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  • Mulheres e voluntários são maioria entre os mais de 61 mil mesários convocados em Goiás

    Nas Eleições 2026, a organização do primeiro turno no estado de Goiás vai contar com a dedicação de 61.204 mesárias e mesários mobilizados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO).

    O grande destaque do contingente convocado para o dia 4 de outubro é a expressiva presença feminina, que representa 70% de toda a força de trabalho nas seções eleitorais no Estado.

    Além disso, o engajamento espontâneo dos cidadãos chama a atenção: 65% dos convocados se inscreveram de forma voluntária, enquanto os outros 35% foram designados diretamente pela Justiça Eleitoral.

    Perfil do mesário goiano

    Com base nos dados divulgados pelo TRE-GO, é possível traçar um perfil detalhado de quem vai estar na linha de frente no dia da votação. A faixa etária com maior número de representantes fica entre 40 e 44 anos. Quanto ao estado civil, os solteiros lideram com 34.854 pessoas, seguidos pelos casados, que somam 21.814 integrantes.

    Já no quesito escolaridade, a maioria absoluta dos participantes possui alto nível de instrução: 39,81% têm ensino superior completo; 29,26% concluíram o ensino médio; e 16,15% estão cursando a faculdade.

    Na autodeclaração racial, 54,41% das pessoas se identificaram como pardas; 34,5% como brancas; 9,9% como pretas; 1,1% como amarelas; e 0,08% como indígenas. Além disso, 0,37% dos mesários declararam-se pessoas transgênero.

    O que faz um mesário e quais são as vantagens

    Os mesários têm a responsabilidade de conferir documentos, organizar as filas, liberar a urna eletrônica e garantir que a votação ocorra de forma tranquila entre 8h e 17h.

    E quem aceita o desafio não sai de mãos vazias: além de prestar um serviço essencial à democracia, os mesários têm direito a dois dias de folga no trabalho para cada dia trabalhado e também para cada dia de treinamento oficial concluído.

    O pacote de benefícios conta ainda com auxílio-alimentação para o dia do pleito, certificado formal, aproveitamento de horas complementares em cursos superiores e critério de desempate em concursos públicos (caso haja previsão em edital).

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Mudanças climáticas: como transformar o que você vê no dia a dia em conhecimento

    Mudanças climáticas, sustentabilidade e transição energética parecem assuntos gigantes, mas podem estar muito mais perto do estudante do que ele imagina.

    O caminho até a escola, o meio de transporte usado no dia a dia, a quantidade de chuva no bairro e até a proximidade de um rio são situações que podem ajudar a entender fenômenos que aparecem todos os dias no noticiário.

    Para a professora de Geografia e doutoranda em Geografia pela UFG, Kalinka Ribeiro, levar esses temas para a sala de aula significa justamente começar pela realidade dos próprios alunos.

    Assista à entrevista

    Para conversar sobre como assuntos atuais podem se transformar em aprendizado no Ensino Fundamental, o Ser Goiás na TV recebeu Kalinka Ribeiro. Na entrevista, a professora fala sobre mudanças climáticas, transição energética, desinformação e a importância de aproximar o conhecimento científico daquilo que os estudantes vivem.

    Confira a entrevista no vídeo.

    Começa no cotidiano

    Para Kalinka, trabalhar sustentabilidade com estudantes mais jovens não precisa ser visto como um desafio. Isso porque muitos dos efeitos relacionados ao clima já fazem parte da experiência deles. “Eles estão vivenciando muito isso, estão experimentando muito disso”, afirma.

    Por isso, a professora defende uma Geografia que parta das experiências dos estudantes. “Eu sempre parto daquilo que o aluno também traz, das suas vivências, das suas experiências”, explica. A partir daí, a escola pode ajudar a transformar dúvidas e informações fragmentadas em conhecimento científico.

    Da gasolina à transição energética

    Um dos exemplos usados pela professora é a transição energética. Em vez de apresentar o conceito de forma abstrata, ela começa com perguntas simples: quais meios de transporte fazem parte da rotina do aluno? De quais fontes de energia dependemos? O que acontece quando um recurso é limitado e ainda provoca impactos ambientais?

    A partir dessas relações, o estudante começa a construir suas próprias perguntas. “Mas se um recurso pode acabar, se polui, nós precisamos, então, criar uma outra alternativa”, relata Kalinka sobre a conclusão a que os próprios alunos chegam durante as discussões.

    Esse caminho também ajuda a desenvolver o senso crítico. Para a professora, não basta ter acesso à informação: é preciso aprender a analisar o que chega até o estudante. “O papel da escola é exatamente esse: o lugar do conhecimento, do conhecimento sistematizado”, afirma.

    Quando o noticiário vira investigação

    As enchentes no Rio Grande do Sul também serviram como ponto de partida para uma atividade em sala de aula. Em vez de apenas discutir o desastre, os estudantes analisaram a própria região onde vivem. Com mapas e o Google Earth, observaram a proximidade dos rios, a ocupação dos bairros e as mudanças ocorridas ao longo dos anos.

    A investigação ajudou a mostrar que os impactos das chuvas não são explicados por um único fator. Os alunos perceberam relações entre ocupação urbana, relevo, proximidade dos rios, infraestrutura, condições econômicas e desmatamento.

    “Eles começaram a perceber que eram áreas que estavam mais próximas dos rios, mas que, ao longo desses anos, foram ocupando espaços muito próximos”, conta a professora.

    Aprender para entender o mundo

    A proposta é fazer com que o conhecimento ultrapasse a sala de aula. Para Kalinka, quando o estudante consegue relacionar sua vivência ao conhecimento científico, aquilo passa a ter significado. “É um conhecimento e um aprendizado cheio de significado, cheio de sentido, que leva em conta a minha vivência, as minhas experiências”, resume.

    Nesse processo, a curiosidade tem papel importante. Uma pergunta sobre a chuva, a energia ou o bairro onde o estudante mora pode abrir caminho para conceitos de Geografia, Ciências, meio ambiente e até questões sociais e econômicas.

    Mais do que decorar informações sobre mudanças climáticas, a ideia é aprender a observar, questionar e entender o que acontece ao redor.

    Ser Goiás na TV

    O Ser Goiás na TV é um programa educativo diário produzido pela Fundação Sagres, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc-GO), que amplia a experiência da sala de aula por meio da televisão ao integrar comunicação e educação. 

    O programa aborda o reforço escolar, a recomposição das aprendizagens e os desafios contemporâneos da educação básica, oferecendo conteúdo construtivo, instrucional e orientador para estudantes, famílias e comunidade, com entrevistas, videoaulas e diretrizes pedagógicas alinhadas às políticas educacionais, em consonância com o ODS 4 – Educação de Qualidade, da Organização das Nações Unidas, reafirmando o compromisso com uma aprendizagem inclusiva, equitativa e transformadora. 

    Todos os dias, uma edição inédita, a partir das 14h, na Demà Sagres TV.

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    Fonte: Sagres Online

    Marielle SouzaJornalista
  • Transição energética: alunos discutem mudanças e desafios para o futuro

    A transição energética propõe a substituição gradual de fontes poluentes, como petróleo, carvão e gás natural, por alternativas mais limpas e renováveis, como energia solar, eólica e hidrelétrica. O tema já faz parte do cotidiano e levanta debates sobre sustentabilidade e acesso às novas tecnologias.

    No CEPI Francisco Maria Dantas, em Goiânia, alunos compartilharam percepções sobre os desafios e a importância de uma transição energética mais inclusiva. Os estudantes também destacaram o papel dos jovens na construção de um futuro mais sustentável.

    Confira a reportagem na íntegra

    Ser Goiás na TV

    O Ser Goiás na TV é um programa educativo diário produzido pela Fundação Sagres, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc-GO), que amplia a experiência da sala de aula por meio da televisão ao integrar comunicação e educação. 

    O programa aborda o reforço escolar, a recomposição das aprendizagens e os desafios contemporâneos da educação básica, oferecendo conteúdo construtivo, instrucional e orientador para estudantes, famílias e comunidade, com entrevistas, videoaulas e diretrizes pedagógicas alinhadas às políticas educacionais, em consonância com o ODS 4 – Educação de Qualidade, da Organização das Nações Unidas, reafirmando o compromisso com uma aprendizagem inclusiva, equitativa e transformadora. 

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    Fonte: Sagres Online

    Marielle SouzaJornalista
  • Mozart aponta vitória como “norte” para o Goiás seguir sonhando com o acesso

    O Goiás conseguiu uma vitória importante para aliviar a pressão e manter vivo o sonho do acesso no Campeonato Brasileiro da Série B.

    Depois de duas derrotas consecutivas, para Fortaleza e Vila Nova, o time comandado por Mozart Santos saiu atrás diante do Botafogo-SP, mas reagiu e venceu por 3 a 1, de virada, em Ribeirão Preto, pela 28ª rodada.

    Jean Carlos, Tadeu e Kadu Sousa marcaram os gols esmeraldinos. Para o treinador, a capacidade de reagir e, principalmente, manter o nível de atuação durante os 90 minutos foram os principais pontos positivos da equipe.

    “Tivemos um bom poder de reação, saímos atrás do placar, buscamos o empate ainda no primeiro tempo e tivemos força para virar o jogo. Principalmente pela entrega coletiva dos jogadores, pela forma como eles abordaram o jogo e fizeram uma partida em alto nível.

    Nunca faltou espírito para essa equipe”, destacou Mozart.

    O técnico também ressaltou que o Goiás vinha apresentando bons momentos nas partidas anteriores, mas sofrendo com quedas de rendimento, principalmente nas etapas finais. “Nós estávamos jogando bem, mas não estávamos conseguindo jogar bem o jogo todo.

    Começávamos bem os primeiros tempos e tínhamos uma queda no segundo, o que não aconteceu hoje.”

    Uma das novidades foi a formação ofensiva escolhida por Mozart. O Goiás atuou com Pedrinho e Jean Carlos abertos pelos lados e Kadu Sousa centralizado.

    A estratégia deu resultado: Jean Carlos marcou o gol de empate e Kadu fechou o placar. Além da presença de três jogadores com características ofensivas, a equipe conseguiu ter intensidade sem perder o equilíbrio, algo que vinha sendo cobrado nas últimas rodadas.

    Para Mozart Santos, a atuação em Ribeirão Preto pode servir como referência para a sequência da Série B do Campeonato Brasileiro. “A entrega e a forma como nós nos preparamos, principalmente com todas as dificuldades, e a dedicação desses atletas são o que deixam o nosso sonho vivo.

    Acho que o jogo contra o Botafogo é um norte do que podemos fazer.”

    Com a vitória, o Goiás chegou aos 39 pontos e ocupa a 12ª colocação. Em 28 partidas, são 11 vitórias, seis empates e 11 derrotas.

    Apesar da distância para as primeiras posições e de uma campanha irregular no segundo turno, Mozart reforçou que internamente ninguém abandonou o objetivo de buscar o acesso. “Nós acreditamos ainda muito no nosso objetivo.

    O caminho é longo e árduo, mas, junto com a torcida, podemos jogar no limite e vencer”, afirmou o treinador.

    Agora, o Goiás Esporte Clube terá uma sequência que pode ser determinante para saber até onde ainda pode chegar na Série B. Os próximos dois compromissos serão no Estádio Haile Pinheiro: no domingo (20), às 16 horas, contra o Avaí, e depois no sábado (26), às 18h30, no clássico diante do Atlético-GO.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Prefeitura de Aparecida instala 70 novas câmeras de vigilância para combater descarte irregular de entulhos

    A Secretaria Municipal de Segurança Pública da Prefeitura de Goiânia instalou 70 novas câmeras de vigilância com inteligência artificial espalhadas por todas as regiões do município.

    Com o objetivo de coibir o descarte clandestino de entulhos e resíduos sólidos em terrenos públicos, o novo sistema já reduziu em 80% as infrações nos pontos monitorados na cidade.

    A resposta da tecnologia foi imediata e a redução foi registrada já nos primeiros 20 dias de operação dos equipamentos nas áreas que passaram a ser vigiadas em tempo real. A prática de descarte irregular de resíduos e entulhos configura crime ambiental e pode resultar em prisão para os infratores.

    Cercamento tecnológico nas áreas críticas

    O mapeamento dos equipamentos foi realizado de forma estratégica em locais onde o acúmulo de sujeira era recorrente. A vigilância já está ativa em pontos críticos, como trechos da Rua Independência (Jardim Imperial), da Avenida Aruanã (Jardim Helvécia) e da Rua 12 (Jardim Tiradentes).

    O cronograma de instalação abrange ainda bairros como Jardim dos Ipês, Vila Alzira, Jardim Dom Bosco e Buriti Sereno.

    Sobre a nova estratégia, o prefeito Leandro Vilela ressaltou o compromisso com a ordem urbana. “Nós seguimos combatendo com firmeza o descarte irregular de lixo e entulho, e agora contando com a tecnologia para nos ajudar a chegar aos infratores.

    Aparecida merece estar sempre limpa, bem cuidada, conservada e bem apresentável; e quem insiste em sujar a cidade e maltratar o bem público enfrentará as consequências previstas na lei”.

    Monitoramento integrado e alerta imediato

    A ação não se resume à instalação de equipamentos, e faz parte de uma força-tarefa integrada que reúne gestores e equipes técnicas das secretarias de Segurança Pública, de Desenvolvimento Urbano, de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semma), além da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito (SMTA).

    O secretário municipal de Segurança Pública, coronel Éder Fernandes, detalhou que as câmeras enviam dados contínuos para o Centro de Inteligência Tecnológica (CIT). Ao reconhecerem qualquer comportamento atípico no perímetro, os algoritmos de IA geram alertas instantâneos para os agentes da GCM em plantão no videomonitoramento.

    O coronel reforçou o objetivo da gestão. “Isso é resultado do esforço que tem sido feito pela gestão do prefeito Vilela para difundir em Aparecida a cultura de tolerância zero com a sujeira, a desorganização, a perturbação do sossego e qualquer conduta criminosa.

    Estamos juntos, somando esforços também com as forças policiais do Estado, para assegurar aos aparecidenses uma boa qualidade de vida”.

    Descarte regular e canais de denúncia

    Como alternativa adequada para o descarte de materiais, a população conta com o Ponto de Coleta de Resíduos do Goiânia Park Sul, inaugurado este ano pela gestão municipal. Localizado na Rua 28 de Julho, o espaço funciona diariamente (inclusive aos sábados e domingos), das 7h às 19h.

    No local, qualquer cidadão pode depositar gratuitamente pequenos volumes de entulho, restos de poda (galhadas), pneus, móveis velhos, vidros e recicláveis.

    Caso a comunidade presencie flagrantes de descarte clandestino em outras regiões da cidade, as denúncias podem ser feitas diretamente à Semma pelo WhatsApp (62) 98459-1661 ou à Guarda Civil Municipal pelo telefone 153.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Vila Nova: Guto Ferreira valoriza ponto diante do Avaí e mantém confiança na briga pela liderança

    O Vila Nova deixou Florianópolis com um ponto na bagagem após o empate por 1 a 1 com o Avaí, pela 28ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

    O time colorado entrou em campo com a possibilidade de assumir a liderança da competição, saiu na frente com André Luís, aos 29 minutos do primeiro tempo, mas sofreu o empate em um belo chute de Daniel Penha, aos 38.

    Na avaliação do técnico Guto Ferreira, apesar da oportunidade desperdiçada, o resultado não pode ser tratado como um retrocesso.

    O treinador reconheceu que o Vila Nova teve uma queda de rendimento ainda durante a primeira etapa. Depois de começar bem e construir o gol em uma boa troca de passes, a equipe permitiu o crescimento do Avaí.

    “A equipe não foi bem. Com 35, 36 minutos, o Vila já teve uma quedinha.

    No segundo tempo, a gente já passou a ter mais controle”, analisou Guto, destacando que a partida teve momentos distintos para o time colorado.

    Guto Ferreira também valorizou a intensidade apresentada pelo Avaí. Mesmo pressionado pela situação na parte de baixo da classificação, o time catarinense manteve uma postura agressiva e dificultou a atuação colorada durante os 90 minutos.

    “Se tem uma coisa que a equipe do Avaí não deixou de fazer foi correr. Correu o tempo todo.

    Pode faltar uma coisinha aqui, uma coisinha ali, mas não foi uma equipe que, no meio do jogo, desistiu”, ressaltou o treinador.

    Questionado sobre a oportunidade perdida de assumir a liderança e sobre uma possível pressão maior para os próximos compromissos, Guto destacou que esse cenário faz parte da caminhada de uma equipe que briga pelo acesso. “Cada vez que o Vila vai para dentro do campo, existe pressão.

    Nós sabemos o que estamos fazendo. A gente falou que tinha que ganhar porque queremos correr lá na frente”, afirmou.

    Mesmo sem a vitória diante de um adversário que está na zona de rebaixamento, o técnico preferiu valorizar o ponto conquistado fora de casa e reforçou que o Vila Nova continua olhando para a parte mais alta da classificação. “Nós estamos no jogo.

    A distância nossa para a liderança são dois pontos. Então nós diminuímos um ponto.

    Jogando fora de casa, nós tivemos um avanço, não um retrocesso”, destacou Guto Ferreira.

    Com o empate, o Vila Nova chegou aos 48 pontos e permanece na terceira colocação, com 14 vitórias, seis empates e oito derrotas em 28 jogos. Novorizontino e Juventude dividem as duas primeiras posições, ambos com 50 pontos.

    A diferença do colorado para a ponta, portanto, é de apenas dois pontos. Agora, a equipe terá dois compromissos consecutivos no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, contra América-MG e Londrina.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Conselho Monetário eleva limite de crédito de Estados e Municípios para R$ 28,625 bilhões em 2026

    Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a ampliação do teto de financiamentos voltado aos estados, ao Distrito Federal e às prefeituras para o ano de 2026.

    Com o acréscimo de R$ 2 bilhões, o limite global anual autorizado para a contratação de empréstimos pelos entes subnacionais subiu de R$ 26,625 bilhões para R$ 28,625 bilhões.

    A medida cria mais margem para que os gestores estaduais e municipais contratem operações de crédito destinadas a obras e projetos de investimento, mantendo o cumprimento das regras fiscais estabelecidas. Os financiamentos podem ser firmados com ou sem a garantia da União.

    Remanejamento sem impacto fiscal federal

    A elevação do limite não acarretará novas despesas para os cofres da União. A folga orçamentária foi obtida a partir de um levantamento realizado pela Secretaria do Tesouro Nacional junto a governos vinculados a programas de ajuste fiscal.

    O mapeamento identificou R$ 7,87 bilhões em espaço fiscal que não apresentavam previsão de utilização até o encerramento de 2026. Desse montante, R$ 3 bilhões já haviam sido redirecionados em momento anterior e R$ 4,87 bilhões permaneciam livres.

    O conselho optou por alocar R$ 2 bilhões desse saldo disponível para atender às demandas de crédito, uma vez que os tetos vigentes estavam próximos da saturação.

    Ajustes nos sublimites de contratação

    A deliberação alterou duas modalidades específicas de sublimites. Com garantia da União, a margem foi ampliada de R$ 7 bilhões para R$ 8,5 bilhões.

    Essa garantia significa que a administração federal assume os pagamentos caso o ente devedor falhe em honrar a dívida, o que reduz o risco do financiamento e facilita a obtenção de condições mais vantajosas.

    Já na modalidade sem garantia da União, o teto passou de R$ 6 bilhões para R$ 6,5 bilhões. Somadas, as duas modalidades alcançam R$ 15 bilhões em margem de financiamento para os governos locais.

    O CMN optou por preservar os valores dos demais sublimites já fixados: Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com R$ 2,8 bilhões (com garantia) e R$ 2,2 bilhões (sem garantia); Correios, com R$ 8 bilhões; órgãos e entidades da União: R$ 625 milhões.

    Sobre o CMN

    O Conselho Monetário Nacional é a entidade responsável por estabelecer as diretrizes centrais das políticas monetária, creditícia e cambial do país.

    Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o órgão colegiado é composto também pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. A resolução com os novos limites passa a valer na data de sua publicação.

    Com informações da Agência Brasil*

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Sancionado, novo Move Brasil garante R$ 30 bilhões para motoristas e entregadores de app comprarem veículos próprios

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta segunda-feira (14), a lei que transforma o Move Brasil em um programa permanente de financiamento de carros e motos novos para motoristas e entregadores.

    Para apoiar a categoria, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) separou R$ 30 bilhões que serão liberados conforme a demanda dos trabalhadores.

    A medida atende taxistas, motoristas de aplicativo, entregadores, motoapps e passa a contemplar também os motoristas de transporte escolar. Para conseguir o crédito, a regra é simples: o profissional precisa ter pelo menos seis meses de cadastro ativo em alguma plataforma de transporte ou entrega.

    Facilidades no bolso e desconto para mulheres

    As condições de crédito foram ajustadas para caber na rotina de quem trabalha nas ruas. O programa permite comprar veículos de até R$ 200 mil, incluindo modelos utilitários, com prazo de pagamento estendido em até 84 parcelas.

    Outro diferencial importante está na taxa de juros: enquanto os homens pagam 12,6% ao ano, as mulheres contam com um desconto e pagam 11,5% ao ano. Além disso, o crédito incentiva a escolha por carros e motos elétricos, híbridos, movidos a etanol ou flex, garantindo economia diária na hora de abastecer.

    Trocar o aluguel pelo bem próprio

    Durante a cerimônia de assinatura, Lula destacou a importância de permitir que o trabalhador pare de pagar aluguel de carro ou moto para investir no que é seu. Para o presidente, ver o motorista trocar a taxa do aluguel pela prestação e “saber que está construindo um patrimônio, é tudo que o Estado pode fazer”.

    O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, também ressaltou os impactos positivos da medida, lembrando que o programa traz ganhos para a economia ao bater recordes na venda de automóveis e ajuda o meio ambiente com veículos menos poluentes.“Esse programa tem ganhos em várias frentes.

    Para os trabalhadores; para a economia do país, com recorde na venda de automóveis e do ponto de vista ambiental, já que o programa foca em carros elétricos, motos elétricas, em carros híbridos”, destacou.

    Como fazer o pedido

    Os trabalhadores interessados em se cadastrar não precisam enfrentar filas burocráticas. Toda a solicitação do financiamento é feita diretamente pela internet, no site oficial do Move Brasil.

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    Fonte: Diário de Goiás

    Marielle SouzaJornalista
  • Destrave sua redação: descubra como usar filmes para discutir igualdade de gênero na hora do ENEM

    Você já se sentiu paralisado diante de redação? Nesses mometos, o importante é respirar e tentar lembrar do repertório sociocultural que adiquiriu ao longo do tempo. É isso mesmo! O seu dia a dia e a bagagem cultural que adiquiriu ao longo da vida podem te ajudar na hora de formular argumentos na redação.

    E você não está sozinho nessa, no vídeo abaixo te damos 3 dicas de como usar filmes em temas de redação que envolvam direitos, igualdade, trabalho e autonomia de mulheres!

    Assista a reportagem completa

    Como isso pode me ajudar no ENEM?

    Segundo o INEP, os repertórios socioculturais entram na competência de avaliação número 2 da redação do ENEM (são cinco ao todo) e ela busca avaliar a habilidade do candidato de “compreender a proposta de redação e aplicar conceitos de várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa.” Então, não pense que é só citar qualquer referência para atingir a pontuação!

    Seu repertório precisa ser relacionado ao tema e é justamente ai que entra a sua capacidade de argumentação.

    Muito mais do que citar vários repertórios, é importante compreender a mensagem da obra para fazer boas conexões com o tema na hora da escrita!

    Ser Goiás na TV

    O Ser Goiás na TV é um programa educativo diário produzido pela Fundação Sagres, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc-GO), que amplia a experiência da sala de aula por meio da televisão ao integrar comunicação e educação. 

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    Fonte: Sagres Online

    Marielle SouzaJornalista
  • 20 anos da Lei Maria da Penha: por que o tema pode cair no Enem?

    Em 2026, a Lei Maria da Penha completa 20 anos, um marco importante na história do enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil. Criada em 2006, a legislação mudou a forma como esse tipo de violência passou a ser tratado pelo Estado e criou mecanismos de proteção às vítimas.

    Pela relevância social e pelos debates que ainda cercam o tema, a Lei Maria da Penha também entra no radar de quem está se preparando para o Enem.

    Assista à entrevista

    Para ajudar os estudantes a entenderem o que mudou nesses 20 anos e quais questões ainda estão em debate, o Ser Goiás na TV conversou com a defensora pública Ludmila Fernandes Mendonça, coordenadora do Núcleo Especializado de Defesa e Promoção dos Direitos da Mulher (NUDEM).

    Na entrevista, ela explica a importância da lei, os diferentes tipos de violência contra a mulher e os desafios para a prevenção.

    Confira a entrevista no vídeo.

    O que mudou em 20 anos?

    Antes da Lei Maria da Penha, a violência contra a mulher era muitas vezes tratada como uma questão restrita à vida privada. Com a legislação, esse entendimento mudou e a violência passou a ser reconhecida como uma violação dos direitos humanos.

    Entre os mecanismos criados está a possibilidade de adoção de medidas protetivas para garantir a segurança da mulher.

    Violência não é só agressão física

    Outro ponto importante para quem acompanha o tema é compreender que violência contra a mulher não se resume à agressão física. A legislação contempla também violências psicológica, sexual, patrimonial e moral.

    A defensora chama atenção ainda para situações que podem começar com controle, humilhação ou isolamento e se tornar mais graves com o tempo.

    Por que estudar esse assunto?

    Temas relacionados à violência contra a mulher podem aparecer no Enem em questões que relacionem atualidades, direitos humanos, cidadania e políticas públicas.

    Por isso, mais do que memorizar a data de criação da Lei Maria da Penha, é importante compreender o contexto em que ela surgiu, as mudanças provocadas pela legislação e os desafios que permanecem.

    Na entrevista, Ludmila também destaca a importância de analisar problemas sociais de forma crítica e pensar em caminhos para enfrentá-los — uma habilidade que pode ser especialmente útil na redação do Enem, que exige uma proposta de intervenção.

    Um tema que continua atual

    Mesmo 20 anos depois, o combate à violência contra a mulher continua em discussão. Novos comportamentos e formas de violência também desafiam a legislação e as políticas de proteção, mostrando que o tema acompanha as transformações da sociedade.

    Para a defensora, além da atuação das instituições, a prevenção depende de informação e educação em direitos.

    Por isso, vale acompanhar o assunto não apenas pensando na prova, mas para entender um dos debates sociais que continuam presentes no Brasil. No Enem, essa leitura ampla — conectando história, direitos, cidadania e realidade atual — pode fazer a diferença.

    SER Goiás na TV

    O SER Goiás na TV é um programa educativo diário produzido pela Fundação Sagres, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc-GO), que amplia a experiência da sala de aula por meio da televisão ao integrar comunicação e educação.

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    Fonte: Sagres Online

    Marielle SouzaJornalista