorado em Goiás, a Quaest restringiu a divulgação dos dados estratificados por religião apenas entre católicos e evangélicos. Entre católicos, Daniel Vilela tem 44% das intenções de voto, cinco pontos a mais do que tinha em agosto (39%).

    Já entre os evangélicos, o governador saltou sete pontos, de 39% para 46%. Marconi é o segundo entre os católicos (20%), Wilder entre os evangélicos (22%).

    Viés ideológico

    Diante da forte polarização nacional entre eleitores ligados ao presidente Lula (PT) e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a Quaest também subdividiu o eleitorado pelo perfil ideológico.

    Além dos dois pólos, a pesquisa contempla também a esquerda que não se identifica com Lula, a direita que não se identifica com Bolsonaro, além dos eleitores chamados ‘independentes’. O governador Daniel Vilela lidera novamente em todas as faixas, exceto no eleitorado lulista.

    O governador tem 49% das intenções de voto entre os independentes, faixa que cresceu 10 pontos, e 48% na direita não bolsonarista. São os dois melhores desempenhos do emedebista, bem acima do seu percentual de votos na estimulada (42%). Daniel Vilela também lidera entre os bolsonaristas, com 42%, contra 25% de Wilder.

    No chamado eleitorado de esquerda a disputa é mais equilibrada. Daniel tem 30% na esquerda não lulista contra 25% de Marconi e 18% de Luís Cesar Bueno, candidato do PT ao governo. Entre os que se identificam com o atual presidente, Marconi registra 32%, Daniel 31% e Luís Cesar, 18%.

    Ao conquistar a maioria dos eleitores de todas as matizes ideológicas, especialmente os de direita e indepentendes, Daniel Vilela é favorito a vencer a eleição pela alta satisfação do eleitorado com seu mandato. O governador é aprovado por 68% dos e reprovado por apenas 10%.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista